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:: ‘Cacau’

PRODUÇÃO DE CHOCOLATES IMPULSIONA TURISMO NA REGIÃO CACAUEIRA

Chocolate baiano é destaque no Chocolat Festival

Uma região celebrizada em todo o mundo pelas obras magistrais do escritor Jorge Amado com seus coronéis, jagunços, trabalhadores, etc. e cenários de fantasia como o Vesúvio de Nacib e Gabriela, o Bataclan de Maria Machadão e suas moçoilas dadivosas e o universo único das fazendas de cacau.

A esse universo, que faz do Sul da Bahia um local que encanta pessoas do Brasil e do Exterior, soma-se um emergente polo de produção de chocolates de origem, com mais de 40 marcas apresentadas e comercializadas no Chocolat Festival, realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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CHOCOLATE BAIANO É DESTAQUE EM FESTIVAL DE SÃO PAULO

Cacau produzido na Bahia faz sucesso no Festival em São Paulo.

Mais de 40 marcas de chocolate e produtores de cacau da Bahia estarão presentes no principal evento do setor, o Chocolat Festival, que acontece pela primeira vez em São Paulo. Marcas como Bahia Cacau, Amado, Sagarana, ChOr, Mestiço, são algumas que representarão o estado no pavilhão da Bienal do Ibirapuera, entre os dias 12 e 14 de abril.

Além da grande exposição e venda de chocolates de Origem, Bean To Bar, Premium e Gourmet, o festival tem programação completa com experiências sensoriais, uma série de atividades culturais, exposição com a história do Chocolate, cursos e palestras. 

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CACAUICULTORES BAIANOS ENTRAM EM ALERTA APÓS INCENTIVOS PARA PRODUÇÃO DE CACAU NA AMAZÔNIA

Divulgação.

A possibilidade de áreas degradadas da Amazônia receberem Títulos Verdes (green bonds) para o financiamento de plantio de cacau levantou questionamentos entre os cacauicultores da Bahia. O estado, que abriga aproximadamente 85% da produção de todo o cacau no país, desde a década de 1980 enfrenta problemas e tenta se recuperar do acometimento da vassoura de bruxa.

A emissão dos green bonds ainda está sob avaliação do governo federal através do Ministério da Economia. Mas conforme apurado pelo Estadão, a ideia é ampliar concessões florestais e utilizar terras públicas sem destinação específica. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os Títulos Verdes são títulos de dívida utilizados com o objetivo de captar recursos a fim de implantar ou refinanciar projetos e compra de ativos capazes de proporcionar benefícios ao meio ambiente.

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FESTIVAL CHOCO SUMMER INCREMENTOU CALENDÁRIO DO VERÃO EM ILHÉUS

Divulgação

Durante dez dias, de 1° a 10 de fevereiro, ilheenses e turistas se deliciaram com a 3ª edição do Festival Choco Summer, realizado pela MVU Promoções e Eventos, com apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte (Setur). O espaço montado na Avenida Soares Lopes, principal cartão postal da cidade, reuniu 48 expositores, a maioria deles empreendedores da área de chocolate.

O festival atende diferentes gostos, por reunir gastronomia, música e negócios, com exposição e comercialização de chocolates em um único ambiente. Este ano, a exposição tronou-se mais um atrativo do projeto “Cidade Verão”, complexo de lazer turístico instalado na Avenida Soares Lopes.

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BANCO MUNDIAL APROVA TECNOLOGIA DA BIOFÁBRICA DE CACAU EM ILHÉUS

Divulgação

Representantes do Governo do Estado apresentaram, nesta terça-feira (05), em Ilhéus, a Biofábrica de Cacau, projeto referência na produção de mudas de qualidade, a integrantes do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD/Banco Mundial).

A visita faz parte da programação da Missão de Avaliação do projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e visa firmar uma parceria com a Biofábrica para fornecer mudas para os beneficiários do projeto contemplados nos editais de Fruticultura e Mandiocultura.

