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:: ‘LGBT’

DIVERSIDADE DA BAHIA É DESTACADA EM CONFERÊNCIA SOBRE TURISMO LGBT

Divulgação

A 3ª Conferência Internacional da Diversidade e Turismo LGBT, que acontece até quarta-feira (28), em São Paulo, tem o apoio da Secretaria do Turismo do Estado da Bahia (Setur), que é membro oficial da organização Mundial LGBT.

Durante a abertura, o titular da pasta, Fausto Franco, ressaltou a diversidade do Estado, além das belezas naturais, riqueza cultural e histórica e a hospitalidade do povo. :: LEIA MAIS »

II MOSTRA EXPERIMENTAL DE ARTE DRAG QUEEN ACONTECE NESTE SÁBADO EM ILHÉUS

II Mostra Experimental de Arte Drag Queen acontece nesta sábado (10)

Vai ter Rouge, Rihanna, Mariene de Castro, Beyoncé, Linda Batista, As Frenéticas e muito mais na Mostra Experimental da II Vivência com a Arte Drag Queen do Grupo Teatro/Circo Maktub. O evento acontece às 19 horas deste sábado (10), na Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI). “O resultado é um caleidoscópio de identidades, brilhos e discursos. Para a mostra, esta turma promete diversão e reflexão”, declarou o diretor Fábio Nascimento. O ingresso será vendido na modalidade pague quanto quiser e a classificação indicativa é 14 anos.

A II Vivência com a Arte Drag Queen contou com discussões teóricas, exercícios corporais, dança, maquiagem e construção de cenas. As atividades foram realizadas nos dias 02, 03, com atividades programadas para a manhã e tarde do dia 10. As ações vêm sendo conduzidas por Fábio Nascimento, Talisson Ricardo, Matheus Lima, Guto Pacheco e Ian Lopes.

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ATLAS DA VIOLÊNCIA APONTA AUMENTO EM TAXAS DE FEMINICÍDIO NO BRASIL

Atlas da violência também incluiu pesquisa sobre população LGBTI.

A edição do Atlas da Violência deste ano mostra que a taxa de homicídio de mulheres cresceu acima da média nacional em 2017. O estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela que, enquanto a taxa geral de homicídios no país aumentou 4,2% na comparação 2017-2016, a taxa que conta apenas as mortes de mulheres cresceu 5,4%. Apesar disso, o indicador continua bem abaixo do índice geral (31,6 casos a cada 100 mil habitantes), com 4,7 casos de mortes de mulheres para cada grupo de 100 mil habitantes. Ainda assim, é a maior taxa desde 2007.

Em 28,5% dos homicídios de mulheres, as mortes foram dentro de casa, o que o Ipea relaciona a possíveis casos de feminicídio e violência doméstica. Entre 2012 e 2017, o instituto aponta que a taxa de homicídios de mulheres fora da residência caiu 3,3%, enquanto a dos crimes cometidos dentro das residências aumentou 17,1%. Já entre 2007 e 2017, destaca-se ainda a taxa de homicídios de mulheres por arma de fogo dentro das residências que aumentou em 29,8%.

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MAIORIA DO STF VOTA POR CRIMINALIZAÇÃO DA “LGBTFOBIA”

Julgamento foi suspenso, mas aprovação já é maioria no STF.

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (23) para enquadrar a homofobia e a transfobia como crimes de racismo. Até o momento, seis dos 11 ministros votaram nesse sentido.

A sessão desta quinta marcou o quinto dia de julgamento sobre a criminalização de condutas discriminatórias contra a comunidade LGBTQ. A análise será retomada no dia 5 de junho com os votos de cinco ministros

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ESTUDANTES DA UFSB LANÇAM REVISTA EM QUADRINHOS COM TEMÁTICA LGBTI

Da esq. para a dir., Saulo, Fernanda e Gabriel: quadrinhos para conscientizar. Foto: Gustavo Johann

Um dos projetos apoiados pelo edital UFSB: Lugar de Cultura, a revista Gênero(s) e(m) silenciamentos: A violência nossa de cada dia, de autoria da professora Fernanda Lunkes (UFSB) e dos estudantes Saulo Carneiro (UFSB) e Gabriel Onasses (UESC) já está concluída. A obra aborda questões de gênero, sexualidade e violência sob a perspectiva de pessoas LGBTI+, e pretende sensibilizar o público leitor acerca das muitas violências às quais alguns grupos e sujeitos estão submetidos cotidianamente. 

