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:: ‘África’

VIDA LONGA AO BLOCO AFRO DILAZENZE

dilazenze
Sediado nos Carilos, alto da Conquista, em Ilhéus, o Grupo de Preservação da Cultura Negra Dilazenze, completou essa semana 28 anos de uma rica história de resistência e luta aqui na região.
A sua existência é exemplo de ação e compromisso social, ensinando e perpassando valores positivos, propagando a arte e, acima de qualquer coisa, formando cidadãos de bem.
Vida longa ao Dilazenze, patrimônio cultural da Bahia.
Vida longa à Mãe Ilza Mukalê, matriarca e fortaleza do grupo.
Vida longa à todos os presidentes, diretores, coreógrafos, bailarinos, percussionistas, que por lá passaram e ajudaram a fazer do “Dila”, uma referência cultural e fonte de orgulho para os ilheenses.
“Numa cidade da África tinha um Babalaó, Dilazenze Malungo, força pra Yaó”.

ILHÉUS: JUSTIÇA OBRIGA PAI DE SANTO A VARRER RUA E PROÍBE TRABALHOS EM TERREIRO

Fabrício Leal Nascimento.

Fabrício Leal Nascimento.

É certo uma pessoa ter que prestar esclarecimentos na justiça só por causa da sua religião?
Faz sentido, em um país onde a liberdade de religião é direito constitucional, a pessoa, só porque é adepta do candomblé, ser condenada a prestar serviços públicos? Ou, para sermos mais exatos: Ser obrigado a varrer as ruas só porque cultua a religião dos seus ancestrais africanos.
Apesar de ser extremamente absurda essas suposições, ela se sucedeu aqui mesmo em Ilhéus.
Em contato com a nossa redação, um adepto do candomblé denunciou que passou pela humilhação de ter que se explicar na justiça apenas pelo fato de praticar a sua crença e o seu vizinho entender que ele estava perturbando a ordem pública.
“Desde quando acender velas para os nossos orixás, incensar o interior de nossas casas e cantarmos os nossos louvores é perturbar a ordem pública? Se nós temos nossos instrumentos como adjás e atabaques, os evangélicos também têm os seus, a exemplo de microfone e bateria”, afirmou.
O Ilhéus 24h repudia qualquer ato discriminatório contra qualquer espécie de religião e repudia a infeliz proposta conciliatória do promotor público.
Como se não bastasse o preconceito existente, o candomblecista ainda é humilhado e condenado a varrer rua forçosamente.
Um absurdo.
Para não restar dúvidas da perseguição sofrida pelo pai de santo, clique no “leia mais” e leia a decisão da justiça.

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dom eduardo

lm mudancas













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