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:: ‘Cacau’

GOVERNO DO ESTADO INVESTE NA PRODUÇÃO DO CACAU E DO CHOCOLATE

Lançamento do Plano Operacional do Cacau e do Chocolate. FOTO: SECOM PMI

O Governo do Estado lançou, nesta quinta-feira (8), o Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018-2022, em parceria com Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC/MAPA). O lançamento aconteceu na sede regional da Ceplac, em Ilhéus, e contou com as presenças do governador da Bahia em exercício, João Leão e dos secretários Jeronimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural), José Alves (Turismo) e Geraldo Reis (Meio Ambiente).

João Leão destacou que a ampliação da produção de cacau e o polo chocolateiro são fundamentais para a economia regional, gerando milhares de empregos. “Além do cacau, o Governo do Estado está investindo em obras como o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste, em parceria com empresários chineses, além da construção da nova ponte Ilhéus-Pontal, já em fase de execução, e da duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, num conjunto de ações que vão inserir o Sul da Bahia como um grande polo econômico”, enfatizou.

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DESMONTE INSTITUCIONAL DA CEPLAC É TEMA DE DEBATE NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Foto: Daniel Ferreira.

Foto: Daniel Ferreira.

A crise e o desmonte institucional da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) foram debatidos nesta quinta-feira (6) em audiência pública proposta pelo coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia, deputado Marcelino Galo (PT), na Assembleia Legislativa. A redução em quase 50% do orçamento para 2017, o rebaixamento institucional, tornando o órgão departamento da Secretaria de Mobilidade Social do Produtor Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e o enxugamento dos setores de pesquisa e extensão estão entre os problemas apontados como centrais no desmonte promovido pelo governo Michel Temer a partir de abril de 2016. Além deles, a não realização de concurso público há 30 anos contribui com o agravamento do quadro da instituição que já teve 4 mil funcionários mas hoje só conta com 1.722 servidores, sendo que 65% já estão aptos a se aposentar.

Na audiência foi destacado ainda o histórico da Ceplac, que completou em fevereiro passado 60 anos, o trabalho desenvolvido ao longo do tempo e suas contribuições para o desenvolvimento da Bahia, além das consequências sociais, econômicas e ambientais que estão sendo ocasionadas em virtude do desmonte institucional do órgão promovido pelo Governo Federal.  No estado, por exemplo, estima-se que 2,5 milhões de baianos de mais de 61 municípios sejam prejudicados pelas medidas adotadas pelo governo e que comprometem o trabalho da instituição no desenvolvimento territorial, na pesquisa agropecuária, na extensão rural e na qualificação profissional. Para Galo, a Ceplac tem sido tratada de forma desrespeitosa por quem, em sua opinião, não compreende o papel desenvolvido pelo órgão na assistência, na pesquisa, no desenvolvimento regional e na proteção da biodiversidade do bioma Mata Atlântica.

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ALTA DO DÓLAR BENEFICIA CACAUICULTORES

A TARDE
cacauCom a alta do dólar e o aumento da cotação do produto na bolsa de valores de Nova Iorque o preço do cacau subiu 38% desde o final de julho. A commodity, que começou o ano valendo R$ 63 a arroba, alcançou na sexta-feira passada R$ 87. Na semana retrasada, atingiu o valor de R$ 93. A última vez em que isso ocorreu foi em 2011.
Essa alta representa um alívio importante para o setor cacaueiro, mas não teve o efeito positivo que poderia caso a cultura não tivesse passado por maus momentos em 2012. Nesse período, a arroba chegou a ser vendida a R$ 56 e os produtores ficaram com boa parte da safra – a maior dos últimos dez anos – estocada  devido a grande importação  de cacau proveniente da África.
Descapitalizados, os cacauicultores investiram menos nas lavouras, o que se repercutiu na produção deste ano. Enquanto a safra 2012/2013, na Bahia, rendeu 180,5 mil toneladas de amêndoas de cacau, a 2013/2014 deve atingir no máximo 150 mil, segundo estimativa da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac).  Em alguns casos, a falta de chuvas também colaborou para essa queda de produtividade. 
Perspectivas
Para o analista de mercado Thomas Hartmann, um dos efeitos positivos dessa valorização é o provável incentivo aos cuidados com a lavoura.
Quanto ao mercado, os especialistas são unânimes em afirmar que é difícil traçar um cenário futuro para o preço da commodity, pois é comum haver especulação.  Há, porém, fatores que sinalizam a manutenção desse bom patamar.
Um deles é o início da recuperação da economia americana, o que implica na valorização do dólar. Além disso, o país é um grande consumidor de chocolate.
A África, continente de onde sai 72% do cacau usado no mundo, é outro fator. Devido a seca que assola o continente, o estoque deve ficar menor.
De qualquer modo, os produtores estão mais tranquilos desde que o cacau ingressou na Política de Preço Mínimo do governo federal, que estabeleceu, em julho, o valor de R$ 75 para a arroba.
Por outro lado,  defendem que, para cobrir os custos de produção, o ideal é que chegasse a R$ 85. “Com o novo salário mínimo, vai ficar difícil pagar a mão de obra”, diz o secretário-executivo da Câmara Setorial do Cacau, Isidoro Gesteira.

PRODUTORES CONSEGUEM ANULAÇÃO DEFINITIVA DAS DÍVIDAS DO CACAU

MERCADO DO CACAU
cacauO tribunal de Justiça da Bahia anulou pela primeira vez, em definitivo, os débitos de cacauicultores do sul da Bahia, contraídos após a praga da vassoura de bruxa. José Augusto Novais e Silva e sua esposa Eloysa Cabral Novais obtiveram ganho de causa em decisão que não cabe mais recurso.
De acordo com os advogados do casal, este é um feito inédito; “o Tribunal de Justiça da Bahia já deu igual decisão em diversos processos movidos por cacauicultores contra o Banco do Brasil, sendo, no entanto, a primeira vez que a decisão será objeto de Execução contra o agora devedor Banco do Brasil, numa justa, necessária e nunca tarde troca de posições, saindo os cacauicultores da condição de devedores para a de credores, colocando o Banco na condição de devedor, réu e executado”, informou Rogério Brandão, um dos advogados.
De acordo com Brandão, com a decisão judicial, o Banco do Brasil além de pagar indenização aos cacauicultores por danos morais e materiais, deverá restabelecer o crédito positivando os seus respectivos nomes junto aos órgãos credores, anular toda a dívida, liberar as propriedades, e indenizar financeiramente por toda produção que perderam, em decorrência da praga.
“É sem dúvida uma vitória definitiva da cacauicultura baiana, e um alento e renovo aos que, ainda estão esperando por uma decisão judicial. Assim, acreditamos que este é mais um incentivo para a permanência da cultura no estado”, concluiu Brandão. 

