Estádio passará por reformas nas suas estruturas e no gramado. FOTO: SECOM PMI

O Estádio Mário Pessoa em Ilhéus, cenário de diversas apresentações esportivas que atende ao Colo Colo Clube de Futebol e Regatas, ao longo dos seus 79 anos de inauguração, terá os serviços de melhorias em seu gramado sob a responsabilidade do estado. A falta de estrutura do estádio foi um dos motivos para a ausência do Tigre ilheense na competição estadual em 2019.

Com o cancelamento da emenda impositiva do deputado federal, Davidson Magalhães, o Governo do Estado passa a assumir todas as melhorias necessárias ao Estádio que, segundo os especialistas, se igualam aos da Arena Fonte Nova, em Salvador. Com as obras e as eleições da mesa diretora do clube, que se aproximam, espera-se que o futebol ilheense tenha novamente o Colo Colo e o Mario Pessoa em plena funcionalidade ainda neste ano.

Sob responsabilidade do Estado, a reposição e benfeitorias do gramado no campo do Estádio Mário Pessoa aguardam realização de uma nova licitação para que as obras recomecem. Os serviços contemplam desde o plantio de sementes da grama tipo bermuda, que possui alta capacidade de regeneração e rapidez ao desgaste excessivo, além de um moderno sistema de irrigação.

Serviços – A Secretaria de Infraestrutura Transporte e Trânsito (Seintra), esteve no estádio e fez o levantamento dos serviços necessários em suas dependências para a realização de reparos e benefícios para o local. “O que for de obrigação do município não nos furtaremos em fazê-lo. A ordem do prefeito, Mário Alexandre, é de que atendamos a todas as normas e determinações necessárias para o bom funcionamento do Mário Pessoa”, informa Danilo Rabat, diretor de Esportes de Ilhéus.

Os serviços a serem realizados pelo município incluem a reforma dos vestiários e da casa de árbitros, reimplantação do banco dos jogadores de reserva, com a realização de pintura em geral, além da abertura de um novo portão ao lado da geral, visando cumprimento do projeto de combate a incêndio, que obedece às exigências do Corpo de Bombeiros no prazo estabelecido pelo órgão de dois anos, para adequação no local, também exigidos dentro das normas técnicas pela Confederação Baiana de Futebol.