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ilheus brindes
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:: ‘Artigos’

O MUNICIPALISMO BRASILEIRO

Luciano Veiga – Administrador e Especialista em Planejamento de Cidades (UESC).

A Federação Brasileira possui um extrato de importância às avessas, se de um lado é composta pela União de 26 Estados Federados, 5.570 municípios e 01 Distrito Federal. Este recorte federativo, pelo princípio da engenharia, teria nos seus pilares, a base de sustentação os municípios, raízes da sociedade, dos acontecimentos e realizações. São, portanto, o celeiro político, administrativo e ambiente inspirador ao legislador e ao judiciário.

O município é a célula viva de uma sociedade, entretanto são colocados a margem, como entes enfraquecidos e dependentes.

O conceito de municipalismo que consiste em uma ideologia política, objetiva oferecer maior autonomia aos municípios, atendendo especialmente à organização e prerrogativas das cidades, por meio de uma descentralização da administração pública, tem na sua luta um brilho de reconhecimento e necessidade. Necessidade de deixar mais leve a gestão pública, dando a quem faz os instrumentos, as ferramentas e os recursos necessários para que possamos desenvolver como nação.

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POR QUE CICLOFAIXAS E FAIXAS EXCLUSIVAS DE ÔNIBUS SÃO IMPORTANTES?

Nas últimas semanas, a Prefeitura Municipal de Ilhéus realizou modificações no trânsito das avenidas Litorânea Norte e Antônio Carlos Magalhães, no bairro do Malhado, transformando as vias em um binário de tráfego e criando faixas exclusivas de ônibus e ciclofaixas. As mudanças causaram estranhamento e dividiram opiniões. Se por um lado, comerciantes da Avenida ACM fizeram uma manifestação contrária às alterações, alegando que haverá impacto negativo para o comércio da região, ciclistas comemoraram a implantação das ciclofaixas.

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JOÃO DÓRIA JR. E O SERVIÇO PÚBLICO: VAMOS ESCLARECER ALGUNS PONTOS?

Antonio Tuccílio, presidente da CNSP*.

É no mínimo curiosa a maneira como fatos ganham notabilidade na internet. Um acontecimento pode se tornar viral em questão de minutos, enquanto outros ganham maiores proporções apenas com o passar do tempo. Na internet não há borracha, portanto, as informações podem submergir e vir à tona mais hora, menos hora. 

É o caso de uma entrevista concedida pelo atual governador de São Paulo, João Dória Jr. (PSDB), para a jornalista e hoje deputada federal eleita pelo PSL/SP, Joice Hasselmann, em 25 de agosto de 2017, quando já se falava na candidatura do ex-prefeito ao governo do Estado. A entrevista na íntegra está disponível no canal do próprio Dória Jr. no YouTube (assistir aqui).  

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UM DOM QUIXOTE EM ILHÉUS

Tacila Mendes – Comunicóloga, pós-graduanda em Gestão Cultural pela Universidade Estadual de Santa Cruz.

No dia 14 de janeiro de 2019, na lista dos indicados ao 26ª Prêmio Braskem de Teatro figurava a peça ‘O Grande Yorick’, da Trupe Teatro Sem Fim. Este prêmio é, digamos, o Oscar do Teatro baiano.

A indicação traz um sabor a mais, tanto devido à temática, quanto pelo fato de o dramaturgo, Ed Paixão, estar pela segunda vez envolvido em uma produção sul baiana indicada (a primeira foi no elenco de ‘O Santo e a Porca’, da Cia Acordada, em 2017). Para incrementar o campo das possibilidades, lembro que o Ed é do bairro Nossa Senhora da Vitória, periferia da cidade, onde a peça foi montada, utilizando-se de espaços do ACEAI. Então, conterrâneo ilheense, vista a sua camisa: será mais uma chance de torcer por uma peça da cidade, que, apesar de já ter tido representantes em indicações anteriores, nunca levou o prêmio. Ah sim, aproveite e coloque o teatro como opção para fruir em suas noites e/ou fins de semana. 