CONCURSO VALORIZA IMPORTÂNCIA HISTÓRICA E AMBIENTAL DO JEQUITIBÁ

arvores cabrucaO jequitibá faz parte da cultura brasileira e por sua importância histórica e ambiental tem emprestado seu nome para designar cidades, ruas, parques e shoppings em todo o país. Considerado um verdadeiro tesouro entre os produtores da região cacaueira do sul da Bahia, também serviu de inspiração para novelas, livros e músicas. É por esses e outros motivos que o Instituto Cabruca, por meio do Programa Árvores da Cabruca, escolheu homenagear e premiar o maior jequitibá da região, na 1ª edição do “Concurso Maiores Árvores da Região Sul da Bahia”, que está com inscrições abertas.
Com os quinhentos anos de colonização e a exploração desordenada, os jequitibás praticamente desapareceram do Nordeste do Brasil. As árvores foram transformadas em materiais de construção e de mobiliário ou então derrubadas para gerar mais espaço para as plantações.
A importância do Concurso “Maiores Árvores da Região Sul da Bahia” é pelo objetivo de estimular a conservação de grandes árvores como o jequitibá e, ao mesmo tempo, valorizar o Sistema Agroflorestal Cabruca e a Mata Atlântica no imaginário coletivo da região Sul da Bahia criando identidade e pertencimento.
A partir do mês de agosto, uma equipe formada por técnicos do Instituto Cabruca e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), irá visitar o proprietário da área ou posseiro onde está localizado o jequitibá inscrito para inspeção e medição da árvore.
Para contribuir com a ação, o Instituto Cabruca promoverá o lançamento de camisas sustentáveis focada na linha jequitibá produzidas por mulheres dos assentamentos rurais Luanda em Itajuípe e Terra Vista em Arataca. Cada camisa vendida ajudará na geração de renda das comunidades, restauração de Áreas de Preservação Permanente (APP) e enriquecimento agroflorestal da cabruca, além de promover o menor impacto possível no meio ambiente.
“A pretensão do concurso é que a cada ano seja escolhida uma nova categoria de árvore e assim chamar a atenção para a importância dessas diferentes espécies como patrimônio histórico, cultural e paisagístico na região” afirma o presidente do Instituto Cabruca, Durval Libânio.

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CÂMARA DOS DEPUTADOS PRORROGA PAGAMENTO DAS DÍVIDAS DO CACAU

geraldo simoes entrevistaA Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem (quarta, 10), a emenda aglutinava numero 1 da Medida Provisória 610. O dispositivo prorroga  até o dia 31 de dezembro o prazo para renegociação das dívidas do cacau.
A emenda foi proposta pelo deputado federal Geraldo Simões (PT/BA).
“A ampliação permite que os produtores tenham um novo prazo para renegociar as dívidas e obterem os benefícios do PAC do Cacau, como os recursos para investir na recuperação da lavoura cacaueira”, afirma o deputado, que agora vai se mobilizar para que a MP seja  aprovada no Senado e sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

1 EM CADA 3 CHOCOLATES VENDIDOS NÃO É CHOCOLATE REAL, DIZ ASSOCIAÇÃO

Armando Pereira Filho | Do UOL, em Ilhéus (BA)
Um em cada três chocolates comuns vendidos no Brasil, produzidos pelas grandes indústrias, não pode ter esse nome de chocolate porque não é feito com o percentual mínimo de cacau exigido pela legislação.
Segundo as regras, para ser considerado chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau, mas muitos não chegariam nem a 5%.
A denúncia é de Marco Lessa, 43, produtor de cacau, presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) e organizador de feira de chocolate, que reúne agricultores e pequenas indústrias.
“O que o brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados, vendido como chocolate, é apenas doce, não chocolate”, afirma. “Estimo que um terço dos chocolates estejam nessa situação. Esses não devem ter nem 5% de cacau.”
Lessa também diz que muitos chocolates amargos, com suposto alto teor de cacau (de 50% a 70%), produzidos pelas grandes indústrias e vendidos no mercado nacional por preço maior não têm esse percentual declarado.
“Dizem que têm 70%, mas não têm. Não existe fiscalização para confirmar esse percentual”, declara. Ele não apresentou nenhuma pesquisa ou teste que comprovem essa avaliação, mas diz que o problema se manifesta no próprio sabor dos produtos.

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“VAMOS CRIAR CONDIÇÕES PARA QUE O CACAU SEJA VENDIDO COM PREÇOS MÁXIMOS”, AFIRMA GERALDO SIMÕES

