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MUJICA DEFENDERÁ NA ONU LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

José Mujica, presidente do Uruguai.

José Mujica, presidente do Uruguai.

O presidente do Uruguai, José (Pepe) Mujica, defenderá na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sua proposta de legalização da maconha, aprovada esta semana pela Câmara dos Deputados uruguaia.
Segundo um porta-voz do presidente, a expectativa é de que a lei já tenha entrado em vigor no Uruguai quando Mujica discursar na ONU no mês que vem. 
A lei prevê concessões de licenças para o cultivo, a venda e o consumo da maconha, mas ao mesmo tempo pune quem plantar ou vender a erva sem autorização.
A compra de maconha será limitada a 40 gramas mensais por pessoa.

E QUE SE FAÇA LUZ

iluminação ilheus
A prefeitura de Ilhéus tomou tenência e vai iniciar o que chamam de “requalificação do sistema de iluminação pública”. Neste sábado, 03, os agentes da empresa Engelux, vencedora da licitação, iniciam o trabalho no bairro do Hernani Sá, na zona sul da cidade. 
A ação já foi realizada nos bairros do Pontal, Sapetinga, Jardim Pontal, parte do Teotônio Vilela e do Malhado, além de ruas do centro da cidade, avenidas Esperança (Governador Roberto Santos), Princesa Isabel e Soares Lopes.
O trabalho é realizado em dois turnos. À noite, os agentes da empresa contratada identificam os pontos críticos e durante o dia, fazem a reposição. Além da substituição das lâmpadas de 200 watts por outras de 400 watts, também são realizados a troca da célula fotoelétrica, que mantém a lâmpada apagada durante o dia. 
Conforme explica o titular da Sedur, Isaac Albagli, o roteiro foi elaborado seguindo as demandas da população. “A meta é que até final deste mês de agosto, toda a rede de iluminação da sede esteja requalificada”, prevê Isaac.

ILHÉUS: GAROTA DE PROGRAMA DO FACEBOOK INFORMA QUE CASOU E PAROU DE OFERECER SEUS SERVIÇOS

Ela ganhou notoriedade ao se utilizar do Facebook para divulgar os seus serviços. A, agora, ex-garota de programa Ana Lúcia Cúry, conhecida por Nana Cúry, não pestanejou em expor sua atividade profissional na rede social, divulgando detalhes dos seus serviços, preços, promoções, imagens e afins.
A coisa rendeu, e chamou a atenção do Blog do Gusmão, que publicou uma entrevista com ela (Veja Aqui), por sinal, com muitos mais acessos do que a do prefeito Jabes Ribeiro, concedida ao mesmo meio de comunicação.
Mas, para a tristeza dos seus clientes, a profissional do sexo informou nesse sábado (03) que as suas atividades cessaram, pois ela estaria se casando.
São coisas da vida…

