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:: ‘Artigos’

RENOVAÇÃO DE MAHOMES TRANSFORMA ASTRO DA NFL EM ATLETA MAIS BEM PAGO DO ESPORTE AMERICANO

Mahomes se torna o atleta mais bem pago dos esportes americanos.

Superastro e atual campeão da NFL, o quarterback Patrick Mahomes (25 anos) acertou recentemente a sua renovação de contrato com o Kansas City Chiefs. O novo acordo coloca Mahomes como o atleta mais bem pago da história do esporte americano e um dos maiores do esporte mundial.

O novo contrato prevê um valor fixo de US$ 450 milhões (R$ 2,5 bilhões) por dez anos e poderá chegar até US$ 503 milhões (R$ 2,7 bilhões) se alcançar todos os objetivos nas temporadas. Por ano, a quantia recebida por Mahomes será de US$ 45 milhões (R$ 251 milhões aproximadamente).

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OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE BATEM À PORTA

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Repisarei aqui, um tema antigo, um escrito velho, mas que relendo vejo tão atual. É que – como eu disse há muitos anos, lá no passado, que nos acostumamos a qualquer coisa, contanto que seja batido e repisado pelo tempo. Habituamos tanto a achar que a humanidade está mais civilizada e consciente, que ninguém presta atenção e se intimida com a possibilidade real de uma nova Grande Guerra, desta vez sem precisar que homens enfrentem os inimigos com baionetas, canhões, cavalos-de-guerra e infantaria. Basta uma ordem criptografada e um apertar de botão de qualquer lugar para que os mísseis atômicos devastem.

E cá do Atlântico Sul parece que o mundo é lá longe e que uma Terceira Guerra Mundial só afetaria aos norte-americanos e aliados europeus; à Rússia e seus coligados do Oriente Médio e Leste Europeu. Não se imagina que um acerto de contas atômico, face à questão da Síria e seu gás Sarin e sua guerra civil, vá atingir a todo o planeta e não haverá região que fique fora do raio de ação dos agressores, dos contendores e da peste que virá a bordo dos novos cavalos alados dos quatro cavaleiros do Apocalipse (Peste, Guerra, Fome e Morte) as armas atômicas.

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NOVAS PERSPECTIVAS, NOVOS RECOMEÇOS PARA ILHÉUS. MAS POR ONDE COMEÇAMOS REALMENTE? POR DENTRO

Graziela Guimarães dos Anjos é administradora de empresas (UESC), MBA em Finanças corporativas e mercados financeiros (UNIFACS), Pós Graduada em gestão pública (UESC), pós graduada em Formação de Consultores (UESC), pós graduanda em Prática Jurídica em Direito Público e privado (CESUPI) e graduanda em Direito (CESUPI).

Temos que reconhecer que são novos tempos. Tempo para uma pausa, tempo para desacelerar os ânimos, refletir sobre tudo que nos tem acontecido e sobretudo tempo para pensar em como recomeçar a vida. O mundo parou, a pandemia chegou e se instalou em nossas vidas como um furacão e tudo mudou, a nossa rotina de vida mudou completamente. O medo, a insegurança, o desconforto, o desconhecimento do que estava por vir passou a rondar nossos pensamentos. Para
uns (famílias) como algo inofensivo, para outros (famílias) algo completamente letal e avassalador.

Mas estamos em Ilhéus, “a linda princesa do sul” como diz a canção do cantor e compositor ilheense Reizinho, falecido em 1994, a terra inspiração de Jorge Amado e de todos nós. E não ficamos imunes a esse cenário de terror de disseminação do Sars-Cov-2. Conseguimos nos adaptar a esse vírus e fazer com que o prejuízo (em vidas, que é o que importa) não fosse tão devastador quanto em outras cidades do mundo.

Digo conseguimos nos adaptar, mas ainda estamos no “olho do furacão”. A pandemia não acabou ainda estamos em alerta e precisamos reconhecer que ouve um esforço de todos: individual (em suas casas) e coletivo (em seus estabelecimentos), a iniciativa privada e principalmente a iniciativa pública. Temos que reconhecer cada um dos esforços disponíveis e disponibilizados para minimizar esse cenário o qual nos coube nesse ano de 2020.

