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GRUPO BANDEIRANTES É PROCESSADO POR INCITAR ÓDIO CONTRA POVO TUPINAMBÁ

REVISTA FÓRUM
duas reportagens com conteúdo discriminatório e informações distorcidas sobre os conflitos fundiários no sul da Bahia.

Emissora é acusada de transmitir reportagens com conteúdos discriminatórios e informações distorcidas sobre os conflitos fundiários no sul da Bahia.

O Grupo Bandeirantes de Comunicação vai responder a uma ação judicial por ter veiculado, em rede nacional, duas reportagens com conteúdo discriminatório e informações distorcidas sobre os conflitos fundiários no sul da Bahia, responsabilizando caciques do povo Tupinambá de Olivença por toda a sorte de crimes, inclusive a morte de um agricultor, e acusando os indígenas de invadir fazendas, ameaçar e expulsar moradores.
O processo, de autoria da comunidade indígena Serra do Padeiro e do cacique Rosival Ferreira de Jesus, pede liminarmente o direito de resposta da comunidade Tupinambá às reportagens caluniosas, transmitidas pelo Jornal da Band e pelo sistema de radiodifusão do Grupo Bandeirantes com o intuito de incitar o ódio e a violência da sociedade contra o povo Tupinambá de Olivença, e para deslegitimar a luta dos indígenas pela demarcação de seu território, já reconhecido pela Fundação Nacional do Índio (Funai) como de ocupação tradicional.
A Funai publicou em 2009 o relatório circunstanciado, que delimitou a Terra Indígena (TI) Tupinambá de Olivença em cerca de 47 mil hectares, abrangendo partes dos municípios de Buerarema, Una e Ilhéus, sul da Bahia. Porém, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, desobedecendo aos prazos estabelecidos na legislação, ainda não assinou a portaria declaratória, que encaminha o processo demarcatório da TI para as etapas finais.
As reportagens difamatórias foram ao ar nos dias 25 e 26 de fevereiro, logo após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, de suspender as reintegrações de posse em sete áreas localizadas na terra Tupinambá. Sem tratar do contexto da demarcação da terra, o repórter Valteno de Oliveira declara: “Desde que a Funai resolveu criar a área para os índios a violência impera aqui na região. Um bando de caciques armados, liderados por Babau, o mais temido deles, faz o diabo”. A reportagem, levianamente e com informações inventadas, pinta o cacique Babau, da aldeia Serra do Padeiro, como um criminoso foragido da Justiça.  “O paradeiro de Rosival Ferreira de Jesus, o Babau, é desconhecido. Ele responde a oito processos, por estupro, ameaça e destruição do patrimônio público e agora é suspeito, junto com o cacique Cleildo, de ordenar a execução de Juraci (agricultor assassinado)”.
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SUSPEITO DE MATAR CINEGRAFISTA COM ROJÃO É PRESO NA BAHIA

CORREIO
Caio foi preso na Bahia.

Caio foi preso na Bahia.

O suspeito de acender e lançar o rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade, durante manifestação na última quinta-feira (6), no Rio de Janeiro, foi preso durante a madrugada em Feira de Santana, que fica a 109 quilômetros de Salvador.
Caio Silva de Souza foi detido, pelo titular da  Delegacia de São Cristóvão (Rio de Janeiro), Maurício Luciano de Almeida e Silva – que está investigando o caso – e outros três agentes. A namorada de Caio também acompanhou a prisão. Segundo a TV Globo, foi ela quem convenceu ele a desistir da fuga, desembarcar em Feira e se entregar.
Em uma delegacia da capital baiana, Caio falou à imprensa e disse que não sabia que tinha acendido um rojão, mas outro artefato de menor potência. Ele lamentou a morte de “um trabalhador”.
Caio estava na Pousada Gonçalves, que fica ao lado da rodoviária da cidade, e não resistiu à prisão. Um mandato de prisão, pelo crime de homicídio doloso qualificado por uso de explosivo, foi expedido na segunda-feira (10) pela Justiça do Rio de Janeiro. Ele estava tentando chegar na casa do avô no Ceará.
O suspeito já foi levado pela polícia no início da manhã para o Rio de Janeiro, com chegada prevista no aeroporto do Galeão às 9h (horário de Brasília). De lá, Caio será levado para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho. Fernando Veloso, chefe da Polícia Civil do Rio, disse que imagens de câmeras de segurança mostram Caio participando de outros atos criminosos durante a manifestação.
A polícia chegou a Caio Souza depois dele ter sido apontado pelo tatuador Fábio Raposo como o responsável por acender e lançar o artefato que provocou a morte do cinegrafista da Band. Raposo confessou ter entregado o explosivo a Caio, está preso e também foi indiciado por homicídio doloso qualificado por uso de explosivo.



dom eduardo

lm mudancas













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