WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
bahiagas Neste site
novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

:: ‘acarajé’

BAIANAS PLANEJAM DIA SEM ACARAJÉ

G1
baiana de acarajeAs baianas que atuam em Salvador planejam realizar “um dia sem acarajé” na cidade como forma de protesto diante de uma determinação federal que proíbe o preparo do quitute nas areias da praia. Na decisão, de 2010, a Justiça Federal determinou a derrubada das barracas de praia, que já foi realizada, e proibiu o preparo de alimentos na areia. No caso das baianas, a alegação é que dendê em contato com solo polui o meio ambiente. A Prefeitura de Salvador informou que vai seguir a recomendação da Justiça.
A decisão de protestar suspendendo a comercialização dos quitutes foi tomada em reunião realizada entre as baianas na manhã desta segunda-feira (14), segundo informou ao G1 Rita Santos, presidente da Associação das Baianas de Acarajé de Salvador. “Vamos fazer uma próxima reunião para acertar os detalhes do dia que esse protesto será feito”, afirma.
A presidente da Associação diz ainda que uma “carta aberta à população” será distribuída para explicar a preocupação das trabalhadoras com a saída da areia da praia. A decisão é do juiz Carlos D’ávila. Ele decidiu não comentar o assunto. A Abam informa que, com a mudança, as baianas deveriam trabalhar nas calçadas e não na areia da praia, como acontece atualmente.
“No mesmo documento, o juiz diz que tem derrubar as barracas de praia e nesse mesmo documento impede fazer comidas na areia. Isso nos inclui e nos prejudica”, detalha. De acordo com Rita, a estimativa é de que hoje existam em torno de 500 baianas de acarajé em toda a faixa de praia de Salvador: de São Tomé de Paripe, no Subúrbio, até Ipitanga, no limite com Lauro de Freitas.
“Em 2010, uma pesquisa que participamos mostrou que era em torno de 350 baianas nas praias. Sendo que nessa pesquisa não estava contemplado o lado do subúrbio. Só foi da Ribeira até Ipitanga”, relata a presidente da Abam, que tem atualmente, 2.900 baianas associadas, em atividade por toda a cidade de Salvador.
“As baianas que trabalham nas praias estão desesperadas porque sobrevivem desse dinheiro. A nossa orla não tem calçada. Tem outros comerciantes de alimentação que terão que ir para as calçadas. Vai dar pra colocar todo esse povo nas calçadas?”, indaga a baiana.

ACARAJÉ DA FIFA CUSTARÁ 8 REAIS

Acarajé-DinaO acesso aos jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo é algo utópico para a grande maioria dos brasileiros.
Em especial para a grande leva de pessoas que sobrevivem com um salário mínimo e não comprometerão seus parcos orçamentos mensais em troca de 90 minutos de emoções futebolísticas.
Mas, quem pagar pra ver os jogos nos estádios, pelo menos na Arena Fonte Nova, terá mais uma surpresa: O preço do acarajé.
Na Copa das Confederações, dentro das catracas ou nas imediações do estádio, o quitute baiano será vendido ao preço de R$ 8 e R$ 6 sem camarão.
A informação é da presidente da Associação das Baianas de Acarajé e Mingau do Estado da Bahia (Abam), Rita Santos. “Lá dentro, tudo é mais caro, né?”, justificou.

FIFA LIBERA BAIANAS DO ACARAJÉ NA FONTE NOVA

Acarajé-Dina
A Fifa decidiu permitir a presença de baianas que vendem acarajé na Fonte Nova, estádio de Salvador que será usado na Copa das Confederações e no Mundial de 2014.
O trabalho das baianas, que o Ministério da Cultura declarou patrimônio do Brasil há sete anos, era ameaçado porque a Fifa veta que seus patrocinadores, como o McDonald’s, enfrentem concorrência no raio de 2 km das arenas, até de ambulantes.
A polêmica já durava quase um ano. Na inauguração da Fonte Nova, em abril, a presidente Dilma Rousseff recebeu uma carta das baianas, que fizeram um protesto.
Agora, a reviravolta no caso depende de ajuste das últimas pendências para ser oficialmente divulgada em evento com autoridades e a Abam (Associação das Baianas de Acarajé e Mingau).
A principal delas é a quantidade de profissionais que poderão ultrapassar as barreiras da Fifa. Já é certo que haverá um número reduzido.
As baianas terão de ficar em espaço fora das catracas da praça esportiva, sem acesso aos corredores da arena.
“Elas ficarão em quiosques no chamado ‘comercial display’, uma área acima do edifício-garagem que também terá estandes e venda de souvenires. Só chegará ali quem tiver ingresso. É o primeiro ponto de contato do torcedor”, diz Ney Campello, secretário da Copa na Bahia.
Ele não sabe se o público poderá comprar e levar o acarajé para seus assentos. “Mas acredito que sim”, disse.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia