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:: ‘Cultura’

BRASIL INVESTIU MAIS DE R$ 18 MILHÕES EM 17 FILMES QUE NUNCA CHEGARAM AO GRANDE PÚBLICO

O GLOBO
Marco Ricca e Paulo Betti caracterizados nas filmagens de 'Chatô', um dos 17 longas que usaram dinheiro público e nunca saíram do papel.

Marco Ricca e Paulo Betti caracterizados nas filmagens de ‘Chatô’, um dos 17 longas que usaram dinheiro público e nunca saíram do papel.

Nos últimos 20 anos, o Brasil investiu R$ 18,7 milhões na produção audiovisual brasileira sem obter qualquer retorno. A cifra nunca deu origem a filme algum nem foi devidamente devolvida aos cofres públicos. Ela é a soma de tudo o que foi captado, via renúncia fiscal, por 17 projetos que hoje integram uma espécie de lista negra da Agência Nacional do Cinema (Ancine): a das produções com contas reprovadas.
Se fosse aplicado, esse valor seria suficiente para produzir três filmes do porte de “2 filhos de Francisco” (2005), que custou cerca de R$ 6 milhões, ou nove “O som ao redor” (2013), orçado em pouco menos de R$ 2 milhões.
A lista foi solicitada à Ancine com base na Lei de Acesso à Informação. Na relação existem projetos para públicos diversos. Há, por exemplo, uma adaptação do livro “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, que deveria ter saído do papel em 1996; uma do romance “Memorial de Maria Moura”, de Rachel de Queiroz, idealizada em 1997; um documentário com depoimentos de Betinho, de 1998; e o polêmico longa-metragem “Chatô, o rei do Brasil”, para o qual o produtor Guilherme Fontes começou a captar dinheiro em 1995. O valor investido também varia muito. Numa ponta está o doc sobre Betinho, que captou R$ 8 mil; na outra, “Chatô”, com R$ 8,6 milhões.
Segundo a Ancine, as 17 produtoras da lista não podem “aprovar novos projetos, prorrogar, redimensionar, remanejar ou obter autorização para movimentar recursos já aprovados”. Elas também estão “impedidas de contratar com o Fundo Setorial do Audiovisual ou receber apoio de fomento direto da agência”.
Mas, hoje, a maioria dessas produtoras não é sequer localizável. Muitas talvez nem existam mais.
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PROJETO “SANTO DE CASA FAZ MILAGRE. PAGUE PRA VER”

Iniciativa busca projetar artistas locais.

Iniciativa busca projetar artistas locais.

O projeto “Santo de casa faz milagre sim! Pague pra ver”, foi idealizado pelas cantoras Brena Gonçalves e Laís Marques, a fim de expor nossos talentos ilheenses, com suas produções, composições e expressões.
Nesta primeira edição, serão 4 shows musicais de artistas da terra da Gabriela. No entanto, o projeto visa integrar outras artes no construir das edições futuras. Em domingos alternados entre agosto e outubro, o Espaço Cultural Bataclan receberá o projeto com shows que iniciarão sempre as 20h, sendo o espaço aberto ao público, ás 19h.
Os ingressos serão limitados, apenas 80 lugares, por tanto as vendas são antecipadas, e a partir de hoje você já poderá adquirir o ingresso para este suspiro cultural em nossa cidade.
O primeiro show será no dia 25 de agosto, com o grupo Soma 3, projeto paralelo dos artistas, Eddy Oliveira, Brena Gonçalves e Laís Marques.  Os shows seguintes são, Agenor 7 Cordas, dia 08 de setembro;  Gabriela Maia, dia 22 de setembro e por fim, Itassucy dia 6 de outubro.

OFICINAS ARTÍSTICAS, SARAU E ESPETÁCULO EM ILHÉUS

Neste final de semana, os ilheenses poderão conferir o resultado dos trabalhos realizados na cidade pelos alunos das oficinas de escrita, leitura e contação de histórias, fruto do projeto Caravana Canto das Letras, realizado pelo coletivo Criaturas Alaranjadas Cia de Teatro, do Distrito Federal.
Na sexta-feira, dia 16, será realizado um sarau, no Espaço Cultural Casa Aberta, situado no Outeiro, a partir das 20h, com entrada gratuita. Já no sábado, haverá o espetáculo Canto das Letras, no mesmo horário e local. 
Estão sendo ministradas oficinas desde terça-feira (13), e abordam temáticas relacionadas com produção de escrita e leitura dramática.
Ilhéus é o primeiro município da Bahia contemplado com o projeto itinerante cênico-literário, idealizado e produzido pela companhia de teatro.
Além das oficinas, as atividades da caravana consistem em distribuir gratuitamente livros, praticar leitura dramática e escrita, criar e contar histórias, montar e organizar sarau, elaborar cortejo poético-musical pelas ruas dos municípios, além da apresentação do espetáculo.
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OFICINAS DE ESCRITA, LEITURA E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM ILHÉUS

A oficina de Escrita Criativa, dirigida pelo dramaturgo, diretor e jornalista Sérgio Maggio, marcou o início do segundo dia de atividades da Caravana Canto das Letras, em Ilhéus, nesta terça-feira, dia 13. O projeto é uma ação do coletivo Criaturas Alaranjadas Cia de Teatro, do Distrito Federal, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult). Também iniciaram nesta terça, as oficinas de Contação de Histórias, ministrada pela arte-educadora, Rose Costa, e de Leitura Dramática, dirigida pelo diretor e arte-educador Jonas Abreu, com textos de autores nacionais e ilheenses.
O resultado das atividades culminará na realização de um sarau na sexta-feira, dia 16, e na apresentação do espetáculo Canto das Letras, nosábado, dia 17. Os eventos vão ocorrer a partir das 20 horas, no Espaço Cultural Casa Aberta, no Outeiro de São Sebastião, com entrada gratuita.
Com os olhos vedados, os participantes da oficina de Escrita Criativa percorreram ruas do centro de Ilhéus para aguçar outros sentidos e perceber a cidade de forma ampliada. Para a estudante de Comunicação da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Raisa Lima, a expectativa é que a vivência lhe ajude a expandir horizontes, acrescentando outros conhecimentos ao seu currículo acadêmico. “Espero modificar a construção do meu texto de forma mais criativa, principalmente a partir do contato com as pessoas na rua”, diz ela.
O coordenador do Grupo Afro Dilazenze, Gilsonei Rodrigues Santos (Mestre Ney), pretende multiplicar o aprendizado das oficinas na sua comunidade, Bairro da Conquista, onde também dirige um ponto de cultura. “Venho em busca de novas técnicas para desenvolver nossos projetos nas áreas de teatro e literatura”, ressalta o agente cultural.
“Nosso principal objetivo é ajudar o leitor a se transportar para o mundo imaginário das histórias contidas nos livros, por meio das técnicas de teatro e de contação de histórias”, enfatiza Jonas Abreu. Para o diretor, esta vivência na terra de Jorge Amado é rica e estimulante. No encerramento do projeto, além de sintetizar o aprendizado das oficinas, os participantes são convidados a dar continuidade às atividades. “Esperamos que os artistas ilheenses abracem o sarau e que ele continue a acontecer depois que nossa caravana passar”.
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MUSICAL “AUTO DO BOI DA CARA PRETA” DE QUINTA À SÁBADO NA TENDA DO TPI

Foto: Karoline Vital

Foto: Karoline Vital

O musical infanto-juvenil “Auto do Boi da Cara Preta” será o segundo espetáculo apresentado em comemoração aos 18 anos do Teatro Popular de Ilhéus (TPI). A montagem da Cia. Boi da Cara Preta, Núcleo Infanto-juvenil do TPI, traz a alegria e o colorido dos festejos do bumba meu boi.
A peça estará em cartaz de quinta-feira à sábado (08 a 10), sempre às 20h, na tenda montada na avenida Soares Lopes, em Ilhéus. As entradas custam R$ 20 e R$ 10.
Estreada no final de 2007, o espetáculo ganhou nova roupagem em novembro do ano passado, com mais personagens e canções. A peça é inspiradaa no bumba meu boi de seu Oreco, do povoado ilheense de Urucutuca. O elenco de jovens atores e atrizes cantam, dançam e executam a trilha sonora ao vivo. Vários sons nordestinos, como as cantigas das lavadeiras, o aboio dos vaqueiros, o xaxado e o coco se misturam ao rock e ao blues, sob a direção musical de Elielton Cabeça.
A história, escrita por Romualdo Lisboa, apresenta uma versão de como surgiu a canção de ninar “Boi da Cara Preta”. Narrada pelo próprio boi, a peça mostra a busca do vaqueiro Mateus em atender aos desejos de sua esposa Catarina. Ela está grávida e anseia pela língua do boi que pertence ao austero e temido coronel Firmino. A partir desta premissa, começam as divertidas peripécias e desventuras dos protagonistas.
Para a diretora geral, Tânia Barbosa, o musical Auto do Boi da Cara Preta é uma celebração da cultura popular que agrada todas as idades. “A montagem uma homenagem às tradições, mostrando ao público jovem como os pais, avós e bisavós se divertiam. E os mais velhos podem matar a saudade dos folguedos que participavam”, afirmou.
OFICINA DE MÚSICA GRATUITA – Neste sábado (10), o professor Ricardo Maciel ministrará oficina de harmonia e improvisação, das 14 às 16 horas, na Tenda do TPI. A iniciativa será gratuita e será voltada a todos os instrumentos musicais. Entre os assuntos trabalhados estão: formação de escalas, acordes, campo harmônico, modos gregos e arranjos aplicados em música popular. Haverá sorteios de um violão, um cavaquinho e outros brindes surpresas. O projeto tem apoio das Lojas Wense.

BANDA DENUNCIA DESCASO E DESRESPEITO DA FICC COM ARTISTAS LOCAIS

Mendigo Blues.

Mendigo Blues.

A situação plenamente lamentável se sucedeu essa semana com a banda do eixo Itabuna-Ilhéus, Mendigos Blues, durante o Festival Firmino Rocha em Itabuna.
Através de uma nota de esclarecimento, os integrantes da banda denunciaram que foram desrespeitados e desmerecidos pela organização do festival, a Fundação Itabunense de Arte e Cidadania (FICC).
Os músicos afirmam que em nenhum momento a produção do evento informou os detalhes da programação, por exemplo, o horário da apresentação deles. Para terem essa informação, os integrantes da banda foram obrigados a entrar em contato com os produtores. Algo, diga-se de passagem, totalmente absurdo em se tratando de um evento artístico.
A banda afirma que, após divulgarem a sua apresentação durante toda a semana, em cima da hora foram informados que teriam que antecipar o show e que a duração tinha sido diminuída para bem menos da metade do que foi acordado com a produção, que passou por cima do que foi designado no edital. No final das contas, o tempo disponível só deu para eles tocarem três músicas. Para a frustação das muitas pessoas que se deslocaram até de outras cidades para ver o show deles.
Tudo isso, segundo os músicos, para privilegiar uma atração tida como principal, de fora da cidade.
Mas o pior ainda estava por vir. Após todos os empecilhos e percalços, a banda, quando subiu ao palco, se deu conta de que a infraestrutura oferecida estava muito aquém do ideal para a realização de um show. Microfones sem funcionar, instrumentos sem a equalização e os técnicos contratados para tal serviço, de braços cruzados e inertes, sem se importar com a situação, que comprometeu seriamente a qualidade da apresentação.
Ao questionarem a situação lastimável, os músicos ouviram dos produtores a clássica expressão: “A porta da rua é serventia da casa”.
Ao se queixarem com o responsável pelo evento, o Sr. Fernando Caldas, ele se esquivou e afirmou não ter nada a ver com a situação.
Bem, se é esse o tratamento que os músicos da terra merecem, as pessoas responsáveis por esse triste episódio, reza o bom senso, não deveriam estar no comando de um órgão público cuja função é apoiar e criar as ferramentas necessárias para que a arte e a cultura local sejam valorizadas.
Que papelão hein FICC.
Clique no Leia Mais e veja a nota de esclarecimento na íntegra.
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ILHÉUS DIVULGA AGENDA CULTURAL DESTE SEMESTRE

Uma série de ações, eventos e projetos desenvolvidos nas diversas áreas culturais do município, como teatro, literatura e estímulo à leitura, entre outros, integra a programação elaborada pela Secult para este segundo semestre. Além da realização da Conferência Municipal de Cultura, que discutirá até este sábado dia 3, o Plano Plurianual (PPA), entre outros aspectos, a Secult destaca o Festival Latino-Americano de Teatro, que acontecerá em setembro.
O calendário cultural também abre espaço para o Festival de Teatro Infantil, que acontece durante a primeira quinzena de outubro, com oficinas e espetáculos. E para o Mês da Consciência Negra, em novembro, está prevista a promoção de diversos eventos, entre eles, o I Seminário Municipal da Juventude Negra. A programação da Secult também contempla a Primavera dos Museus, de 23 a 29 de setembro, além da Caravana das Letras e de um grande evento sobre a diversidade sexual, cujas datas ainda serão definidas.