print nana cury

A AGONIA DA ABRIL

PAULO NOGUEIRA-BRASIL EM PAUTA
editora-abril-quebradaAo contrário de outras crises da mídia impressa, desta vez o caso é terminal.
A comunidade jornalística está em estado de choque pela carnificina editorial ocorrida na Editora Abril.
Mas eis uma agonia anunciada.
Revistas – a mídia que fez a grandeza da Abril – estão tecnicamente mortas, assassinadas pela internet.
Os leitores somem em alta velocidade. Quando você vê alguém lendo revistas (ou jornal) num bar ou restaurante, repare na idade.
Jovens estão com seus celulares ou tablets conectados no noticiário em tempo real.
Perdidos os usuários, foi-se também a publicidade. Em países como Inglaterra e Estados Unidos, a mídia digital já deixou a mídia impressa muito para trás em faturamento publicitário.
E no Brasil, ainda que numa velocidade menor, o quadro é exatamente o mesmo. Que anunciante quer vincular sua marca a um produto obsoleto, consumido por pessoas “maduras”?
Apenas para lembrar, no mundo das revistas, nunca, em lugar nenhum, funcionou publicitariamente revista para o público “maduro”.
Sucessivas revistas para mulheres “de meia idade” em diversos países fracassaram à míngua de anúncios. O anunciante quer o jovem no auge do consumo. É um fato.
Crises, as editoras de revistas enfrentaram muitas. Mas esta é diferente. Desta vez, o caso é terminal.
Antes, e eu vivi várias crises em meus anos de Abril, você sabia que uma hora a borrasca ia passar.
Agora, você olha para a frente e observa apenas o cemitério.
Sobrarão, no futuro, algumas revistas – mas poucas, e de circulação restrita porque serão um hábito quase tão extravagante quanto se movimentar em carruagem.
Na agonia, o que companhias como a Abril farão é seguir a cartilha clássica: tentar extrair o máximo de leite da vaca destinada a morrer.
Para isso, você enxuga as redações, corta os borderôs, piora o papel, diminui as páginas editoriais e, se possível, aumenta o preço.
É uma lógica que vale mesmo para títulos como Veja e Exame, os mais fortes da Abril. Foi demitido, por exemplo, o correspondente da Veja em Nova York, André Petry.
Grandes revistas da Abril, como a Quatro Rodas, passaram agora a não ter mais diretor de redação.
Em breve deixará de fazer sentido uma empresa que encolhe ficar num prédio como o que a Abril ocupa na Marginal do Pinheiros, cujo aluguel é calculado entre 1 e 2 milhões de reais por mês.
É inevitável, neste processo, que a empresa perca o poder de atrair talentos. Quem quer trabalhar num ramo em extinção?
Os funcionários mais ousados tratarão de sair, em busca de carreiras em setores que florescem.
Ao contrário de crises anteriores para a mídia impressa, esta é, simplesmente, terminal.
Corre o boato de que a empresa será vendida. Mas quem compra uma editora de revistas a esta altura? Recentemente, no Reino Unido, correu o boato de que o proprietário dos títulos Evening Standard e Independent estaria vendendo seus jornais. Numa entrevista, isso lhe foi perguntado por um jornalista. “Mas quem está comprando jornais?”, devolveu ele.
É um cenário desolador – e não só para a Abril como, de um modo geral, para toda a mídia tradicional, incluída a televisão.
A internet é uma mídia que se classifica como disruptora: ela simplesmente mata. O futuro da tevê está muito mais na Netflix ou no Youtube do que na Globo.
As empresas de mídia estão buscando alternativas para sobreviver. A News Corp, de Murdoch, separou recentemente suas divisões de entretenimento e de mídia, para que a segunda não contamine a primeira.
A própria Abril vai saindo das revistas e tentando um lugar ao sol na educação.
Mas escolas – supondo que a Abril supere o problema dramático de imagem da Veja, pois isso vai levar muitos pais a recusar dar a seus filhos uma educação suspeita de contaminação pela Veja – não dão prestígio e nem dinheiro como as revistas deram ao longo de tantos anos.
Isso quer dizer que a Abril luta pela vida. Mas uma vida muito menos influente e glamorosa do que a que teve sob Victor Civita, primeiro, e Roberto Civita, depois.

FÁBRICA DE TECIDOS É ARROMBADA PELA 7ª VEZ EM ILHÉUS

Empresários do polo industrial de Ilhéus, localizado na zona norte da cidade, reclamam, além da falta de estrutura, da insegurança no local.
Um bom exemplo vem de uma pequena fábrica de tecidos instalada por lá. Nos últimos 70 dias, foram sete arrombamentos ao galpão. O último aconteceu na madrugada deste sábado (03).
Queixas feitas na delegacia surtem resultado nenhum. Casos parecidos são corriqueiros na região. A falta de policiamento é um prato cheio para os espertinhos de plantão.

CÂMARA DE ILHÉUS EXONERA DIRETORES

camaraCom a corda no pescoço, a câmara de vereadores de Ilhéus exonerou os diretores adjuntos de todos os gabinetes. A medida, teria alegado o presidente da câmara, Dr. Jó, foi forçada pelo alto índice de gastos com pessoal.
No legislativo, só podem ser gastos com pagamento de salários 75% das receitas.
A tábua de graxa alivia os cofres da câmara, já que os diretores adjuntos recebiam cerca de 3 mil reais por mês.
A medida foi bastante criticada por vereadores da base e da oposição e deve ser mantida somente até o fim do ano, quando o valor do repasse recebido pela câmara será revisado.

