Investigação da polícia aponta que Lázaro trabalhava para fazendeiros locais.

A polícia de Goiás acredita que o criminoso Lázaro Barbosa, que assustou a população do estado e do Distrito Federal ao longo do último mês e foi morto após 20 dias de buscas, fazia parte de uma organização criminosa que reunia de fazendeiros a políticos da região.

De acordo com a delegada Rafaela Azzi, em entrevista ao Fantástico do último domingo, 4, a polícia teria encontrado uma mensagem de voz no celular do fazendeiro Elmi Caetano, acusado de ter escondido Lázaro em uma das suas propriedades, que reforça a hipótese de que o fazendeiro tenha sido o mandante da chacina cometida por Lazaro em Ceilândia, no Distrito Federal, por conta de uma dívida financeira.

“Considerando que havia um laço anterior, que o Lázaro já era conhecido do proprietário e que na entrevista [interrogatório inicial] o proprietário fala que aquela família devia um dinheiro a ele, nós não descartamos a hipótese de que ele tenha realmente usado Lázaro para cobrar a dívida, e em não recebendo, matar aquelas pessoas”, explicou a delegada.

O advogado de Elmi Caetano negou as suspeitas