A revista, que foi concluída em janeiro, é um dos resultados do projeto de pesquisa O discurso sobre gênero na mídia: efeitos de produções de evidências e processos de silenciamento, no qual Saulo foi orientado pela professora Fernanda no programa de Iniciação Científica (PIBIC).

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DEPUTADO BAIANO PROPÕE LEI ANTI-HOMOFOBIA NA AL-BA

Proposta de lei é de autoria do deputado Jacó (PT). FOTO: Bahia Noticias

Na semana em que o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma o julgamento sobre a criminalização da homofobia e da transfobia, o deputado estadual Jacó (PT) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um Projeto de Lei normatiza procedimentos de combate à violência lgbtfóbica.

O PL 23.085/2019  é baseado numa minuta de legislação elaborada pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bisexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e por militantes de movimentos da causa LGBTI. Caso se torne lei, o projeto prevê sanções às práticas discriminatórias como advertência e multa. 

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RELATOR NO STF DIZ QUE HOMOFOBIA DEVE SER TRATADA COMO RACISMO

FOTO: Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello votou nesta quarta-feira (20) a favor da criminalização da homofobia, que é caracterizada pelo preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais). Pelo voto do ministro, agressões deverão ser enquadradas como crime de racismo diante da inércia do Congresso em aprovar uma lei para punir os casos de homofobia. 

Mello é o relator da na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 26, que começou a ser julgada na semana passada pelo STF. Na ação, o PPS defende na Corte que a minoria LGBT deve ser incluída no conceito de “raça social”, e os agressores, punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um a cinco anos de reclusão, de acordo com a conduta.

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NA CONTRAMÃO DO STF, BOLSONARO SE MANIFESTA CONTRA CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA

Posicionamento de Bolsonaro tem forte influência da bancada evangélica que o apoiou nas eleições.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou o Twitter para se manifestar contra o julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a criminalização da homofobia.

Bolsonaro compartilhou um texto sobre a posição da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre o tema, argumentando que essa não é tarefa da Justiça e sim do Legislativo. “Em respeito aos princípios da democracia é que a AGU requer que a decisão sobre a tipificação penal da homofobia seja livremente adotada pelos representantes legitimamente eleitos pelo povo, nesse caso, o Congresso Nacional”, escreveu o presidente.

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GRUPO GAY DA BAHIA REBATE CRITICAS DE DEPUTADO BAIANO QUE É CONTRA CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA

Deputado Abílio Santana do PHS (à esq.) chamou criminalização da homofobia de “vitimização”. Presidente do GGB (à dir.) rebateu.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na próxima quarta-feira (13) uma ação protocolada pelo PPS para criminalizar a homofobia, que é caracterizada pelo preconceito contra o grupo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais).

No entendimento do partido, a minoria deve ser incluída no conceito de “raça social” e os agressores punidos na forma do crime de racismo. O deputado federal baiano Abílio Santana (PHS), que também é pastor evangélico, discorda da inclusão dos homossexuais como raça. “Eles sugerem tornar criminosos aqueles que não aceitam a prática homossexual. Ainda querem incluir como discriminação racial. Desde quando homossexual é uma raça? Homossexual são homens e mulheres com prática homossexuais. Não uma raça. […] Criminalizar a homofobia é uma forma de vitimização”, afirmou.

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UFBA APROVA COTAS PARA TRANSEXUAIS E REFUGIADOS PARA GRADUAÇÃO

UFBA segue exemplo de outras federais e aprova cotas para Trans e Refugiados.

Universidade Federal da Bahia (Ufba) terá, a partir de janeiro de 2019, cotas para transexuais, transgêneros, travestis e refugiados ou imigrantes em situação de vulnerabilidade social. A instituição já possui vagas diferenciadas para quilombolas e índios aldeados.

A decisão foi aprovada na última quarta-feira (19), em reunião do Conselho Acadêmico de Ensino da Ufba, por meio da Resolução 07/2018.

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dom eduardo

lm mudancas

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