REÚNE ILHÉUS APONTA CONTRADIÇÕES NAS PLANILHAS DAS EMPRESAS DE ÔNIBUS

Empresas reclamam das gratuidades, mas burlam números.

Empresas reclamam das gratuidades, mas burlam números.

O movimento Reúne Ilhéus, desde que teve acesso às planilhas de custos das empresas Viametro e São Miguel, analisa a fundo os documentos. A papelada foi entregue ao movimento pela prefeitura. Esse documento serve de base para as empresas pedirem o reajuste da tarifa.
Em pedido protocolado em maio, Viametro e São Miguel solicitam tarifa a R$ 3,05.
Nas análises, segundo o movimento, foram constatadas contradições graves. O documento afirma que as gratuidades, classificadas pela empresa como um “câncer”, permite que 28% dos usuários do transporte não paguem a tarifa. Segundo as empresas, são 700 mil utilizações por mês.
Porém, na planilha, aparecem somente 264,4 mil gratuidades mensais.
Outro ponto controverso diz respeito à meia passagem para estudantes. Segundo o movimento, o cadastro do SIT possui em torno de 50 mil estudantes. Considerando a utilização do transporte coletivo por esses estudantes durante 20 dias ao mês, haveria um milhão de utilizações.
Já a planilha indica uma média mensal de 413,6 mil utilizações. Assim, apenas metade dos estudantes cadastrados usa o transporte coletivo. Os números jogam por terra as reclamações das empresas quanto ao benefício dos estudantes.
O Reúne Ilhéus aponta também o desrespeito das empresas quanto ao limite de anos de utilização dos veículos.
Diz o movimento que, segundo as planilhas, 70 ônibus das duas empresas possuem mais de cinco anos de uso (sendo que 10 veículos ultrapassam uma década), o que infringe a Lei Orgânica do Município e o Edital de Licitação que estabelece a validade de cinco anos.
“Estamos analisando o IPK – índice de passageiro por quilômetro, que é essencial para chegarmos ao valor ideal da tarifa, porém é difícil confiar em tais números visivelmente contraditórios”, afirma o Movimento.
Há duas semanas, o prefeito Jabes Ribeiro propôs uma comissão para avaliar as planilhas. Mas parece jogar à torcida. Até hoje, o decreto que institui o grupo de trabalho não foi assinado.

PODEM CHAMAR O PAPA PARA NEGOCIAR COM JABES

Só Francisco na causa.

Só Francisco na causa.

Os sindicatos de servidores grevistas de Ilhéus, numa ato quase ingênuo, convocaram políticos para tentar a flexibilizar o prefeito Jabes Ribeiro em relação às reivindicações.
O deputado Josias Gomes e o presidente da BahiaGás, Davidson Magalhães, já se reuniram com os sindicatos. Mas, na hora de sentar à mesa com o prefeito, a conversa é sempre a mesma “reajuste é zero”.
Jabes não flexibiliza, se recusa a dar até mesmo a reposição da inflação, algo em torno de 5% de reajuste. Os sindicatos acenam até com a possibilidade de parcelar o repasse do índice.
Nos próximos dias, os deputados estaduais Pedro Tavares (PMDB) e Ângela Sousa (PSD) devem entrar nas negociações. Ângela, por sinal, é arqui-inimiga do prefeito.
Só vai faltar nas conversas o Papa Francisco.

LULA: “A INTERNET É A NOSSA MÍDIA”

