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:: ‘abuso de autoridade’

OFICIAL DO EXÉRCITO AFIRMA QUE TROPA NÃO JOGOU GÁS DE PIMENTA EM ALUNOS DA UESC

exeAtravés de nota enviada à alguns meios de comunicação da região, o tenente-coronel Costa Neto, oficial de Comunicação Social do comando da 6ª Região Militar, negou o fato noticiado AQUI, onde denunciamos que soldados do exército, instalados em Ilhéus para interceder no conflito em Una e Buerarema, ao passarem pela Uesc na última sexta-feira em veículos da corporação, teriam disparado jatos de spray de pimenta em direção à estudantes que realizavam uma confraternização às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna.
De acordo com o oficial, o fato em questão não apresenta indícios consistentes, como algum tipo de denúncia formal que possa servir de base para uma investigação, havendo inclusive contradições nas postagens do Facebook.
A denúncia foi postada originalmente por um estudante, que, supostamente, teria participado da confraternização.
O tenente-coronel afirmou que estava no comboio que na ocasião passou em frente a Uesc, na última sexta-feira (21), que se deslocava, segundo ele, do aeroporto para a cidade de Buerarema, para a realização de uma ação cívico social, e que não percebeu nenhuma anormalidade ou conduta inadequada da tropa.
“Quando as viaturas se depararam com os estudantes, eles prontamente deram passagem e os nossos militares encararam com muita naturalidade a atividade dos alunos na rodovia”, ressaltou o oficial.
O militar frisou que a tropa, empregada na Operação Ilhéus, está muito bem instruída e orientada no sentido de desempenhar as suas atividades visando sempre à preservação da segurança e da integridade física da população da região.
“Respeitamos profundamente os direitos e as garantias individuais do cidadão e estamos orientados a tratar a população com muita urbanidade e respeito. Desta forma, qualquer desvio de conduta não será admitido e qualquer denúncia formal recebida será prontamente investigada, sendo os envolvidos devidamente responsabilizados, de acordo com os preceitos legais vigentes”, finalizou o tenente-coronel.

HOMENS DO EXÉRCITO ACUSADOS DE JOGAR SPRAY DE PIMENTA EM UNIVERSITÁRIOS QUE PARTICIPAVAM DE CONFRATERNIZAÇÃO NA UESC

gas-de-pimentaNa última sexta-feira (21) publicamos aqui e aqui, reclamações e denúncias de alguns ilheenses, sobre o suposto abuso de autoridade de homens do exército, presentes em Ilhéus, para, a priori, interceder no conflito envolvendo índios e pequenos agricultores da região de Una e Buerarema.
Porém, informações sobre outros casos chegaram à nossa Redação.
Um estudante da Uesc, através de seu perfil no Facebook, afirmou que na sexta-feira (21), por volta as 13:30h, um soldado do exército que passava pela frente da instituição de ensino superior, dentro de um dos caminhões da corporação, ao perceber uma confraternização envolvendo calouros e veteranos, espirrou spray de pimenta em direção ao grupo.
De acordo com o universitário, o gás tomou o ponto de ônibus, um restaurante situado no local e parte de um centro de festas que há por lá.
O estudante afirmou que muitos dos que estavam presentes passaram mal, e precisaram ser levados para um posto de saúde.
Mais uma vez questionamos: Foi para esse tipo de atitude que o exército foi destacado para a região?
Com a palavra as autoridades competentes.

EXÉRCITO “BOTANDO O TERROR” EM ILHÉUS, AFIRMAM LEITORES

Foto: Danilo Matos/ Ilhéus 24h.

Foto: Danilo Matos/ Ilhéus 24h.