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FESTIVAL CHOCOSUMMER REÚNE GASTRONOMIA, MÚSICA E NEGÓCIOS EM ILHÉUS, DE 1º A 10 DE FEVEREIRO

Divulgação

Ilhéus recebe a terceira edição do Festival ChocoSummer, de 1° a 10 de fevereiro, no “Cidade Verão”, complexo de lazer turístico instalado na Avenida Soares Lopes. O ChocoSummer é realizado pela MVU Promoções e Eventos, com apoio da Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte (Setur) e reúne gastronomia, música e negócios, com exposição e comercialização de chocolates.

A expectativa para este ano é receber um público maior, comparando com edições anteriores, pois no novo espaço, onde será instalada a feira, existem outras atividades de lazer e entretenimento. Realizado sempre no verão, época de grande fluxo de visitantes em Ilhéus, o ChocoSummer agrega valor às marcas e produtores de chocolate da região.

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GOVERNO DO ESTADO INVESTE NA PRODUÇÃO DO CACAU E DO CHOCOLATE

Lançamento do Plano Operacional do Cacau e do Chocolate. FOTO: SECOM PMI

O Governo do Estado lançou, nesta quinta-feira (8), o Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018-2022, em parceria com Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC/MAPA). O lançamento aconteceu na sede regional da Ceplac, em Ilhéus, e contou com as presenças do governador da Bahia em exercício, João Leão e dos secretários Jeronimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural), José Alves (Turismo) e Geraldo Reis (Meio Ambiente).

João Leão destacou que a ampliação da produção de cacau e o polo chocolateiro são fundamentais para a economia regional, gerando milhares de empregos. “Além do cacau, o Governo do Estado está investindo em obras como o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste, em parceria com empresários chineses, além da construção da nova ponte Ilhéus-Pontal, já em fase de execução, e da duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, num conjunto de ações que vão inserir o Sul da Bahia como um grande polo econômico”, enfatizou.

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DESMONTE INSTITUCIONAL DA CEPLAC É TEMA DE DEBATE NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Foto: Daniel Ferreira.

Foto: Daniel Ferreira.

A crise e o desmonte institucional da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) foram debatidos nesta quinta-feira (6) em audiência pública proposta pelo coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia, deputado Marcelino Galo (PT), na Assembleia Legislativa. A redução em quase 50% do orçamento para 2017, o rebaixamento institucional, tornando o órgão departamento da Secretaria de Mobilidade Social do Produtor Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e o enxugamento dos setores de pesquisa e extensão estão entre os problemas apontados como centrais no desmonte promovido pelo governo Michel Temer a partir de abril de 2016. Além deles, a não realização de concurso público há 30 anos contribui com o agravamento do quadro da instituição que já teve 4 mil funcionários mas hoje só conta com 1.722 servidores, sendo que 65% já estão aptos a se aposentar.

Na audiência foi destacado ainda o histórico da Ceplac, que completou em fevereiro passado 60 anos, o trabalho desenvolvido ao longo do tempo e suas contribuições para o desenvolvimento da Bahia, além das consequências sociais, econômicas e ambientais que estão sendo ocasionadas em virtude do desmonte institucional do órgão promovido pelo Governo Federal.  No estado, por exemplo, estima-se que 2,5 milhões de baianos de mais de 61 municípios sejam prejudicados pelas medidas adotadas pelo governo e que comprometem o trabalho da instituição no desenvolvimento territorial, na pesquisa agropecuária, na extensão rural e na qualificação profissional. Para Galo, a Ceplac tem sido tratada de forma desrespeitosa por quem, em sua opinião, não compreende o papel desenvolvido pelo órgão na assistência, na pesquisa, no desenvolvimento regional e na proteção da biodiversidade do bioma Mata Atlântica.

