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:: ‘artigo’

DESAMARREM AS SANDÁLIAS

Carmelita Ângela, professora, ex-vereadora e ex-candidata a prefeita de Ilhéus.

carmelitaAfinal este chão é terra santa, pois é nele que peregrinam todos nós, filhos desta cidade, maltratada ao longo dos anos, vilipendiada pela negligência dos falsos profetas que  se dizem filhos teus. 

Nos últimos dias desta semana, estamos vendo uma verdadeira lição de vida. Vida que nasce da vida, vida que se transforma em vida na medida em que a simplicidade, a humildade e a esperança são  vividas através dos atos concretos.
Atos verdadeiros, sem máscaras, sem subterfúgios, sem hipocrisias. Sentimentos que emanam do coração. Então podemos dizer com tranquilidade:  quando deixamos de lado nossas vaidades, nosso egoísmo, nossa arrogância e buscamos viver sem máscaras, sem enganação, sem mentiras, nos despojando de nós mesmos e nos preocupando com o outro, buscando a transformação da sociedade em que vivemos. Aí sim, acontece o milagre da multiplicação e o céu se torna aqui.  Só depende de nós. Sim, depende de nós, se mundo ainda tem jeito.
Nas atitudes do Papa Francisco, vemos brotar a semente plantada. Cabe-nos cultivá-las, para que, imitando-o, nossos desejos se tornem realidade. Será tão difícil o zelo, a preocupação e o amor verdadeiro pelos cidadãos que pisam este chão?
Afinal este chão é terra santa, pois é nele que peregrinam todos nós, filhos desta cidade, maltratada ao longo dos anos, vilipendiada pela negligência dos falsos profetas que  se dizem filhos teus. A esses, peçamos entrega, doação, diálogo com o povo, a fim de que possam compreender que o sentido da política não está em elevar  seu patrimônio pessoal, mas em fazer crescer a qualidade de vida do seu povo, fazendo com que sua vida tenha  sentido.
Nos atos de Francisco, renovemos nossas esperanças de dias melhores para que todos em nosso país, estado e, especialmente, em nosso município, tenham vida e a tenham em abundância.

SÓ JABES PODE SALVAR ILHÉUS

Por Aldircemiro Duarte, coordenador do Comitê de Entidades Sociais em Defesa de Ilhéus e Região (Coeso) 

mirinhoNão obstante a condição de vitorioso rejeitado, ao pressentir que a sua Administração moribunda é caso sem solução, buscou junto à sociedade civil organizada celebrar um Pacto Social, para dividir a responsabilidade do fracasso. E foi atendido.

Dos 132.366 mil votos apurados no último pleito municipal, 30,02% (39.733 votos) foram sufragados em favor do Prefeito Jabes Ribeiro (PP); enquanto 22,51% (29.705 votos) foram direcionados à Carmelita Ângela (PT) e, 15,55% (20,571 votos), creditados a Jorge Luiz (PSOL).
Entretanto, os eleitores que optaram por protestar não votando em nenhum desses candidatos correspondeu a 31,92%, (42.257 mil), compreendendo a abstenções (33.037); votos nulos (6.105) e brancos (3.115).
Apesar de 42.257 mil eleitores rejeitarem os três nomes apresentados a sociedade ilheense para governar o nosso município, a minoria elegeu o Prefeito Jabes Ribeiro com 39.733 votos.
Trata-se de uma anomalia eleitoral que merece a atenção dos legisladores, porquanto, o candidato para ser eleito a cargo Executivo, deveria como regra, obter uma votação acima do total de votos invalidados, independente da sua vantagem em relação aos demais concorrentes.

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UM FENÔMENO CHAMADO JABES RIBEIRO

Por Jamesson Araújo, editor do blog Agravo

jamesson araujoO prefeito Jabes Ribeiro subestimou a situação que se encontrava o município, originada de mais de 30 anos de descaso com as finanças públicas, mais da metade culpa dele

Ilhéus vive talvez na sua história o pior início de governo de todos os tempos. Nem mesmo no desastrado governo Newton Lima, se viu, em tão pouco tempo um prefeito atingir um índice tão alto de rejeição. Meu pai me dizia que Jabes era um excelente candidato, onde vendia sonhos que mais tarde se transformariam em pesadelos.
Jabes se elegeu com apenas 44 % dos votos válidos (90.109) e se contar todo o eleitorado, colocando abstenções, chegamos apenas a 30 % de 132.366 eleitores. Destes 44% dos votos validos (39.733), podemos dizer que de nove a dez mil vieram de sua aliança política com o PMDB de Cacá Colchões. Esses eleitores são flutuantes, muitos nunca tinham votados em Jabes, e hoje, grande parte critica a sua administração. Natural que sua rejeição chegue a números ainda maiores do que os 82% até o final do ano.
Como explicar o caos administrativo ?
O prefeito Jabes Ribeiro subestimou a situação que se encontrava o município, originada de mais de 30 anos de descaso com as finanças públicas, mais da metade culpa dele. Enquanto sua equipe de transição dialogava e tentava entender os dados passados pela administração de Newton Lima, o prefeito eleito passeava na Europa em descanso com a família, nada mais justo depois de uma campanha desgastante, mas irresponsável administrativamente ao ignorar os números.
Atos anti populares, a exemplo da demissão em massa de médicos, enfermeiros e servidores concursados trouxeram uma visão de que a administração começava errando, deixando postos de saúde fechados, com o argumento que os médicos não trabalhavam e havia a necessidade de conter despesas.

