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:: ‘assassinatos’

ASSASSINATOS MOTIVADOS POR HOMOFOBIA ACONTECEM A CADA 28 HORAS NO BRASIL

BRASIL POST
Mapa das mortes causadas por homofobia.

Mapa das mortes causadas por homofobia.

Em 2013 foram contabilizados 312 assassinatos, mortes e suicídios de gays, travestis, lésbicas e transexuais brasileiros vítimas de homofobia e transfobia, de acordo com levantamento do Grupo Gay da Bahia (GGB). O documento inclui a morte de uma transexual brasileira no Reino Unido e um gay morto na Espanha. A média é de uma morte a cada 28 horas.
Esse número é 7,7% menor em relação ao ano de 2012 (388 mortes), mas, segundo o GGB, as mortes aumentaram 14,7% nos últimos 4 anos.
Segundo o documento, a maioria das mortes de gays acontece na casa da vítima, enquanto a maioria dos travestis morre na rua. Em um ano foram 186 gays, 108 transexuais, 14 lésbicas, 2 bissexuais e 2 héteros mortos, confundidos com homossexuais.
Pernambuco foi o estado onde aconteceu o maior número de mortes de LGBT (34). Em seguida, vem São Paulo (29), Minas Gerais (25) e, empatados em quarto lugar, Bahia e Rio (20). A Região Nordeste concentrou 43% das mortes, seguida de Sudeste e Sul com 35%, e Norte e Centro Oeste, com 21%.
O estudo realizado pela entidade utiliza como base notícias divulgadas por veículos de imprensa e dados enviados por ONGs. Nele foram contabilizados também dez suicídios. Segundo Luiz Mott, coordenador da pesquisa, essas mortes são registradas por terem motivações homofóbicas ou transfóbicas: “Como aconteceu com um gay de 16 anos, de São Luís, que enforcou-se dentro do apartamento ‘por que seus pais não aceitavam sua condição homossexual’.”
O relatório completo pode ser acessado no site Homofobia mata.

BRASIL É O TERCEIRO PAÍS DO MUNDO EM NÚMERO DE JORNALISTAS MORTOS EM 2013

assassinato
O Brasil é o terceiro país com o maior número de jornalistas assassinados no exercício da profissão em 2013, de acordo com a Press Emblem Campaign.
Foram registradas quatro mortes neste ano.
Com sede em Genebra, a entidade defende a criação de regras internacionais para proteger profissionais de imprensa em zonas de guerra.
O Paquistão lidera o ranking, com nove profissionais mortos em 2013 no país.

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