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ALTA DO DÓLAR BENEFICIA CACAUICULTORES

A TARDE
cacauCom a alta do dólar e o aumento da cotação do produto na bolsa de valores de Nova Iorque o preço do cacau subiu 38% desde o final de julho. A commodity, que começou o ano valendo R$ 63 a arroba, alcançou na sexta-feira passada R$ 87. Na semana retrasada, atingiu o valor de R$ 93. A última vez em que isso ocorreu foi em 2011.
Essa alta representa um alívio importante para o setor cacaueiro, mas não teve o efeito positivo que poderia caso a cultura não tivesse passado por maus momentos em 2012. Nesse período, a arroba chegou a ser vendida a R$ 56 e os produtores ficaram com boa parte da safra – a maior dos últimos dez anos – estocada  devido a grande importação  de cacau proveniente da África.
Descapitalizados, os cacauicultores investiram menos nas lavouras, o que se repercutiu na produção deste ano. Enquanto a safra 2012/2013, na Bahia, rendeu 180,5 mil toneladas de amêndoas de cacau, a 2013/2014 deve atingir no máximo 150 mil, segundo estimativa da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac).  Em alguns casos, a falta de chuvas também colaborou para essa queda de produtividade. 
Perspectivas
Para o analista de mercado Thomas Hartmann, um dos efeitos positivos dessa valorização é o provável incentivo aos cuidados com a lavoura.
Quanto ao mercado, os especialistas são unânimes em afirmar que é difícil traçar um cenário futuro para o preço da commodity, pois é comum haver especulação.  Há, porém, fatores que sinalizam a manutenção desse bom patamar.
Um deles é o início da recuperação da economia americana, o que implica na valorização do dólar. Além disso, o país é um grande consumidor de chocolate.
A África, continente de onde sai 72% do cacau usado no mundo, é outro fator. Devido a seca que assola o continente, o estoque deve ficar menor.
De qualquer modo, os produtores estão mais tranquilos desde que o cacau ingressou na Política de Preço Mínimo do governo federal, que estabeleceu, em julho, o valor de R$ 75 para a arroba.
Por outro lado,  defendem que, para cobrir os custos de produção, o ideal é que chegasse a R$ 85. “Com o novo salário mínimo, vai ficar difícil pagar a mão de obra”, diz o secretário-executivo da Câmara Setorial do Cacau, Isidoro Gesteira.

PRODUTORES CONSEGUEM ANULAÇÃO DEFINITIVA DAS DÍVIDAS DO CACAU

MERCADO DO CACAU
cacauO tribunal de Justiça da Bahia anulou pela primeira vez, em definitivo, os débitos de cacauicultores do sul da Bahia, contraídos após a praga da vassoura de bruxa. José Augusto Novais e Silva e sua esposa Eloysa Cabral Novais obtiveram ganho de causa em decisão que não cabe mais recurso.
De acordo com os advogados do casal, este é um feito inédito; “o Tribunal de Justiça da Bahia já deu igual decisão em diversos processos movidos por cacauicultores contra o Banco do Brasil, sendo, no entanto, a primeira vez que a decisão será objeto de Execução contra o agora devedor Banco do Brasil, numa justa, necessária e nunca tarde troca de posições, saindo os cacauicultores da condição de devedores para a de credores, colocando o Banco na condição de devedor, réu e executado”, informou Rogério Brandão, um dos advogados.
De acordo com Brandão, com a decisão judicial, o Banco do Brasil além de pagar indenização aos cacauicultores por danos morais e materiais, deverá restabelecer o crédito positivando os seus respectivos nomes junto aos órgãos credores, anular toda a dívida, liberar as propriedades, e indenizar financeiramente por toda produção que perderam, em decorrência da praga.
“É sem dúvida uma vitória definitiva da cacauicultura baiana, e um alento e renovo aos que, ainda estão esperando por uma decisão judicial. Assim, acreditamos que este é mais um incentivo para a permanência da cultura no estado”, concluiu Brandão. 

dom eduardo

arquiteto











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