A indicação para a categoria ‘Espetáculo do interior da Bahia’ remonta a uma questão que incomoda muita gente: por que o Prêmio insiste em separar categoricamente as montagens de Salvador e do interior? Não seríamos páreo para concorrer tête-à-tête ao troféu de melhor Espetáculo Adulto, ou falta uma logística para dar conta de assistir aos espetáculos baianos e os permitir concorrer ao prêmio em pé de igualdade? Claro que é muito valida a parceria com o Festival de Teatro do Interior da Bahia, que possibilita a existência dessa categoria. Mas estamos aqui pensando em um degrau a mais que os artistas dos demais territórios possam galgar, experimentando a ampla concorrência no nicho do teatro baiano, já que este ainda é um dos poucos prêmios a que podemos confiar a nossa torcida.Tudo isso é para lembrar que estamos falando de Bahia, macro, plural. A Bahia dos 27 territórios de identidade. :: LEIA MAIS »

“BRASIL INFLUENCIA COMPORTAMENTO POLÍTICO-SOCIAL DO POVO NA FRANÇA”

Hernani Lopes de Sá, formador de opinião e bacharel em Direito.

Orgulho de fazer parte de um povo que deixou de ser chacota internacional para ser modelo de comportamento social, que vem sendo imitado pelo país que mais influenciou o mundo com revolução de ideias.

Antes mesmo da Revolução Francesa, o Iluminismo quebrou paradigmas econômicos, sociais e políticos! Com a Declaração do Homem e do Cidadão, aprovada em assembleia na primeira fase da Revolução Francesa, que tornou a França uma Monarquia Constitucional, foram consolidadas as ideias de “liberdade, igualdade e fraternidade”. Foram essas ideias que permitiram a libertação dos escravos do Haiti, que também influenciaram o Brasil na Revolta dos Alfaiates, também conhecida por “Conjuração Baiana”, em defesa da independência, do fim da escravidão e de um governo Republicano e Democrático.

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CARTA À JUVENTUDE CRISTÃ

Marcos Vinicius Vieira Reis, o Marcolino, servo do nazareno, filho do Abba, herdeiro do amor ágape.

Eu nunca saberei o que significa a dor de parto literalmente. no entanto, eu sinto nascer algo que está sendo gerado dentro de mim a meses. Me chamo Marcos Vinicius Vieira Reis, mas me popularizei pelo nome de Marcolino, nome que ainda tento identificar a origem.

Pois bem, eu quero falar com você que lê essa carta sobre um tema caro, complexo, no entanto fácil de ser entendido. Política e Religião. Espiritualidade e Cidadania.

É necessário abordar alguns conceitos antes d’eu continuar esta carta.

Primeiro. A anos deixei de ser militante em movimento social, sindical, estudantil e negro. Por motivos de saúde e posteriormente por escolha particular.

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A DEMOCRACIA E A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

Por Vinicius Briglia Pinto

Vinicius Briglia Pinto é advogado, foi Procurador do Município de Ilhéus (2006-2012), membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/BA (2013-2018), conselheiro do Conselho Municipal de Meio-ambiente CONDEMA/Ilhéus (desde 2009). No artigo “A DEMOCRACIA E A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988”, fala sobre avanços e retrocessos nos 30 anos da Constituição Federal de 1988, para o Jurista “a democracia deve ser ampla e voltada para todos os segmentos da sociedade. A democracia tem que ser real, concreta”.

Em 5 de outubro de 1988 o Congresso Nacional, através de uma constituinte, promulgou a Constituição Federal do Brasil recebida com muita euforia no meio político e jurídico, afinal, tínhamos superado o Ato Institucional nº 5 de 1968, sinalizando que o regime militar tinha chegado ao fim, mas ainda pairava dúvidas se a nova constituição iria durar ao longo dos anos.

As desconfianças tinham motivação, já que o Brasil desde que se tornou independente da Coroa lusitana, não tinha conseguido se consolidar como democracia diante de tantos turbilhões políticos, que nos legou tantas constituições. Desde a dissolução da constituinte de 1823 para a outorga da Constituição do Império de 1824, foram 8 constituições submetidas a nossa nação, tivemos a Constituição Republicana de 1891 que institucionalizou o Estado brasileiro como República Federalista, a constituição de 1934 que consolidou a Revolução de 1930, a constituição do Estado Novo de 1937, a constituição de 1946, a constituição de 1967 e a de 1969 ambas promulgadas no período militar, até chegarmos à constituição de 1988.

