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:: ‘Anistia Internacional’

“POLÍCIAS CIVIL E MILITAR DEVEM SE FUNDIR”, AFIRMA LÍDER DA ANISTIA INTERNACIONAL

salil_shetty (2)Secretário-geral da AI (Anistia Internacional) desde 2009, Salil Shetty, 52, não tem dúvidas: a polícia militar deveria ser extinta no Brasil, dando lugar a forças unificadas em um modelo civil. “O excesso de força é frequente, documentamos há anos casos de tortura e de execuções. O país precisa discutir que tipo de segurança quer.”
Ex-diretor da Campanha do Milênio, projeto da ONU para países em desenvolvimento, o economista indiano não evitou divididas em uma hora de conversa telefônica.
Em entrevista, ele apresentou posições da entidade -uma das mais respeitadas no mundo- sobre maioridade penal, espionagem de governos, golpe no Egito e a relação entre internet e direitos humanos.
Shetty criticou o governo brasileiro pelo que vê como omissão frente à guerra na Síria, onde embates entre governo e rebeldes já mataram mais de 100 mil pessoas, segundo a ONU, e deixaram 1,4 milhão de refugiados: “Rússia e China usaram o silêncio de Brasil, Índia e África do Sul [no Conselho de Segurança]” e “Dilma deveria apoiar a denúncia da Síria ao Tribunal Penal Internacional”.
Ele chega ao Brasil nesta segunda-feira para visitar Brasília, São Paulo, comunidades indígenas na região norte e Rio de Janeiro, onde a AI abriu escritório em 2011.
Clique no Leia Mais e confira a entrevista que Shetty concedeu ao jornal O Globo.
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ANISTIA INTERNACIONAL CONDENA USO DE BALAS DE BORRACHA PARA DISPERSAR MANIFESTAÇÕES

bala1As recentes ondas de manifestações no Brasil, que acabaram repercutindo mundialmente, e a reação policial, ao olhar de muitos, descabida, suscitaram a condenação por parte da Anistia Internacional.
Uma cartilha editada pela entidade estabelece padrões internacionais para o comportamento das tropas durante protestos de ruas, defende restrições ao uso de balas de borracha e condena o uso indiscriminado de gás lacrimogêneo e a agressão a pessoas que não oferecem perigo.
São destacadas como atitudes esperadas garantir do direito à manifestação pacífica, evitar o uso de força desproporcional e não permitir que atos isolados de violência sejam usados como desculpa para a repressão generalizada.
Para a Anistia Internacional, a arma que atira balas de borracha não deve ser descrita como “não letal”, porque pode causar ferimentos graves e até matar. “Protestos pacíficos têm que ser respeitados pela polícia. Não interessa se eles foram autorizados ou se seus trajetos foram combinados previamente com as autoridades”, declarou o diretor da Anistia Internacional para a Europa, John Dalhuisen.
“A violência deve ser empregada para parar outra violência, e de forma proporcional. Não pode ser instrumento para dispersar uma manifestação inteira”, esclareceu. Segundo Dalhuisen, é preciso haver treinamento específico e ordens claras para que as tropas respeitem o direito de manifestação. 

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