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É HORA DAS MULHERES NEGRAS

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Nos Estados Unidos, falta pouco para ver ascender à presidência da República uma mulher negra. São muitas as negras que hoje circulam no poder político. Exemplo é a parlamentar do estado do Arkansas Joyce Elliott, que buscará uma vaga no Congresso em novembro. Tem tudo parta ser a primeira deputada negra de seu estado em Washington, uma região de racismo explícito. Ela acha que essa eleição poderá mudar a história, neste momento em que o novo coronavírus mata negros desproporcionalmente nos EUA. A combinação de vírus com violência policial está levando um número recorde de mulheres negras a concorrer ao Congresso.

São 122 mulheres negras ou multirraciais disputando as cadeiras no Legislativo federal ombro a ombro com candidatos brancos. Um número bem maior do que o registrado em 2012. Naquela época 48 negras concorreram enfrentando ameaças e o temor. Joyce disse que as pessoas estão ficando mais acostumadas a ver tipos diferentes de pessoas no Congresso. A veterana da Marinha americana Pam Keyth, que também é advogada disse para a imprensa que: “Você não sabe como é ter mulheres negras poderosas no Congresso até ver essas mulheres”, ela, que também concorre na primária democrata em busca de uma vaga pela Flórida. Nos EUA as negras representam 8 por cento da população. Mas, estão subrepresentadas em vagas executivas em todo o estado, e também entre os prefeitos, segundo uma reportagem republicada pela Agência Brasil esta semana. As eleitoras negras, no entanto, tiveram o maior índice de participação de qualquer grupo nas eleições presidenciais de 2008 e 2012. Várias das oito candidatas negras ao Congresso, com as quais a agência de notícias Reuters disse que conversou e também publicou, disseram que se identificam melhor com os eleitores do que seus oponentes frequentemente mais ricos, porque elas também passaram por adversidades.

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ZONA NORTE E SUA ETERNA LUTA CONTRA O MAR

 

Advogado, antigo morador e frequentador da praia do norte.

Entra ano e sai ano a zona norte de Ilhéus continua abandonada. Trava uma luta incessante contra a força do mar. A faixa de terra vem perdendo as batalhas até então enfrentadas, pois a cada ciclo de 365 dias, há perda, em que pese a luta dos moradores.

Falar sobre danos materiais reparáveis pode parecer insensibilidade ante a pandemia do covid-19 que já ceifou quase 110 mil mortos – em Ilhéus 191 mortos. Famílias destruídas e enlutadas, amizades que se perdem. São pais, mães, filho(a)s, avós, neto(a)s, amigo(a)s que partiram para sempre deixando apenas a saudade.

A aparente insensibilidade só reside apenas quando olhamos do ponto de vista individual, pois perder um imóvel jamais pode se comparar com o óbito de um ente querido. Contudo, há um ponto em comum entre estes dois fatos. A omissão, irresponsabilidade e incompetência daqueles que são eleitos para olhar pela coletividade. Sob esse prisma, todos os afetados são vítimas.

É imperioso afirmar que diversas famílias perderam suas residências e fontes de subsistência. Não é de hoje que o abandono e a irresponsabilidade por parte dos “nossos” governantes aportaram no São Miguel e São Domingos, em Ilhéus.  

Nesse ponto quero relatar que foram anos, a cada maré alta, brigando contra o mar para evitar que a casa onde residi minha infância, adolescência e parte da vida adulta fosse destruída pela força das ondas. Estas batalhas não vêm de agora. Luta-se junto às autoridades para que tomem providências. Pedidos e mais pedidos feitos. Notícias do fato apresentadas ao MPF e nada foi capaz de fazer com que esses desgovernos olhassem para parte deste litoral ilheense.

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A FALÁCIA DO NOVO NORMAL

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Nada de novo vai acontecer no front que não já estivesse sendo praticado, usado ou mimetizado. Tenho absoluta certeza, levando-se em conta outras pandemias que a história da medicina e da humanidade mostra, ou várias tragédias, como as guerras mundiais, que não haverá esse tal de “novo normal”. Digo, contrapondo a proposição de sociólogos, psicólogos, cachaceiros, antropólogos e jornalistas que andam disseminando o conceito, como se os Cavaleiros do Apocalipse estivessem passando na porta e redizendo que quem viver terá de mudar.

Faço aqui uma aposta que se conseguirmos a vacina até o primeiro semestre do ano que vem, para debelar a pandemia do Covid-19, dois anos depois, lá por volta de 2023 o mundo terá uma vaga memória do que aconteceu. A vida voltando ao seu normal antigo, de sempre, com algumas mudanças que não serão nada radicais. Alguns que estão na neura irão continuar usando máscaras, lavando as mãos, praticando o distanciamento. A maior parte, meu caro leitor e minha leitora favorita, não fará nada disso aqui por estas bandas chamadas Terra Brasilis.

