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FALTA DE PESSOAL PARA COBRIR OS 100 KM DE PRAIAS, E MUITAS REIVINDICAÇÕES; CONHEÇA A REALIDADE DOS SALVA-VIDAS DE ILHÉUS

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Recentes casos envolvendo, protestos por melhorias nas condições de trabalho dos salva-vidas de Ilhéus, e afogamentos em praias urbanas da cidade, chamaram a atenção da população ilheense. Um deles aconteceu nesta quinta-feira (07), no litoral sul, perto da AABB. Segundo informações, por volta das 10:40h, três banhistas teriam se afogado no local, e foram resgatados com vida por populares. No local, segundo um vídeo gravado na hora do resgate, não tinha salva-vidas no momento do afogamento. Fato negado por Anderson Gusmão, chefe municipal do setor.

Em posse dessas informações, a população ilheense se questiona: será que estão sendo oferecidas as condições adequadas de trabalho para os salva-vidas?  A vasta costa ilheense está devidamente guarnecida?  Será que essa suposta carência de condições de trabalho, de certa forma, está contribuindo para a ocorrência de casos de afogamento, tais quais os ocorridos recentemente? É o que tentaremos responder.

CHEFE DOS SALVA-VIDAS – Anderson Gusmão, responsável pela chefia dos salva-vidas municipais, esclarece que havia sim homens trabalhando no local na hora do afogamento, e que eles estavam em um posto de apoio, chamado de Vietnã, ao fundo do Opaba, a cerca de 600 metros de onde o acidente aconteceu.

Gusmão afirma que os salva-vidas chegaram a tempo de prestar os primeiros socorros, e que não foi necessário chamar o SAMU.  Ele ressalta que as vítimas ficaram bem, e ainda permaneceram na praia até as 14h.

O chefe do setor informa que atualmente conta com um contingente de 83 servidores, com três trabalhando no administrativo, sete que atuam como fiscais, e somente 73 trabalham nas praias, para cobrir os cerca de 100 km da costa ilheense.

“Não temos condições de cobrir todo o litoral de Ilhéus, do começo de Una, até o início de Serra Grande. É muito complicado. Eu queria espalhar homens por todas as praias, mas é impossível. São muitos quilômetros. Nos falta ferramenta humana”, lamenta Anderson Gusmão.

Ele afirma que o certo mesmo é informar exaustivamente as pessoas, o quanto antes, principalmente as que vêm de cidades que não tem praia, a respeito dos riscos que o mar oferece. “Elas devem ser conscientizadas de que o mar é diferente de rio e piscina. Isso ajudaria a evitar muitos casos de afogamento”, destaca.

O chefe dos salva-vidas informa que a escala de trabalho da categoria é, na baixa estação, nos dias de semana, das 10 às 16h, e no final de semana e feriado, das 9 às 17h. Ele esclarece que não são raras as vezes em que salva-vidas de outras escalas, são convocados a cobrir vagas em aberto, e até mesmo os que atuam como fiscais – servidores mais antigos – , também são escalados para cobrir as lacunas quando se faz necessário.

“Nos falta é ferramenta humana. O que podemos fazer é tentar cobrir as praias que costumam ter aglomerações maiores. É essa a realidade”.

REIVINDICAÇÕES – Do outro lado, entre os salva-vidas que diariamente estão nas praias, as reivindicações e reclamações são muitas. E vez ou outra a categoria usa das redes sociais, e da imprensa local, para reverberar as suas demandas. Como aconteceu recentemente em Olivença, na praia do Batuba. Por lá, há duas semanas, membros da categoria expuseram uma faixa com as reivindicações. E não são poucas.

Ouvimos uma liderança, que as enumerou: Ajuste da carga horária em 30 horas semanais, conforme a regulamentação; ajuste do salário base, conforme edital do último concurso (2016); equipamentos de sinalização (bandeiras e mastros), reposição de EPis (nadadeira, óculos, bóias, apitos, reanimador manual – ambu) e a regularização do fornecimento de água, que não tem sido regular.

Em relação a regularização da carga horária, o salva-vidas ouvido por nossa reportagem, esclarece que, na regulamentação da profissão no município, ela está em 30 horas. Só que, explica, dentro da escala em vigência, com quatro dias de trabalho, para quatro dias de folga, a prefeitura alega que eles ficam devendo seis horas.

“Queremos que essas seis horas, que eles afirmam que estamos devendo, sejam incorporadas nessa escala quatro por quatro, que é a mais adequada”, esclarece, justificando que dessa forma, ninguém ficará devendo nada.

Enquanto isso não é ajustado, os salva-vidas estão amargando prejuízos. Segundo nossa fonte, em julho, por exemplo, no período chamado de “veranico”, eles fizeram horas extras, mas a prefeitura não pagou, alegando que os servidores estavam devendo as referidas seis horas. Ele frisa que no começo do ano foi a mesma coisa, e descontaram 24 horas em cada mês.

“A gente faz esse esforço, faz uma hora extra para ganhar um dinheiro a mais, e na hora de pagarem, eles descontam essas seis horas”, lamenta.

O servidor municipal afirma que, de fato, sob a ótica do salva-vidas, o ideal é que a escala seja estendida. Segundo ele, o horário das 10 às 16h é inadequado, pois quando eles chegam nos postos, já há muita gente nas praias, e depois que vão embora, muitas pessoas permanecem.

Ele finaliza nos explicando que ainda há outra problemática a ser resolvida junto à prefeitura. Segundo ele, caso a escala continue no mesmo sistema quatro por quatro, e o período de exposição deles na praia for aumentado, a prefeitura terá o dever de fornecer o auxílio alimentação.

7 respostas para “FALTA DE PESSOAL PARA COBRIR OS 100 KM DE PRAIAS, E MUITAS REIVINDICAÇÕES; CONHEÇA A REALIDADE DOS SALVA-VIDAS DE ILHÉUS”

  • Salva surf says:

    Não adianta atender as reivindicações dos salva vidas se eles mesmo não fazem um trabalho de correto (de prevenção).

    Ficam no celular, fazendo self, sentados no fundo das barracas e ainda querem salvar as vitima que já estão na zona de perigo em situação crítica. Cansei de alertar banhistas do perigo e evitando uma tragédia.

    Galera vamos valorizar o salário, fincando as bandeiras e supervisionando a área pelo amor de Deus!!!

    • Deve ser mais um recalcado. Passa no concurso , se capacita e vai lá fazer melhor… se conhece tal.bem como deve efetuar o serviço, sabe que as condições de trabalho è anologo a escravidão. Queimar todo o serviço pela postura de um ou outro não è coerente.
      Lembre que muitas ações preventivas, autônomas contra afogamentos nas comunidades, aos surfiscas, aos pescadores partem de um Salva-vidas sem os políticos investirem nada.
      Deveria apoiar os Salva-vidas , conversar com os que cometem esses vícios comportamentais negativos e buscar parceria para prevenir e salvar as pessoas na sua região de praia e município. Conheço muitos bons profissionais Salva-vidas em Ilhéus e esse tipo de comentário não ajudará a contratação de mais Salva-vidas lara cumprir as praias descoberta. #empatia #ética #respeito #lutandoparasalvaf

  • Salva mar says:

    Não generalize pois tem que conhecer as condições e fazer a crítica,se estão dentro de cabana muitas vezes não tem postos elevados e muito menos bandeira fácil e fazer a crítica sem está dentro da situação,com relação ao salário muito defasado hoje um salva vidas tem como salário. 1.197.000 reis,quando fazem extras muitas vezes o pagamento abaixo do valor.antes de crítica dá uma olhada em todos os pontos onde ficam salva vidas, além disso o próprio alguns não valorizam o profissional que cuida de seu cliente.

    • Salvasurf says:

      Se o salário está defazado pede as contas! 1.197,00 para deixar as vítimas morrerem afogada é incompetência, não justifica!! Na cabana guarani e Costa do cacau tem posto elevado e vocês ficam ou invocados ou dormindo nos mesmos! Eu falo o que eu vejo!!

  • Salva vidas. says:

    Salva surf,muita inveja dos salva vidas não conhece a real situação ,melhor ficar na espera do próxima concurso para saber a realidade.um salve

  • Salva Ilhéus says:

    Surf Salva, pra quem está de fora falar é fácil, e falar mau, é mais fácil ainda, agora quero que você reflita um pouco, quantas vidas ja foram salvas por que tinha salva vidas na praia, quantas pessoas tiveram uma nova chance, nasceram de novo, por que alguns escolheram SALVAR VIDAS como o seu ganha pão, a população só devia agradecer e apoiar essa profissão, que são como anjos na terra, pois a gente nunca sabe o dia de amanhã, mas os salvas sempre estaram nas praias, salvando quem gosta deles ou não, e se você quer se tornar um de nós, estude muito e vá treinar MUITO, que concurso tem todo ano.

  • Salva surf says:

    Salva vidas de ilheus é fraco tem que ir para capital para aprender trabalhar! No feriado vão ficar tudo nos postos e fazendo supervisão só porque falei a verdade. Os banhistas agradecem!!

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