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ITACARÉ: JOVEM LGBT É AGREDIDO EM BAR “FAVELA”

Bar Favela foi local de agressão a jovem LGBT.

A cidade de Itacaré está recebendo grande público neste final de semana por conta da etapa do Mundial de Surf que acontece desde a última quinta-feira por lá. Entretanto nem tudo tem sido folia, na madrugada deste sábado (20) um jovem LGBT foi agredido nas dependências do Bar Favela na cidade Itacaré por dois homens.

Segundo relato, o jovem estava beijando outro rapaz quando foi intimado por um homem avulso no bar que desferiu socos em sua face, após o acontecido um outro indivíduo que estaria no mesmo grupo se dirigiu até ele e o agrediu novamente, tudo isso aos gritos de “Bolsonaro está chegando”. O jovem tentou registrar boletim de ocorrência na delegacia (72ª CIPM), mas afirmou que a mesma estava fechada e não havia um plantonista.

Além do fato ocorrido, o jovem e amigos dele que estavam no local relatam o pânico e a sensação de impotência motivada pela falta de segurança do local. Os garçons do bar ainda solicitaram que eles se retirassem do local, mesmo após terem sofrido a agressão.

Em relato enviado para a nossa redação, o jovem que não quis se identificar descreve o momento da agressão:

No dia 20 de outubro de 2018, eu estava no Bar Favela na cidade de Itacaré – BA. Estava sentado beijando um menino dentro do bar e quando terminamos, repentinamente, apareceu um cara gritando “Beijando homem? Que coisa feia”. Em seguida, este homem deu um soco no meu rosto e iniciou com agressões verbais direcionadas a mim e aos meus amigos, nos chamando de viado, puta e dizendo “Bolsonaro está vindo!”. Depois disso, um garçom do bar se aproximou e solicitou que nos retirássemos do estabelecimento. No mesmo instante, outro cara se aproximou perguntando o que havia acontecido e me deu um novo soco no rosto. Eu e meus amigos saímos correndo do local, com medo de que os agressores estivessem nos seguindo, deixando os meus pertences para trás. Várias pessoas estavam lá e ninguém sequer ofereceu ajuda ou se sensibilizou com a situação. Na manhã seguinte, fui a delegacia de Itacaré em dois horários diferentes para registrar o boletim de ocorrência, contudo não havia ninguém lá“.

Imagem enviada pela vítima mostra os danos provocados pela agressão.

Cabe lembrar que outros casos de intolerância têm sido registrados nos últimos meses ao redor do Brasil, como o caso do assassinato do capoeirista Moa do Katende. Até o momento o Bar Favela não se manifestou sobre o ocorrido.

 

 

5 respostas para “ITACARÉ: JOVEM LGBT É AGREDIDO EM BAR “FAVELA””

  • Mari says:

    Como é que pode tendo um evento de grande porte com pessoas de vários lugares até de outro país tem um caso de polícia e na delegacia não tem plantonista pra registrar o que aconteceu!

  • Jeca Tatu do cacau says:

    Essa galera gay tem que entender que a minoria tem que fechar para não gerar ofensas , não desafiar. Certa feita fui em Itacare com algumas crianças e não pude ficar na praia porque duas mulheres estavam a se beijar. Então , sob as vistas das crianças fica difícil educar pessoas de bem é sobretudo menores de 12 anos.

    • Fernanda says:

      Você perdeu uma oportunidade de ensinar aos seus filhos que duas mulheres se beijando é NORMAL, para ensiná-los pra diversidade, respeito e amor!

  • Edmilson says:

    Absurdo isso, diante de um local onde ( o mundo se encontra) ainda hoje aconteça ou seja aceita tão pacificamente pelos presentes no local e á situação, embora precisa- se ter um bom senso do que fazer e onde fazer,cada um tem sua liberdade de fazer o que bem entender,mais ceetras atitudes em certos locais deverá ser mais penssados não dando razão nem que um beijo entre gays justifique nenhum tipo de agregação seja verbal nem muito menos física, e diante da situação fica a dica pra que os proprietários do bar que acredito não ter nada á ver com os agressores tomem uma postura diante da situação e coloquem seguranças treinados e aptos para atender e proteger o público que frequenta o bar.

  • Ana Paula says:

    Nada justifica uma agressão como está. Embora ele fosse gay ou não. Não deixa de ser um humano. Fiquei triste com o fato, e mais ainda… por alguém do bar (favela) pedir que a vítima se retirasse do local. Não o ajudando. Ou algo do tipo. Perdeu mais uma cliente. Sou lésbica, e sempre frequentei esse bar… Mais nunca passei por isso. Olhe que levei muitos amigos gays também. Estou chocada. Se depender de mim, e meus amigos, este será o local que não iremos mais. Espero que o proprietário esteja ciente do que fez. Sem ao menos proteger os mesmos.

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