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INCÊNDIO NA INFÂNCIA E NA CONSCIÊNCIA

Quando criança e durante a juventude, por diversas vezes, tive a felicidade de ir à Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, para passear em seus Jardins e áreas verdes, no Zoológico e no Museu Nacional, ali situados.

Na infância, especialmente para pessoas nascidas e criadas na cidade grande, tal como eu, o Zoológico fornece lembranças inesquecíveis dos diversos animais, ali sitiados em triste situação de cativeiro que nossa mente infantil não consegue avaliar, guardando apenas a feliz lembrança dos exóticos e fascinantes animais, que somente conhecíamos pela tela da televisão.

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela Uesc.

Mas a visita ao Museu Nacional, situado na mesma suntuosa construção edificada na época do Brasil Imperial que servira de residência para Dom Pedro I, Dom Pedro II e toda a Família Imperial, também está igualmente arquivada nas telas de minha infância.

Associada ao Museu Nacional sobressai a lembrança da múmia egípcia que tive o privilégio de ver – e de que jamais esquecerei – assim como a sensação estranha provocada em nós, crianças, pelo fato de que algo tão grandiosos como aquele museu, que abrigava até mesmo ossadas inteiras de dinossauros montadas em estrutura suspensa no ar, de tamanho real, pudesse um dia ter sido a casa de alguém, ainda que este alguém tenha sido nada menos do que uma Família Real.

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A ESCADA SE LAVA DE CIMA PARA BAIXO

Uma das máximas na atividade empresarial é que “a escada se lava de cima para baixo”. Ela faz analogia ao trabalho de uma assessoria contratada por determinada empresa que precisa de uma real transformação para sobreviver, pois o seu modelo de negócio está se deteriorando e ela não consegue, sozinha, se reerguer. Ou seja a “limpeza” tem de começar pela diretoria e ir descendo até chegar à base, degrau por degrau. Muitas vezes, o gestor da empresa, que teve sucesso no passado, não quer perceber que o seu tempo passou, que seus métodos são ultrapassados. Continua se agarrado ao seu posto de maneira monolítica. O gesto pode até ser nobre, poético, heroico, mas é inócuo e principalmente egocêntrico. Pensa em si mas não no bem comum.

Nas próximas eleições de outubro, o Brasil precisa começar a lavar a escada de cima para baixo. Uma verdadeira limpeza, com produtos bem fortes, daqueles que removem toda a sujeira. Certamente dará muito trabalho, será extenuante e precisaremos de muitas mãos. A escada do poder, cujo degrau mais alto é simbolizado pelo Palácio do Planalto, deveria ser de limpeza imaculada, porém, está imundo de tantos detritos, de tantos dejetos, de tantos restos de material velho e abandonado. Olhando bem de perto seu aspecto causa nojo e repulsa. Não adianta fazer uma limpeza assim por cima, leve, apenas para constar. Temos realmente de nos empenhar para eliminar toda a sujeira.

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O PREÇO DA PRESSA

No dia do advogado (11.08), três mensagens: (“Advocacia – pilar da democracia” – Cláudio Lamachia – Folha de São Paulo -10.08.18)”; “Advogar na Bahia é um ato de coragem” – (Luiz Viana Queiroz) e “Pela Eficiência do Judiciário” (Fabrício Castro) (A TARDE – 11.08.18), focalizaram “nossa atividade profissional criminalizada ou confundida com a de nosso clientes”, “passando pelo enfrentamento À ineficiência do Poder Judiciário”.

Presidente Luiz Viana, esse “ato de coragem” se transforma em “ato de heroísmo”, no Interior. Aqui, enfrentamos, além “do colapso do sistema”, o superpoder (“ditadura da toga”) de que se armam alguns magistrados para criar barreiras intransponíveis ao livre exercício da advocacia. Chegam ao ponto de coletivamente, suscitar a suspeição por questões de foro íntimo… Um inocula nos outros o veneno peçonhento (PLEONASMO!) que corre no cérebro sob a forma de “razões íntimas”…

Esperamos que “diante desse cenário, a OAB não se furte a adotar uma postura aguerrida” (Palavras do Conselheiro FABRÍCIO CASTRO).

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dom eduardo











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