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:: ‘acessibilidade’

MAIS UM EPISÓDIO DA SÉRIE: MOTORISTAS SEM NOÇÃO

Foto: Sabine Robra

Foto: Sabine Robra.

É fato que a nossa Ilhéus está muitíssimo aquém de ser uma cidade estruturada no quesito acessibilidade.
São poucas as calçadas que dispõem de rampas para acesso de cadeirantes e portadores de dificuldades de locomoção. E, as que existem, são simplesmente ignoradas por alguns condutores de veículos.
Na foto, captada por uma leitora, uma caminhonete é flagrada estacionada justamente em frente a uma rampa de acesso para cadeirantes, impedindo a sua utilização.
Eis que mais uma vez questionamos: Cadê a fiscalização do trânsito na cidade?

MUITOS OBSTÁCULOS NO MEIO DO CAMINHO

Presença de lixo na calçada obriga pedestre a ter que se arriscar na rua.

Presença de lixo na calçada obriga pedestre a ter que se arriscar na rua.

“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”.
Ao analisar de maneira poética os possíveis obstáculos e entraves que se sucedem em nossas existências, Carlos Drummond de Andrade, talvez tivesse escrito tais versos de maneira diferente, caso conhecesse alguns trechos da contemporânea Ilhéus.
No bairro do Pontal, apenas como um exemplo registrado, em uma das vias de saída do aeroporto, uma das calçadas, como se não bastasse um poste, a concentração de lixo é um empecilho a mais para pedestres.
A coisa piora se o transeunte em questão for um portador de dificuldade de locomoção. Seja um cadeirante ou uma mãe com seu bebê no carrinho.
Bem, como o quesito acessibilidade e planejamento urbanístico (não só para veículos), nunca foi um dos fortes das gestões municipais que se sucederam ao longo dos últimos anos, não esperemos ações vindas do Paranaguá, que visem mudar essa realidade.
São coisas da nossa Ilhéus.

ACESSIBILIDADE INEXISTENTE

Cadeirante teve que ser carregado para poder assistir sessão na câmara

Cadeirante teve que ser carregado para poder assistir sessão na câmara

Acessibilidade e prédios públicos parecem ser palavras rivais. Pelo menos é o que se percebe em Ilhéus, em alguns casos.
Vejamos a câmara de vereadores. Desde novembro de 2011 o elevador que dá acesso aos andares superiores está sem funcionar. Com isso, alguém com dificuldades de locomoção, seja temporária ou permanente, caso queira assistir as sessões, terá que ser carregado.
Uma contradição, ante os preceitos democráticos que supostamente regem a casa. Pelo visto, a exclusão fincou bandeira por lá. Lamentável.
Destaque negativo também para o Teatro Municipal de Ilhéus.
Se o acesso à cultura é um direito constitucional, isso não se aplica ao espaço, que, com alguns vãos de escada, sem rampas de acesso e nem elevadores, afugentam cadeirantes e afins, que por ventura quiserem desfrutar de uma apresentação no local.
São coisas da nossa querida Ilhéus.



dom eduardo

lm mudancas













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