Após polêmicas com laranjas, agora o PSL está suspenso também na Bahia por falta de prestação de contas.

Partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL está com o diretório da Bahia suspenso junto à Justiça por falta de prestação de contas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em tese, a legenda não tem autorização para movimentar nem receber verbas públicas do fundo partidário.

O PSL é comandado no estado pela deputada federal Dayane Pimentel. Logo abaixo dela, estão o vice, Antonio Olivio, e o secretário-geral, Alberto Pimentel, secretário de Trabalho, Esporte e Lazer de Salvador. Como a validade da direção provisória da sigla expira em 30 de junho, se ela não regularizar as contas até o fim deste semestre pode ter o registro cancelado na Bahia pelo TRE.

Além do PSL, partido que cresceu no rastro da eleição de Jair Bolsonaro e que se tornou a bancada mais numerosa da Câmara ao lado do PT, outros quatro diretórios estaduais também estão suspensos por falta de prestação de contas: Pros, PRP,  PCB e DC, partidos atingidos pela cláusula de barreira na última eleição.

Confusão caseira

Os deputados federais Cacá Leão e Ronaldo Carletto, do PP, entraram em conflito direto pelo poder em Mata de São João. Desde janeiro, Cacá se movimenta para que o partido apoie o vereador Paulo Henrique (SD) na disputa pela prefeitura da cidade em 2020. A único barreira é Carletto, aliado da ex-prefeita Márcia Dias, maior adversária do ex-deputado federal João Gualberto (PSDB), cujo grupo comanda a cidade desde 2005.