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UPGRADE NA FICHA LIMPA

Por Ricardo Ribeiro, advogado e jornalista

ricardo ribeiroOra, se para ser funcionário de uma repartição qualquer em Chorrochó o sujeito deve revirar-se pelo avesso como num confessionário, por que não se faz o mesmo com os candidatos aos mandatos eletivos?

Como o assunto em pauta é a reforma política, vai aqui uma sugestão muito simples, mas que talvez possa resolver grandes problemas.

O Brasil implantou em 2010 a Lei da Ficha Limpa, em uma das pouquíssimas oportunidades nas quais o povo exerceu seu direito constitucional de tomar a iniciativa em um projeto de lei, tantas são as dificuldades que limitam o exercício da prerrogativa. Nossa sugestão é promover um upgrade na Ficha Limpa, mais ou menos nos moldes das investigações sociais a que são submetidos os candidatos nos concursos públicos.

Nessas investigações, o postulante a barnabé tem a vida esquadrinhada em seus mais minuciosos detalhes. Pergunta-se onde morou desde a infância, todas as escolas nas quais estudou, se já foi punido ou expulso, os locais onde trabalhou, quanto recebeu, quem era o chefe imediato, o que fez no período de intervalo entre um emprego e outro, se tem título protestado, já foi ouvido em delegacia ou fez tratamento em razão de algum transtorno. E por aí vai, a lista é grande.

Ora, se para ser funcionário de uma repartição qualquer em Chorrochó o sujeito deve revirar-se pelo avesso como num confessionário, por que não se faz o mesmo com os candidatos aos mandatos eletivos? Talvez não resolvesse todos os problemas, mas com certeza a peneira diminuiria a quantidade de lixo que tem contaminado a política brasileira.

Essa é uma proposta de natureza bastante prática e sem efeitos colaterais, ao contrário do que muitos veem no financiamento público das campanhas, voto distrital ou cláusula de barreira. Provavelmente, os únicos contrários serão os elementos que a atual Lei da Ficha Limpa ainda não conseguiu expurgar. Como aqueles que andam elocubrando soluções cosméticas ou empurrando problemas com a barriga, enquanto vão a festinhas em aviões da FAB, totalmente cínicos e de costas para o que acontece nas ruas.

O PRESENTE DA CIDADE

Por Jabes Ribeiro, prefeito de Ilhéus
jabes risadaQuando concordei em concorrer pela quarta vez à Prefeitura de Ilhéus, sabia que tinha pela frente uma longa e dura jornada para devolver a dinâmica social, econômica e cultural do município e resgatar a autoestima da população, que parecia não mais ver soluções para os graves problemas que se enraizaram nos últimos anos. Sabia que o desafio não era apenas administrativo, dizia respeito também à retomada da credibilidade do município junto às esferas Federal e Estadual, sem a qual não seria possível conseguir o apoio necessário para trazer os benefícios que Ilhéus tanto precisa.  
Neste aniversário de Ilhéus, com a assinatura, pelo governador Jaques Wagner, da ordem de serviço para a construção da nova ponte que ligará o centro à região sul, damos mais um importante passo para ultrapassar aquela barreira do descrédito que travava o desenvolvimento do município. Fomos ao governador, explicamos nossa situação, pedimos urgência, e hoje estamos celebrando este presente.
A construção da primeira ponte estaiada da Bahia é de fato um presente para a cidade. Um presente tão esperado, que vai promover melhorias na mobilidade urbana e colaborar com o transporte de cargas aqui no sul e, posteriormente, em todo o Estado, com a implantação da Ferrovia Oeste Leste (Fiol) e do Porto Sul. A ponte já é uma realidade. Já faz parte do presente da cidade.
Graças ao êxito da nossa parceria com o Estado, podemos dizer que também já fazem parte do presente da cidade o novo Hospital Regional, uma Unidade Básica de Segurança e um Núcleo do Sistema Baiano de Incubação, que fortalecerá as atividades do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus (Cepedi). Todos projetos prontos para ser implantados. E já está em fase final o projeto executivo para a requalificação da Central de Abastecimento do Malhado.
Temos um diálogo permanente com pastas importantes do governo Federal, obtendo apoio para iniciativas como o saneamento da Bacia do Pontal e a retomada do programa Viva o Morro (incluídas no cronograma de verbas do PAC II), e buscamos incluir Ilhéus no programa Cidades Digitais. Já iniciamos a construção do Centro Educacional Unificado das Artes e dos Esportes, com recursos do PAC II, e demos continuidade às obras de Requalificação da Orla Sul, paralisadas desde meados do ano passado, e garantimos duas Unidades de Pronto Atendimento (nas zonas Norte e Sul).

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dom eduardo

lm mudancas













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