Os investimentos na estrutura e ampliação de procedimentos no Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, no sul da Bahia, têm desassociado a ideia de que o internamento em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é um local de fase terminal de pacientes. Esses investimentos têm possibilitado a expansão da oferta de serviços na unidade hospitalar.

Em entrevista ao Programa O Tabuleiro da Ilhéus Fm, Almir Gonçalves, diretor assistencial do hospital, citou avanços, como o número de leitos de UTI que subiu de 20 para 30. Com isso, foi possível a ampliação do número de neurocirurgias, procedimentos exclusivos, a exemplo da embolização cerebral, neurocirurgias abertas e cardiovasculares.

Fábio Vilas-Boas, secretário da Saúde do Estado da Bahia, por sua vez, salienta que o governo baiano tem trabalhado em ritmo acelerado para que os baianos acessem serviços de qualidade nos hospitais públicos do Estado. “Esse é um esforço promovido pelo governador Rui Costa e marca seu compromisso com a saúde dos baianos.

E completou. “Por mês, são realizadas mais de seiscentas cirurgias de alta complexidade, como embolização da má formação da artéria venosa (MAV) e implante de marca-passo com desfibrilador/ressincronizador”. O secretário pontuou ainda que a unidade hospitalar é referência para 70 municípios do sul da Bahia.

A unidade integra a rede de saúde do Estado e conta com equipe especializada de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, entre outros profissionais treinados e capacitados para o atendimento adequado. “Esta semana realizamos a décima quarta cirurgia cardiovascular aberta, todas com cem por cento de êxito”, informou o médico Almir Gonçalves.

O paciente Cláudio Correia dos Santos, de 44 anos, morador de Ilhéus, que ingressou no hospital com uma trombose venosa na perna esquerda e próximo da alta médica foi acometido por uma embolia pulmonar reconheceu a agilidade no atendimento, qualidade dos serviços e a estrutura do Hospital Regional Costa do Cacau.

“Fui internado, fiquei em tratamento por quatro dias, quando ia receber alta, surgiu uma tosse. O médico solicitou os exames e detectou que eu poderia ter uma embolia pulmonar. Outras medidas foram tomadas como cirúrgica, um cateter, um filtro para desobstruir o coágulo que estava nos meus pulmões. Foi tudo muito rápido”, relatou o paciente.

Cláudio ainda agradeceu a equipe do HRCC pelo atendimento que recebeu. “A minha vida foi salva, primeiramente por Deus, por ter colocado esses profissionais para cuidar de mim. Todos empenhados a cuidar dos pacientes, parabéns a todos. Que possam vir mais procedimentos para atender o nosso povo, nossa região está de parabéns”.

Com informações da Assessoria de Comunicação do HRCC.