WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
secom ponte ilheus shopping jequitiba Neste site
julho 2020
D S T Q Q S S
« jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

:: ‘Artigos’

LEITOR CRITICA O INDIVIDUALISMO NO TRÂNSITO E DEFENDE OS PARDAIS

Aonde querem chegar os motoristas de Ilhéus?
São evidentes os problemas de congestionamento em alguns pontos do município de Ilhéus, principalmente na saída para Itabuna e nas vias conectadas ao grande gargalo viário da cidade que é a Ponte Lomanto Júnior. 
Naturalmente, a sociedade se manifesta sugerindo mudanças e cobrando exaustivamente a construção da nova ponte (que parece que vai sair). A nova ponte Ilhéus-Pontal será fundamental para Ilhéus se reorganizar urbanisticamente e se firmar como uma das cidades mais desenvolvidas do litoral baiano. Mas não podemos esquecer que este ainda não será o xeque-mate da estruturação urbana da cidade, mas deve ser o catalisador de muitas outras estratégias pala desafogar e educar a população que congestiona a cidade em seus pequenos tanques de guerra.
Começo refazendo a pergunta que intitula meu texto: Aonde querem chegar os motoristas de Ilhéus? Carros na Soares Lopes trafegando a 60, 70, 80 km/h como se estivessem em uma rodovia, outros egocêntricos utilizando a faixa exclusiva de ônibus e taxis da Av. Lomanto Jr. para ultrapassar alguns veículos e se esconderem de novo antes de passarem pelos agentes de trânsito, alguns ainda reclamando de terem tomado multas na frente de escolas por estarem circulando somente a 45 km/h. 
Isso tem que mudar. E tem que mudar dentro de cada um dos “pilotos” que trafegam nesta cidade. Temos que nos conscientizar que a ilusão da velocidade em alguns pontos nos dá apenas alguns segundos, no máximo alguns minutos de vantagem em relação aos outros, mas por outro lado nos traz riscos para toda a população.
Escutamos pessoas reclamando de multas, de radares, de bafômetro. Essas ferramentas são de fundamental importância para regulamentar o trânsito. Se não forem as multas teremos uma anarquia no sistema viário.
– MAS EU FUI MULTADO POR PASSAR EM UM RADAR A 45 km/h!
– MEU SENHOR, VC ESTAVA EM FRENTE A UMA ESCOLA E DEVERIA ESTAR PASSANDO A MENOS DE 30!
Os agentes de trânsito devem multar mesmo, multar pela falta de cinto de segurança, multar por dirigir ao telefone, e multar inclusive as pessoas que não dão seta para fazer uma conversão. Afinal de contas, partimos do pressuposto que todos que dirigem fizeram autoescola e foram orientados sobre a legislação de trânsito.
Ilhéus vai começar a discutir a mobilidade urbana de forma participativa, e todos devem fazer parte desta discussão, se manifestado da forma que for possível. Vamos diminuir a pressa e aumentar o respeito.
Germano Johansson é morador de Ilhéus e leitor atento do ILHÉUS 24H.

COMEÇAR DE NOVO

Por Rodrigo Cardoso, presidente do PCdoB-Ilhéus e do Sindicato dos Bancários local 

Ótimo ver a qualidade e responsabilidade dos dirigentes sindicais, que mesmo mantendo as críticas à rodrigo cardosocondução inicial do processo e expressando suas “dúvidas” e “certezas”, justificadas ou não, sobre as intenções do prefeito com a mudança, se fortalece e se unifica ao mobilizar as bases trabalhadoras para a defesa (e conquista) de direitos.

Em recente audiência pública na Câmara de Vereadores, representantes dos servidores municipais debateram com o Procurador-Geral do Município e o Secretário de Administração acerca da mudança do regime jurídico dos servidores, de celetista para estatutário.
É importante registrar o acerto da construção de tal momento. Essa questão que afeta milhares de famílias e estabelece um novo paradigma jurídico para reger as relações do município com seus servidores é de vital interesse para toda a sociedade ilheense, que paga a conta e necessita de serviços públicos de qualidade, que só podem ser prestados por funcionários valorizados, profissionalizados e cientes de suas responsabilidades.
Bom ver o Legislativo cumprindo a sua função de interlocutor da sociedade, superando picuinhas que acabam por distorcer ou limitar os papéis democráticos, tanto da oposição, que tem todo o direito de fiscalizar e questionar as medidas do executivo em todos os âmbitos, quanto da base-de-apoio, que naturalmente sustenta as propostas do prefeito, as aperfeiçoa no debate e propõe políticas públicas com a devida responsabilidade de auxiliar concretamente para os resultados positivos do governo, navegando além do mero jogo para a plateia.