Mais cedo publicamos AQUIque a presença dos cerca de 700 homens do exército em Ilhéus, alojados no estádio Mário Pessoa, estaria causando incômodo aos moradores das redondezas. Isso, pelo cheiro de fezes e urina que exalam do alojamento improvisado, e dos “baculejos” que começaram a virar rotina no local, em alguns casos, com veículos sendo revistados por completo.
Pois bem, depois da veiculação dessa informação, começaram a chegar à nossa redação outras reclamações por parte de alguns leitores, que denunciam supostos casos de abuso de autoridade dos homens de verde, presentes na cidade, a priori, para interceder no conflito em Una e Buerarema.
Um dos leitores afirmou que foi abordado e recebeu um jato de spray de pimenta no rosto, e o seu amigo na região da boca, quando estavam andando de skate nas proximidades da prefeitura.
Outro relato diz respeito à uma revista feita a um grupo de jovens que se encontravam no começo da ladeira que dá acesso ao alto do Pacheco, segundo o denunciante, apenas conversando, sem oferecer nenhuma espécie de risco ou ameaça. Um dos presentes, que afirma ser menor de idade, contou que os soldados do exército chegaram com truculência, mandou todos sentarem em fileira e ainda afirmaram que eles já tinham idade para receber um tiro no meio da cara.
Foi para oferecer esse tipo de serviço que o exército foi destacado para a região?

COMUNIDADE DE ITACARÉ REVOLTADA COM ABUSOS DE AUTORIDADE DE SOLDADO PM

violênciaVida de policial militar não é definitivamente um mar de rosa.
Além de labutar diariamente com a violência, coisa que, há de se convir, não é algo muito agradável, é obrigado a conviver com o precário aparelhamento da instituição, baixos salários, pouco reconhecimento da sociedade, descaso dos políticos, dentre outros tantos fatores.
Mas isso em hipótese alguma os gabarita a agir utilizando a intimidação e a truculência como ferramentas “complementares” das suas funções sociais.
E é justamente isso que vem se sucedendo na paradisíaca cidade de Itacaré, segundo relatos, com uma absurda e inaceitável constância.
Em contato com a nossa redação, moradores de lá relataram uma série de casos envolvendo abusos de autoridade, protagonizada por um policial militar lotado na companhia da PM do citado município.
Um desses casos se sucedeu na noite da segunda-feira (08), no espaço conhecido por Maluca Beleza, onde um evento beneficente era realizado.
Por volta das 00:30h, quatro policiais militares adentraram no espaço, informando que o evento tinha que acabar, pois a autorização era para que ele durasse somente até a meia-noite. Após dado o aviso os policiais se retiraram.
Alguns minutos depois eles voltaram ao local e constataram que o som já havia sido desligado. Porém, o músico que se apresentava na noite, explicava para o público o porquê do som ter sido interrompido.
Tal músico, vale ressaltar, é um cantor de reggae talentosíssimo, muito respeitado e querido em Ilhéus, sua cidade natal, mas que hoje em dia reside em Itacaré, onde leva alegria e entretenimento à vários espaços da cidade, com sua música de muita qualidade.
Pois bem, inexplicavelmente um dos policiais presentes achou que o músico, ao dar as explicações ao público, estava desmerecendo as autoridades policiais. Coisa que, segundo relatos de algumas pessoas que estavam lá, não se sucedeu em nenhum momento. Retirado violentamente do palco, o músico foi humilhado em frente a várias pessoas e recebeu voz de prisão. Após muita conversa e demonstrações descabidas de intimidação por parte dos PMS, a prisão acabou não se sucedendo.
O que havia de alegria e descontração positiva na festa, vale lembrar, de caráter beneficente, acabou, e todos saíram amedrontados e tristes. Sentimento comum para as vítimas da violência. Nesse caso, infelizmente, propiciada por aqueles que são pagos para nos oferecer segurança.
Como afirmamos, esse foi apenas um caso envolvendo o citado policial militar. Ele tem um vasto histórico de intimidações e abuso de autoridade. Coisa que está revoltando e indignando profundamente os moradores de Itacaré, que já pensam em organizar uma manifestação, a fim de que as autoridades competentes tomem as devidas providências.
“Eu sou a ditadura, a ditadura aqui sou eu”, é o que costuma bradar o policial.
Até quando? É o que todos se questionam.


debenhams
cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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