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BOLSONARO É A PARTE PERIGOSA DA BULA

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Claro que Jair Bolsonaro teve sua importância, como elemento catalisador da faxina que boa parte dos eleitores queria e que foi determinante para o alijamento do Partido dos Trabalhadores do domínio central, o que era realmente necessário para o Brasil, no período, face a atitude equivocada de mais valia de poder, encetada por suas principais lideranças. Isso tendo o ex-presidente Lula como elemento chave, conforme o posto pela Justiça. Mas, Bolsonaro, caso os seus eleitores tivessem a atitude de avaliar e reconhecer, sem a força da doutrinação ou dos dogmas como de uma seita (o mesmo pecado cometido pelos lulistas inveterados), reconheceriam que ele perdeu seu prazo de validade.

Repetindo: o PT está fora da jogada, tirando um ou outro governador, a exemplo de Wellington Dias (Piauí) e Rui Costa que foram apontados como bons administradores e passando ao largo da crise, segundo lideranças políticas de partidos variados ouvidos pelo “Painel do Poder” do portal Congresso em Foco. Daí que a utilidade de Bolsonaro, frente sua inapetência ao poder, que se verifica e daqui a pouco completará dois anos de efervescente pasmo da população em geral, virou quase nenhuma. Ainda dá tempo de seus acólitos irem em busca de outras rotas, para não repetirem os erros dos lulapetismo, em que seus adeptos, também ranhetas, se recusam a admitir as mazelas do ex-presidente.

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OS MILITARES NO ESPARRO

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Basta ler o que se escreve nos jornais sérios, por colunistas respeitados e atinados, para se saber que uma fração dos brasileiros não vê que a esquerda brasileira está esfacelada, e busca incitar as Forças Armadas a uma nova aventura em direção à tomada do poder, mas que democratas de fardas se opõem à politização dos militares. Mais grave: acham que os militares que estão no governo entraram numa esparrela sem par.

No sábado passado os militares da reserva voltaram a emitir nota criticando o ministro do STF Celso de Mello A reação começou depois que ele disse que generais do Planalto que deveriam depor como testemunhas no caso poderiam ser conduzidos “debaixo de vara” caso fosse necessário. O novo documento afirma que “ninguém entra nas Forças Armadas por apadrinhamento” ou atinge postos na carreira por ter “um palavreado enfadonho, supérfluo, verboso, ardiloso, como um bolodório de doutor de faculdade”.

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NOTÍCIA FRIA PARA UNS. DOR QUE FERVE PARA MUITOS

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Três coisas chamam a atenção, agora, seis meses depois do surgimento da pandemia do coronavírus na China, e chocam pelo sentido que estão sendo adotados. O primeiro é que as pessoas já parecem ressabiadas com tantas mortes, não ligam mais para o noticiário; esfriaram o sentimento ruim, já não param para prestar atenção quando um jornal televisivo passa a mostrar os mortos em massa e que está colocando o Brasil na liderança do número de mortos cotidianamente. Se está impresso no jornal, trata-se logo de pular para a próxima notícia, e se está ouvindo no rádio do carro, basta um movimento para colocar numa estação que não seja “chata” e que só fala neste assunto. O Covid-19 praticamente virou um tema banal.

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REFÉM DOS XING-LING

Artigo do escritor e jornalista, Jolivado Freitas, autor de “A Engenharia e a História da Bahia” e Cemitério de Cães Noturnos”. Email: Jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

Antes dessa história de que a China se tornaria uma potência econômica mundial, o que realmente aconteceu, tanto que é principal compradora de produtos (principalmente commodities) brasileiros – ou seja, parceiro comercial maior –, todo mundo sabia que comprar produtos chineses era sinônimo de dor de cabeça. A China só mandava os Chamados Xing-Ling, peças e produtos confeccionados com matéria-prima de baixa qualidade. A China não criava nada. A China sempre foi adepta da máxima “Nada se cria, tudo se copia”. E ela copiava de aparelhos de TV a sandálias tipo havaianas. De tênis de “marca” até carrões esportivos como as cópias do Jaguar ou do Mercedes Benz. Lembre-se que os chineses falsificaram até ovos.

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