:: LEIA MAIS »

COMO MATAR OS JORNALISTAS

Por Mauro Santayanna, jornalista

mauroOs jornalistas incomodam porque são insistentes testemunhas diante da opinião pública

O Brasil é um dos países mais perigosos para os jornalistas. Se excluirmos as zonas de guerra ou de conflito armado interno, o país se encontra à frente nessas estatísticas. Nove já morreram este ano. Aqui nenhum jornalista morre de balas perdidas, como é comum nos confrontos bélicos. Todas acham seu alvo. Só este ano, 4 jornalistas foram assassinados em nosso país – e 600, nos últimos dez anos, no mundo.
Os jornalistas incomodam porque são insistentes testemunhas diante da opinião pública. E há aqueles que ousam ter uma posição política definida, quase sempre contra governantes autoritários e violentos. Desde a independência, matam jornalistas no Brasil. O primeiro caso foi o de Líbero Badaró, assassinado em São Paulo por sicários, a mando do desembargador Candido Ladislau Japi-Açu – mas há quem identifique o próprio Pedro I, como o real mandante do crime.
Líbero Badaró era italiano, e o seu assassino, alemão. Estava no Brasil havia pouco mais de três anos, era médico e jornalista. Fundou, um ano depois de chegar, “O Observador Constitucional”, que dirigia pesadas críticas ao Imperador. Com o seu sacrifício, surgia o costume de matar jornalistas e, mais ainda, a impunidade.

:: LEIA MAIS »

4G: MUITA PROPAGANDA E POUCA QUALIDADE

Por Dane Avanzi, advogado, especialista em telecomunicações e presidente do Instituto Avanzi

daneSe as operadoras venderem mais serviços do que sua capacidade de antenas e equipamentos pode suportar, o 4G, quarta geração da telefonia móvel, pode não ser essa maravilha que prometem.

A tecnologia do serviço móvel privativo 4G, quarta geração da telefonia móvel, também chamada de Long Term Evolution, foi recentemente disponibilizada por algumas operadoras nas cidades sede da Copa das Confederações. Para entendermos o que de fato muda no cotidiano dos usuários, é preciso conhecer alguns conceitos e um pouco do processo histórico evolutivo deste setor no Brasil.
O serviço de telefonia móvel foi implantado no início da década de 1990 com a faixa de frequência de operação do sistema iniciada em 800 mhz até 900 mhz. Nesse período, todas as teles eram estatais e o sistema possuía alto grau de confiabilidade e qualidade, embora fosse caro e somente uma parte da população pudesse pagar por ele, que na época veio para substituir o sistema de radiochamada, ou simplesmente pager. A tecnologia era CDMA, Code Division Multiplex Access, que disponibilizava apenas a aplicação de chamadas de voz aos usuários. Podemos dizer que historicamente foi nosso 1G, ou primeira geração de celular.
Com o objetivo de universalizar o serviço e tornar o acesso possível à população em geral, em 1997 foi criada a Anatel, agência reguladora responsável pela criação de normas e regras para o setor. Nos anos seguintes, idos de 1998 a 2000, iniciou-se o processo de privatização das teles e, ato contínuo, a criação das empresas “espelho”, com intuito de quebrar o monopólio das operadoras recém-privatizadas e criar o ambiente competitivo que propiciou a queda no preço do serviço. As consideradas “espelho”, na época foram leiloadas com o nome de banda “b”, e entrava em operação a faixa de 1,8 e 1,9 GHZ, com uma inovação: a possibilidade de trafegar pequenos pacotes de dados. A tecnologia da segunda geração era TDMA, Time Division Multiplex Access.

