Vacinação contra a gripe Dia D levou centenas aos postos de saúde.Foto Clodoaldo Ribeiro 

O 4 de maio marcou o Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (gripe). As Unidades Básicas de Saúde (UBS) abriram excepcionalmente no Brasil inteiro para imunizar todos os grupos prioritários.

Em Ilhéus, centenas de pessoas foram aos postos para serem imunizadas. O objetivo é reduzir as complicações, internações e a mortalidade decorrente das infecções causadas pelo vírus no público alvo da vacinação. A meta, segundo o Ministério da Saúde, é atingir 90% da população alvo.

A vacina protege contra três subtipos do vírus da gripe: H1N1 e H3N2 (ambos subtipos da Influenza A) e Influenza B. Para se vacinar, é preciso ir até um posto de saúde com documento de identificação e, se possível, com a carteira de vacinação e o cartão SUS. O Ministério da Saúde alerta ainda que a vacina é contraindicada para bebês menores de seis meses e para pessoas que já apresentaram reações alérgicas em aplicações anteriores ou após ingestão de ovo.

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), informa que as salas de vacinação estão distribuídas no município nas seguintes unidades do CAE III, PSF Conquista, Hernani Sá (Urbis), Nossa Senhora da Vitória, Nelson Costa, Olivença, Ilhéus II, Euler Ázaro (Vilela), Banco da Vitória, Residencial Moradas do Porto, Vila Cachoeira e Salobrinho. Estas salas têm horários e dias diferentes. Para se vacinar, é necessária apresentação da Caderneta de Vacinação e pessoas com doenças crônicas devem levar ainda receita com indicação do medicamento.

Grupos – O público alvo é composto por idosos, crianças de seis meses a menores de seis anos de idade (cinco anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, trabalhadores da saúde e professores. Não entra nesta estatística as pessoas acometidas por comorbidades (portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade), pois não há uma estimativa prevista para este público.

A chefe do setor de Imunização da Sesau, Valquíria Cardeal, alerta para os casos mais graves, geralmente, existem necessidade de hospitalização. “Se não for tratada a tempo, pode causar complicações graves e inclusive levar à morte, principalmente nestes grupos considerados de alto risco”.