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O Congresso decidiu acelerar as discussões pela criação de um novo programa de renda mínima, seguindo a lógica de apagar a presença da marca Bolsa Família. O deputado do PSB, Alessandro Molon, disse: “nem todo mundo receberá, apenas uma parte da população, que necessite. Que parte é essa, a gente vai decidir.”

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “do mesmo partido de Molon, o deputado Felipe Rigoni (ES), que faz parte da frente parlamentar mista em defesa da renda básica, afirmou que o grupo ainda não se reuniu para definir uma estratégia em reação à desistência de Bolsonaro de lançar o Renda Brasil.”

A matéria ainda acrescenta que “se as discussões em torno de uma renda mínima universal não alcançarem o apoio do governo, Rigoni afirmou ser favorável a retomar a agenda de desenvolvimento social, uma série de propostas lançadas no ano passado e que conta com o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).”