:: LEIA MAIS »

PENA PESADA PARA ADULTO QUE ALICIAR MENOR

Por Alice Portugal, deputada federal pelo PCdoB da Bahia

alice portugalEnquanto o Estado não por ao alcance de milhões sua função constitucional de dar ao jovem proteção adequada, educação de qualidade, habitação e bem estar social, é necessário encarar de frente esta situação que se verifica com maior intensidade em São Paulo

Nos últimos tempos, a cada crime de sequestro, latrocínio ou homicídio onde bandidos utilizam-se de menores para a consecução de seus atos cruéis, retorna com força a campanha pela redução da maioridade penal como se ela fosse o único remédio disponível para a redução da criminalidade. Não é.
Chama a atenção a maneira como a grande mídia cobre as tragédias que envolvem menores. Mira o imediatismo e utiliza-se da justa comoção para vender uma ideia errada de que crimes bárbaros envolvendo menor são cotidianos.
Estranhamente a mesma indignação não se manifesta em relação às constantes chacinas que vitimam jovens, mulheres e até crianças na periferia de São Paulo, Rio de Janeiro ou Salvador e que, via de regra, são cometidas por grupos de extermínio que têm a participação de policiais.

:: LEIA MAIS »

O SALTO QUALITATIVO

Por Jaques Wagner, governador da Bahia pelo PT

wagner artigoA democracia brasileira, no seu atual estágio, merece dos agentes públicos empenho e generosidade. Empenho em fazer prevalecer o diálogo como ferramenta principal de um renovado desenho institucional. 

O exame e a análise de um suposto conflito institucional exigem, sempre, elevada dose de prudência e ponderação. A questão da relação entre os Poderes insere-se neste domínio. Postura equilibrada na matéria reconhece a necessidade de oferecer ao Parlamento a possibilidade de uma dinâmica livre e desembaraçada, e, de outra parte, à Suprema Corte, que cumpra sua tarefa constitucional deliberativa na mais absoluta plenitude.

O alcance deste propósito passa por um Congresso Nacional cônscio das suas responsabilidades e coeso na elementar e essencial tarefa de proteger a representação democrática. Idem para Judiciário e Executivo. Mais: todos os Poderes constituídos podem, e devem, interagir para proteger a democracia. O diálogo precisa ser o salto qualitativo. A democracia obriga os Poderes a acolher os argumentos recíprocos.

Nesta direção, o tipo de controle de constitucionalidade é uma questão de ordem prática e política. Não está aprisionado a nenhuma exigência de natureza jurídica ou formal. É assunto afeito ao diálogo democrático entre os Poderes. Tanto é assim que sólidas democracias, como Canadá, Inglaterra, Nova Zelândia e Israel, entre outras, desenvolveram modelos específicos e distintos para o tema.

:: LEIA MAIS »

ENTRE ESTUPROS E CHACINAS, O BRASIL QUER FICAR BEM NA FITA

Malu Fontes, jornalista e professora de Jornalismo da Ufba

malu fontesOs subtextos que se escondem sob crimes como o estupro da van são inúmeros e costumam passar em branco em termos de repercussão.

A violência do Brasil estampou-se nas manchetes do mundo há poucas semanas, quando uma turista americana entrou em uma van em um dos principais cartões-postais do país, o bairro de Copacabana, acreditando estar em segurança usando o transporte público do Rio de Janeiro. O percurso foi desviado, os demais passageiros foram obrigados a descer e a moça foi estuprada coletivamente por um bando de bárbaros que comandavam o veículo, clandestino. Bastou que, diante do caso, a imprensa internacional lembrasse que este era o país que sediaria a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olimpíadas para que a polícia do Rio se virasse nos 30 e desse conta de apresentar os criminosos em dois tempos. 
Que a imprensa internacional esbugalhe os olhos diante de fatos dessa natureza, qual a surpresa? A barbárie nas grandes cidades brasileiras assombra aqui e lá fora. Chacinas, gente queimada viva, ondas de explosão de caixas de banco, saidinhas bancárias, sequestros relâmpago e taxas de homicídio que parecem genocídio. Diante da violência de qualquer grande metrópole brasileira, Bagdá e a Faixa de Gaza são dúplex no reino da paz. 
 
No entanto, o que se torna quase tão inacreditável quanto a perpetração dessa violência em si é  a reação de boa parte da população brasileira e de lideranças políticas diante da repercussão internacional. Quem já não leu nos jornais ou ouviu na TV declarações do tipo: “Ah, isso é péssimo para a imagem do Brasil lá fora, na véspera da Copa”. Como? A violência é um horror 
é para os brasileiros, que, sem estarem em uma guerra, vivem num país onde não podem sair às ruas certos de que voltarão vivos. 
:: LEIA MAIS »

O PRÉ-SAL, SEM MILAGRES

Por José Gabrielli, Secretário de Planejamento da Bahia

gabrielliUm dos grandes desafios da Petrobras é garantir a expansão de sua capacidade de refino. A substituição de importações de derivados só será possível com a construção de novas refinarias

