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:: 21/fev/2015 . 19:55

JABES LANÇA NOVO CARTÃO POSTAL DE ILHÉUS

Imagem: Ilhéus da Depressão.

Imagem: Ilhéus da Depressão.

HORÁRIO DE VERÃO TERMINA À MEIA-NOITE DESTE SÁBADO

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A partir da meia-noite deste sábado (21) chega ao fim o horário de verão, que tem como objetivo aproveitar melhor a luminosidade natural do dia, reduzindo o consumo de energia no final da tarde.

Neste ano, o governo chegou a estudar uma prorrogação da vigência da medida, por causa da falta de chuvas, que afeta os reservatórios das hidrelétricas. Mas o custo-benefício do adiamento foi considerado insuficiente, e a data prevista para o fim do horário diferenciado foi mantida. A economia de energia registrada no horário de verão 2014/2015 foi cerca de 4,5% no horário de pico (entre 18h e 21h), com redução total de 250 megawatts médios, o que corresponde a 0,5% de economia nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul.

Com o fim da medida, os passageiros devem ficar atentos aos horários dos voos, especialmente quem tem passagem marcada para sábado e domingo. Os bilhetes aéreos apresentam sempre a hora local, ou seja, a informação da partida refere-se ao horário na cidade de origem e a da chegada, ao horário do local de destino.

Desde 2008, o horário de verão começa no terceiro domingo de outubro e vai até o terceiro domingo de fevereiro do próximo ano. Quando houver coincidência com o feriado do carnaval, o horário diferenciado é prorrogado por mais uma semana.

O VALOR DAS COISAS

GUSTAVO FELICÍSSIMO

Gustavo é escritor e editor da Mondrongo Livros.

Gustavo é escritor e editor da Mondrongo Livros.

Diz um ditado antigo que para toda regra existe exceção. Outro diz: A quem tem, dá-se. E já que o texto enveredou-se – por sua conta e risco – por essa seara, eis aqui outro fruto venturoso da sabedoria popular: quem narrou muitas coisas, muitas ainda há de narrar. É nesta última que me fio para escrever essa crônica que queria ser conto e que por muito pouco, graças ao pitaco decisivo do poeta e amigo Carlos Verçosa, não o foi.

Antes, se me permite o leitor, preciso concordar com o Oscar Wilde quando afirma em uma de suas obras que nada é mais equivocado que a ideia de que escritores vivem de fantasia, de que eles, sem cessar, inventam e reinventam acontecimentos que extraem de inexaurível fonte. Pensar assim seguramente é impreciso, pois é na vida ordinária que todo escritor vai buscar a matéria prima para as suas histórias, como no caso ocorrido com Dona Jacinta, que me contou pessoalmente o episódio que passo a narrar com total fidelidade mesmo aos fatos inventados, ou seja, tal qual chegou aos meus ouvidos, sem tirar nem por uma única vírgula fora do lugar.

É sabido que não sou nenhum tabelião, mas posso afirmar que tudo na presente história é digno de confiança e fé. O fato aconteceu em Salvador, e muito embora não tivesse um algoz, teve uma vítima, ou quase isso, a humilde Dona Jacinta, diarista que trabalha nas casas de Sarah e Mariah, amigas inseparáveis, que compartilham de tudo: segredos, sonhos, devaneios, a letra “h” no nome, inclusive a empregada.

Contou-me ela que fazia a faxina semanal na casa de Mariah, uma senhora espanhola para quem trabalha há anos. E que, tendo necessidade a patroa de sair às pressas de casa para encontrar uma amiga no shopping center, deixara sobre a mesa da sala de jantar o valor equivalente aos seus prestimosos serviços. Certa, porém, que ao retornar encontraria tudo como sempre: um brilho só.

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cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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