geraldo simoes entrevistaVice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, o deputado federal Geraldo Simões (PT), um dos propositores da inclusão do cacau na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), vê a medida anunciada pelo governo federal na última quinta-feira (04) como “uma grande vitória” da lavoura, que começa a se reerguer.
“Garantidos os preços mínimos, vamos criar condições para que o cacau seja comercializado com preços máximos”, afirma Geraldo.
Segundo o deputado, era injusta a ausência da amêndoa na política nacional, criada há 70 anos. Para garantir o preço mínimo de R$ 75 para a arroba do cacau, o governo federal, por meio de suas agências, compra o produto e estoca, mantendo o controle sobre o mercado.
Com esse novo passo dado à frente pelos produtores, Geraldo pontuou para o ILHÉUS 24H os novos desafios da lavoura regional.
“Não podemos continuar com a produtividade em torno de 20 arrobas por hectare. Precisamos aumenta-la para 50 arrobas. Precisamos também mudar a nossa cultura; ao invés de vender amêndoa de cacau, temos de produzir chocolates finos”.
Defendeu a transferência para a Ceplac da responsabilidade pela emissão de licença para o manejo da propriedade, hoje feita pelo governo do Estado; criticou a “criação exagerada de unidades de conservação”; e defendeu a criação de “novo marco regulatório para disciplinar as exageradas demarcações de terras indígenas”.
Na conversa, o deputado federal se mostrou favorável ao fim da importação de cacau da África. Nesta semana, outro navio atracou no Porto do Malhado com nova carga da amêndoa. Produtores locais reclamam da má qualidade do produto importado e da falta de critérios sanitários.
“Em um determinado momento, quando a produção nacional foi reduzida a 100 mil toneladas/ano e o nosso parque industrial de transformação de cacau localizado em Ilhéus demandava 200 mil toneladas/ano, foi importante a importação de cacau da África e da Ásia para a manutenção das indústrias. Neste momento, quando a produção nacional alcança a marca de 200 mil toneladas com tendência a aumentar, a importação não é mais uma necessidade”.

CÂMARA APROVA SELO VERDE PARA O CACAU

cacauA Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (02), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 3665/2012, que cria o Selo Verde para o Cacau Cabruca e Cacau Amazônia. 
O Selo Verde tem como objetivo atestar que os sistemas de plantio do cacau cabruca e do cacau amazônia conservam a diversidade ecológica, os recursos hídricos, os solos e os ecossistemas de florestas.
“Além de atestar a sustentabilidade e interesse social da cacauicultura brasileira, o Selo Verde permitirá que os agricultores tenham acesso a financiamentos com melhores condições, consigam um valor melhor para o produto e paguem impostos menores, dentre outras vantagens”, comentou Félix Júnior, deputado federal autor do PL.
Os selos terão validade de dois anos e poderão ser renovados indefinidamente, mediante nova avaliação e vistoria do órgão ambiental. As despesas das análises e vistorias para a concessão das certificações serão custeadas pelo cacauicultor, com pagamento de preço público ou tarifa.
O texto segue agora para o Senado, exceto se houver recurso para que seja analisado pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

BIOFUNGICIDA RENOVA ESPERANÇA DOS CACAUICULTORES

Produto é esperança dos produtores.

Produto é esperança dos produtores.

Considerado uma das armas mais eficientes contra a vassoura de bruxa, o biofungicida Tricovab será apresentado oficialmente pela Ceplac, no Dia Internacional do Cacau, no próximo dia 16.
O Tricovab é um agente natural, desenvolvido a partir do fungo Trichoderma stromaticum, antagônico ao Moniliophtora perniciosa, que provoca a vassoura. É uma solução desenvolvida pelos pesquisadores da Ceplac e  representa, além do controle biológico da vassoura-de-bruxa, a garantia da correção ambiental, já que até sua embalagem é biodegradável, não oferecendo riscos à saúde das pessoas nem ao meio ambiente.
“A Ceplac dá à sociedade uma resposta efetiva na questão da sanidade vegetal. Porém, muito mais que isso, com um produto ambientalmente correto”, afirma avalia o suprintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart.
Serão distribuídos 10.240 quilos do biofungicida para os produtores indicados por técnicos da instituição, desde que adotem o pacote tecnológico recomendado pela Ceplac. Serão contempladas 640 propriedades (dois hectares por fazenda) em 30 municípios.

dom eduardo

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