Em artigo publicado na Folha no último dia 18, o professor Rogério Cezar de Cerqueira Leite incorreu em erros sobre o pré-sal brasileiro, comentando, algumas vezes em tom jocoso, as relações entre essa riqueza de hidrocarbonetos com as perspectivas do etanol.
O primeiro equívoco refere-se à autoria do anúncio dos excelentes resultados da Petrobras. O recorde de 300 mil barris diários do pré-sal foi anunciado pelos veículos oficiais da Petrobras, e não por mim.
O segundo equívoco refere-se ao seu espanto com a necessidade de formar redes de pesquisa. Diferentemente de outras operações industriais, a produção de petróleo tem desafios tecnológicos constantes, de origem natural ou operacional.
Essas demandas fazem com que, mesmo com tecnologias dominadas, seja necessária a existência de uma rede de conhecimento que dê respostas rápidas aos desafios.
É esse o sentido das redes temáticas constituídas no Brasil sob a direção da Petrobras, organizando milhares de pesquisadores e expandindo a capacidade de investigações empíricas no meio acadêmico brasileiro. Não entendo o sentido do “uau” do professor da prestigiosa Universidade Estadual de Campinas.

:: LEIA MAIS »

SOBRE A CRIMINOLOGIA E A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

Por Israel Nunes, Procurador Federal e professor universitário
israel artigoO postulado da Criminologia a que me referi é o seguinte: “não é a gravidade da pena aplicada que faz a criminalidade reduzir, mas a certeza de sua aplicação”.
Desde o Marquês de Beccaria que se assentou um princípio basilar de criminologia, sempre esquecido pelos Parlamentos, especialmente o brasileiro, que age com base no casuísmo e no calor da opinião pública.
A legislação assim elaborada, sem ter por critério o mínimo de base científica cria aberrações danosas à sociedade. É.praticamente como se legislassem para considerar crime a queda de um corpo, porque não levam em conta a lei da gravidade.
Saibam que as ciências humanas também têm o mesmo caráter sistemático e se submetem a regras de validade de seus postulados semelhantes às ciências naturais.
O postulado da Criminologia a que me referi é o seguinte: “não é a gravidade da pena aplicada que faz a criminalidade reduzir, mas a certeza de sua aplicação”. Então, medidas de agravamento legal de penas ou de criminalização de contingentes cada vez maiores da população, como a redução da maioridade penal, não reduzirão a criminalidade.

:: LEIA MAIS »

UM POUCO DE AUTOAJUDA NOS CONCURSOS NÃO FAZ MAL A NINGUÉM

Por Israel Nunes, procurador federal e professor universitário
israel artigoA diferença entre o derrotado e o vencedor é esta: o derrotado se vê como derrotado; o vencedor se vê como vencedor. Um grande amigo dizia que “política se faz com os olhos no futuro”. Parafraseando ele, concurso se faz com os olhos no futuro. O concursando será vencedor se não desistir. Não há barreira que resista à persistência.
Já fiz muitos concursos públicos antes de me tornar Procurador Federal. Dezenas. Técnico Judiciário da Justiça Federal, técnico judiciário da Justiça do Trabalho, técnico bancário da Caixa Econômica Federal, Operador de Triagem e Transbordo dos Correios, Técnico do Ministério Público da União, Policial Rodoviário Federal, Delegado Federal, Defensor Público da União, Advogado da União, Procurador Federal (só passei no segundo), Delegado de Polícia do Estado de Minas Gerais, Defensor Público do Estado de Sergipe, Procurador do Estado de Sergipe, Procurador do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, Procurador do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Defensor Público do Estado da Bahia… Na maioria, fui reprovado.
Sim, perdi mais do que passei. E o que importou? Importou sobretudo o estado de espírito. Cada um deles foi visto como uma batalha. Nunca colecionei derrotas, colecionei batalhas. Não é necessário vencer todas para ganhar a guerra. Nem sequer vencer a maioria, mas vencer a mais importante. E esta venci.
A diferença entre o derrotado e o vencedor é esta: o derrotado se vê como derrotado; o vencedor se vê como vencedor. Um grande amigo dizia que “política se faz com os olhos no futuro”. Parafraseando ele, concurso se faz com os olhos no futuro. O concursando será vencedor se não desistir. Não há barreira que resista à persistência.

:: LEIA MAIS »


primark


dom eduardo

lm mudancas













WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia