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:: ‘Antonio Olimpio’

AS RECEITAS DO VELHO OLÍMPIO

Foto: Fábio Roberto.

Foto: Fábio Roberto.

Conhecido internacionalmente pelos seus dotes culinários e grande destreza na arte da pescaria, o ex-prefeito ilheense Antônio Olímpio visitou o acampamento Wagner Bastos, que há mais de 40 dias concentra membros do Reúne Ilhéus em frente à sede da prefeitura.
Entre conselhos e “causos” peculiares que só o folclórico AO conhece, há quem diga que a culinária também esteve presente na conversa.
Bastante atenciosos, os jovens militantes ouviram os detalhes de uma das receitas passadas por Olímpio: Cozimento de prefeito à banho Maria.
Uma coisa é certa, tal prato dará má digestão a muitas pessoas na cidade.

ANTÔNIO OLIMPIO VÊ EM ERRO EM CONDENAÇÕES

Antônio Olimpio.

Antônio Olímpio.

Condenado em duas ações de improbidade administrativa no mês passado (veja aqui), o ex-prefeito de Ilhéus, Antônio Olímpio, reclama de erro judicial.
Na ação, pedida pelo Ministério Público do Estado há mais de dez anos, a juíza Carine Nassri da Silva condenou AO por ter contratado servidores de forma irregular, sem fazer concurso público.
A decisão da juíza cassou os direitos políticos do ex-prefeito e lhe imputou multa de dez vezes o valor da sua última remuneração como prefeito.
Em apelação já apresentada, Olimpio alega que as contratações foram feitas na gestão anterior, de João Lyrio.
A documentação que traz as datas vive debaixo do braço.
Além de temer a execução das multas, mesmo existindo um erro claro no processo, o ex-gestor não aceita também o pagamento das custas do processo. Só para a apelação, segundo o próprio Antônio Olímpio, foram desembolsados R$ 7 mil.

PESCARIA

Amante de uma boa pescaria, o ex-prefeito de Ilhéus, Antônio Olímpio, foi fisgado pela justiça.
olimpio fisgado charge
Para ler a matéria, clique aqui. Charge do QNH para o Ilhéus 24h.

ILHÉUS DAS CONTRADIÇÕES

ilheus
Duas considerações da promotora de Justiça Karina Cherubini nos chamaram a atenção, em entrevista concedida ao Diário de Ilhéus e o Jornal Bahia Online (LEIA).
Segundo ela, o povo ilheense, ao contrário de várias outras cidades onde ela atuou, é mais politizado e luta por seus direitos. “Quando eu cheguei a Ilhéus vi que as pessoas vinham até o Ministério Público reclamar sobre a falta de recolhimento do lixo, de iluminação, de calçamento, etc”, destacou.
Em compensação, assim ela afirma, desde que chegou na cidade em 2002 todos os gestores municipais foram processados: Antônio Olímpio, Jabes Ribeiro, Valderico Reis e Newton Lima.
O que podemos concluir ante essas duas informações? Que, os ilheenses, da mesma forma que se mobilizam quando se acham vilipendiados, não nutrem muita preocupação ante a qualidade e idoneidade daqueles que costumam eleger para comandar o município.
Pior para nós mesmo.

ANTONIO OLIMPIO, EX-PREFEITO DE ILHÉUS, É CONDENADO EM DUAS AÇÕES

Antônio Olimpio.

Antônio Olimpio.

Pela primeira vez em Ilhéus, duas ações civis de improbidade administrativa contra um gestor público resultaram em condenação. Antônio Olímpio da Silva foi condenado por atos de improbidade cometidos entre os anos de 1992 e 1997, quando era prefeito.
Por decisão da juíza Carine Nassri da Silva, o ex-gestor foi condenado a pagar multa civil de dez vezes o valor da sua última remuneração no cargo de prefeito, acrescida de 0,5% ao mês e atualização monetária.
Antônio Olímpio teve ainda suspensos os seus direitos políticos por três anos e foi proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais ou creditícios por dois anos.
De acordo com a promotora de Justiça Karina Cherubini, titular da 8ª Promotoria de Justiça, a decisão, embora trate de uma ação de mais de dez anos, é importante por ser inédita no município e por estar de acordo com as metas propostas nacionalmente para o sistema de Justiça.
As decisões tomaram por base duas ação ajuizadas pelo Ministério Público estadual: a primeira em 1998, por meio da promotora  Maria Amélia Sampaio Goes; e a segunda de 2001, por meio da promotora Ediene Lousado.
As peças informavam que, entre os anos de 1992 e 1997, por ordem do ex-gestor municipal, foram contratados diversos servidores municipais sem a aplicação de concurso público.
Na sentença, a juíza destacou que, embora o gestor tenha alegado necessidade emergencial para realizar os contratos, “não se verificou em momento algum o excepcional interesse público”, que justificaria contratações desta natureza. Da forma como foram feitos, os contratos implicam em “evidente desvio de finalidade, além de ferirem o artigo 37 da Constituição Federal”.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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