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DIREITO DE RESPOSTA: ENTULHOS DA OBRA DA SAPETINGA

No dia 30 de julho de 2019, o Ilhéus 24h abriu espaço para reclamação de uma moradora do bairro da Sapetinga, que denunciava o despejo, segundo ela, ilegal de entulhos na beira rio.

Por ter citação direta a Associação de Moradores da Sapetinga (AMSA), bem como ao seu presidente Sr. Jorge Farias, nós do Ilhéus 24h abrimos espaço para o direito de resposta dos citados na matéria. Confira abaixo, na íntegra, a nota assinada por Jorge Farias.

Com referência à matéria datada de 30.08.2019 e intitulada “DENÚNCIA: OBRA NA SAPETINGA DESPEJA ENTULHOS NA BEIRA DO RIO”, a Associação de Moradores da Sapetinga, por intermédio de seu Presidente Jorge Farias, vem informar que a dita imputação apresenta fatos distorcidos e com origem em pessoa que não se conforma com o êxito da gestão do grupo que se encontra à frente da agremiação.

As aleivosias iniciam-se pelo relato de que já teria realizado diversas reclamações. Trata-se de inverdade, pois este foi um fato isolado e devidamente justificado, conforme demonstraremos.
Consabido que há naquela região uma paulatina e constante atividade erosiva, decorrente do aumento do nível do rio e correnteza. Tal situação, ao longo dos anos, motivou a realização de barreira de pedra, conforme se observa nas fotos anexas.
Contudo, há muito que tal contenção não vem se mostrando eficaz, fazendo com que em determinados locais estejam surgindo verdadeiros buracos, sob o solo. Vide fotos encartadas.
Também já é de conhecimento de todos que ao projeto de construção da nova ponte foram insertas algumas condicionantes, dentre as quais a retirada das pedras que serviram de esteio para edificação da obra, sendo seu deslocamento direcionado para a região do São Miguel/São Domingos e Sapetinga. Áreas que sofrem processo erosivo.
Portanto, a atividade erosiva existente na localidade é de conhecimento geral e irrestrito, fato que motivou o empregado de obra que está se realizando na Sapetinga, a indagar se poderia jogar pedaços de coluna de concreto em local onde existe um claro processo erosivo, só não visto pela denunciante.
A aquiescência do Presidente da AMSA deu-se pelo fato de saber que se trata de medida paliativa e transitória, já que grande quantitativo de pedras, oriundas da obra da nova ponte, serão utilizadas naquele local para criar um enrocamento, obstruindo-se, assim, de uma vez por todas, a força erosiva das águas.
Não é despiciendo informar que são 300m (trezentos metros) de orla que necessitam de proteção, sendo facilmente percebido que ao seu longo, durante anos, foram sendo colocadas pedras, como forma paliativa já referida.
Resta patente, destarte, que a denunciante tenta arvorar-se em profunda conhecedora de leis ambientais, mas, ao fim, percebe-se que sua atitude não passou de ato infundado de quem busca desacreditar o trabalho sério de toda uma Associação, esquecendo-se, entretanto, dos atos que praticou, estes sim lesivos ao à flora da Sapetinga, afinal de contas, a poda realizada sem qualquer critério pode matar uma planta.
Indo além, observa-se que a denunciante, para além da infundada denúncia, esconde que sua atitude deriva de pleito não atendido. Pretendia que fosse removido um banco colocado perto de sua residência. Como não atendida, já que descaracterizaria projeto da CICON, passou a ser efetiva “fiscalizadora” da gestão da AMSA.
Por fim, estaremos adotando as medidas legais cabíveis quanto ao fato da poda, bem assim quanto ao uso indevido da imagem do Presidente da AMSA, apontando-o como infrator ambiental.
Cônscio da presteza, agradecemos ao direito de resposta concedido, ao tempo que renovamos votos de estima e consideração.

Jorge Farias
Presidente da AMSA

1 resposta para “DIREITO DE RESPOSTA: ENTULHOS DA OBRA DA SAPETINGA”

  • Léo Machado says:

    Porque não fazer de forma correra Jorge? Ensaca o entulho, cerca, aterra faz de forma que não fique esse lixo as margens do rio, sua intenção é dar uma desculpa e encobrir o erro… Já que a associação pode colocar entulho para evitar a erosão; faça de forma correta

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dom eduardo

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