WAGNER MOURA DIRIGIRÁ FILME SOBRE CARLOS MARIGHELLA

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O ator Wagner Moura não para. Mesmo longe da televisão, o baiano está envolvido em vários projetos relacionados ao cinema, dentre eles, a atuação nos filmes “Serra Pelada”, “Elysium” e “Trash”.
A novidade agora é que o ator também fará sua estreia na direção de um longa. O projeto está relacionado, inclusive, à vida de outro baiano: Carlos Marighella.
A família do líder comunista, assassinado em 1969, já autorizou o projeto. Baseado no livro “Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou o Mundo”, do jornalista carioca Mário Magalhães – que também já cedeu os direitos de adaptação -, a adaptação contará com ajuda da teatróloga Maria, neta do guerrilheiro.

CONTINUAM ABERTAS INSCRIÇÕES PARA CURSOS E OFICINAS NA TENDA DO TPI

Foto: Karoline Vital

Foto: Karoline Vital

A Tenda do Teatro Popular de Ilhéus segue com inscrições abertas para cursos e oficinas artísticas. Atualmente, há vagas para bateria e percussão, violão e guitarra, dança afro, capoeira e acrobacia aérea em tecido. Neste mês, haverá ainda o projeto de intercâmbio Chamgement, com aulas de dança de salão, e a oficina gratuita de harmonia e improvisação. Mais informações pelo telefone (73) 4102-0580 ou no espaço cultural, das 14 às 18 horas.
Na manhã desta quinta-feira (1º), a professora Paula ofereceu aula experimental de acrobacia aérea em tecido. Foram 13 participantes, introduzidos às técnicas dos movimentos acrobáticos e exercícios de alongamento. Para a artista circense Flávia Farias, a aula foi uma oportunidade de atualização. “Fazia cinco anos que eu não praticava esse número e, nessa primeira aula, pude reformular meu trabalho, aprendendo posições novas, além de diferentes formas de alongar o corpo”, declarou.
Para participar das aulas de acrobacia aérea em tecido não é exigida experiência. Até mesmo crianças, com idade superior a oito anos, podem aprender a técnica circense. As aulas serão ministradas todas as segundas e quartas-feiras, das 9 às 11 horas, na Tenda do Teatro Popular de Ilhéus. A mensalidade custa R$ 60.
A oficina de harmonia e improvisação, oferecida pelo professor Ricardo Maciel, acontecerá no dia 10 de agosto, das 14 às 16 horas. A iniciativa será gratuita e abrange todos os instrumentos musicais, com formação de escalas, acordes, campo harmônico, modos gregos e arranjos aplicados em música popular. Ele também ministra as aulas de violão e guitarra, que acontecem às quartas-feiras às 16 horas. A mensalidade custa R$ 80.
O curso de bateria e percussão com o professor Sabará acontece às sextas-feiras com turmas às 9 horas e às 14 horas. A mensalidade custa R$ 40. As aulas de dança afro-brasileira, com Neide Rodrigues, são ministradas às terças-feiras às 16 horas e aos sábados às 10 horas. O custo mensal é de R$ 50 ou a aula avulsa por R$ 15.
E o curso de capoeira, oferecido pelo Mestre Virgílio, já vem acontecendo no espaço cultural desde julho, mas com vagas abertas para novos alunos. Os encontros são todas as segundas-feiras, às 18 horas e custa R$ 30 por mês.

CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA EM ILHÉUS DISCUTE O PLANO PLURIANUAL

Será realizado na sexta e no sábado (02 e 03), em Ilhéus, no auditório do IME, a edição de 2013 da Conferência Municipal de Cultura.
O evento, que deverá contar com a presença de representantes de diversos segmentos do setor, será aberto às 19h, prosseguindo no sábado, das 8 às 16h.
Durante a conferência, a sociedade terá a oportunidade de discutir o Plano Plurianual (PPA), instrumento que norteará as políticas públicas da cultura local para os próximos quatro anos (2014-2017).

dom eduardo

arquiteto













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