BRASIL 247
LULAO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, durante a abertura do XIX Foro de São Paulo, na noite desta sexta-feira (2), a integração dos países da América Latina. Ele disse que é preciso “ter consciência que a esquerda está enfraquecida no mundo” e neste cenário, a América Latina pode ser “um farol para a nova esquerda”.
“Está na hora que construirmos um consenso entre as esquerdas da América Latina para mostrar que sabemos governar. O Brasil tem mais responsabilidade para garantir que a integração aconteça”, afirmou.
No discurso de quase trinta minutos, o ex-presidente citou por diversas vezes o ex-presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que morreu em março deste ano, em decorrência de um câncer. “Eu e Chávez éramos uma espécie de animadores desse processo de integração. Durante muitas vezes eu e ele nos encontramos para discutir este tema. Ninguém é insubstituível, mas o Chávez vai fazer muita falta para nós”, disse.
Lula também comentou as manifestações que estão ocorrendo no Brasil desde junho. “Essas manifestações têm de tudo, a maioria é coisa boa. Mas por de trás disso tem fascistas também. Ao encontrar alguém na rua protestando seria melhor perguntar: por que você está protestando? E não achar que são inimigos”, defendeu. Ele afirmou ainda que os políticos precisam se renovar. “Nós fomos ficando velho e perguntando cadê a juventude em nossos partidos? Precisamos nos renovar”, avisou.
O petista também chegou a falar sobre a democratização dos meios de comunicação e destacou a necessidade da esquerda criar os seus próprios instrumentos de comunicação. “Agora com a internet, do jeito que ela funciona, nós temos a capacidade de ter a nossa própria mídia. Nós precisamos criar o nosso instrumento de comunicação. O que está acontecendo no mundo serve de aprendizado”, ressaltou.
O encontro reúne os partidos progressistas da América Latina e Caribe irá debater sobre a atual conjuntura internacional e aprovar um plano de ação para o próximo período. A XIX edição do Foro de São Paulo tem como temas centrais, “aprofundar o processo de mudanças em cada país e acelerar o processo de integração regional”, segundo Valter Pomar, secretário-executivo do Foro. Entre os temas a serem debatidos estão a situação no Oriente médio; a relação entre América Latina e África; a situação na Europa e nos Estados Unidos; a relação entre a América Latina e os Brics.

BANDA DENUNCIA DESCASO E DESRESPEITO DA FICC COM ARTISTAS LOCAIS

Mendigo Blues.

Mendigo Blues.

A situação plenamente lamentável se sucedeu essa semana com a banda do eixo Itabuna-Ilhéus, Mendigos Blues, durante o Festival Firmino Rocha em Itabuna.
Através de uma nota de esclarecimento, os integrantes da banda denunciaram que foram desrespeitados e desmerecidos pela organização do festival, a Fundação Itabunense de Arte e Cidadania (FICC).
Os músicos afirmam que em nenhum momento a produção do evento informou os detalhes da programação, por exemplo, o horário da apresentação deles. Para terem essa informação, os integrantes da banda foram obrigados a entrar em contato com os produtores. Algo, diga-se de passagem, totalmente absurdo em se tratando de um evento artístico.
A banda afirma que, após divulgarem a sua apresentação durante toda a semana, em cima da hora foram informados que teriam que antecipar o show e que a duração tinha sido diminuída para bem menos da metade do que foi acordado com a produção, que passou por cima do que foi designado no edital. No final das contas, o tempo disponível só deu para eles tocarem três músicas. Para a frustação das muitas pessoas que se deslocaram até de outras cidades para ver o show deles.
Tudo isso, segundo os músicos, para privilegiar uma atração tida como principal, de fora da cidade.
Mas o pior ainda estava por vir. Após todos os empecilhos e percalços, a banda, quando subiu ao palco, se deu conta de que a infraestrutura oferecida estava muito aquém do ideal para a realização de um show. Microfones sem funcionar, instrumentos sem a equalização e os técnicos contratados para tal serviço, de braços cruzados e inertes, sem se importar com a situação, que comprometeu seriamente a qualidade da apresentação.
Ao questionarem a situação lastimável, os músicos ouviram dos produtores a clássica expressão: “A porta da rua é serventia da casa”.
Ao se queixarem com o responsável pelo evento, o Sr. Fernando Caldas, ele se esquivou e afirmou não ter nada a ver com a situação.
Bem, se é esse o tratamento que os músicos da terra merecem, as pessoas responsáveis por esse triste episódio, reza o bom senso, não deveriam estar no comando de um órgão público cuja função é apoiar e criar as ferramentas necessárias para que a arte e a cultura local sejam valorizadas.
Que papelão hein FICC.
Clique no Leia Mais e veja a nota de esclarecimento na íntegra.
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dom eduardo

lm mudancas













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