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:: 17/fev/2015 . 12:21

ILHÉUS: CONHEÇAM A RUA ONDE É PROIBIDO PASSAR CARRO

Foto: Adrián Flores.

Foto: Ilhéus 24h.

Moradores da rua Herotildes Mello, bairro do Pontal, na zona sul de Ilhéus, vivenciam mais uma clara demonstração de descaso por parte da administração pública municipal.

Alvo de algumas ações, provavelmente da Embasa, a rua teve parte do seu calçamento retirado, e, acreditem, após mais de dois meses, ninguém apareceu para consertar o estrago.

Com isso, o fluxo de veículos está completamente prejudicado, obrigando os condutores, caso queiram se aventurar, a ter que usar os passeios para seguirem seus itinerários.

Isso, vale ressaltar, em uma via de acesso ao lado de uma das mais requisitadas churrascarias da cidade, e paralela a melhor pousada da região.

Em contato com a nossa redação, moradores questionam até quando essa situação perdurará.  

TURISTA CARIOCA É ESTUPRADA POR TAXISTA NA ORLA DE SALVADOR

Mais um registro de violência na capital baiana mancha a folia momesca deste ano. Desta vez, a vítima é uma turista do Rio de Janeiro, que mora no bairro da Glória.

Segundo a polícia, a vítima pegou o táxi na Ondina com destino ao bairro de Pernambués, onde está hospedada na casa de parentes. Mas, a moça teria dormido e quando acordou estava amarrada no banco e o carro parado na rua Trobogy, no bairro de Piatã. O taxista a ameaçou com uma faca e a estuprou. Após o crime, o agressor deixou a vítima no local e fugiu.

A vítima acionou a polícia e foi atendida por policiais da 12ª Delegacia, sendo encamimnhada à Delegacia do Turista. Ela fez exame no Departamento de Polícia Técnica (DPT). A polícia já solicitou imagens das câmeras da região afim de identificar o agressor.

“AGORA A FAVELA TEM VOZ”, DIZ IGOR KANNÁRIO NO CIRCUITO CAMPO GRANDE

Foto: Jefferson Peixoto/Ag Haack.

Foto: Jefferson Peixoto/Ag Haack.

Convidado na última hora para participar do carnaval de Salvador, o cantor Igor Kannário afirmou na tarde desta segunda-feira (16), pouco antes de subir no trio sem cordas no Circuito Osmar (Campo Grande), “que agora favela tem voz” na folia da Bahia.

Conhecido como “O Príncipe do Gueto”, o cantor começou o desfile da “Pipoca do Kannário” com a música “Tudo nosso, nada deles”, um dos hits que concorrem ao título de melhor música do carnaval.

Em entrevista, Kannário  disse que o povo queria vê-lo no carnaval e, por isso, recebeu o convite da prefeitura de Salvador. “A voz do povo é a voz de Deus”, disse Kannário.

Detido mais de uma vez com porte de maconha, Kannário diz que é vítima de preconceito e que, sobretudo, defende a paz. “Tudo isso que falam da gente, não é bem assim. Quando falo da paz, não é discurso que faço, é a verdade. O povo da favela é um povo que precisava de atenção. Eles são sociais, eles podem se educar mais e mais, se respeitar mais e mais é só dar a atenção que eles precisam”.

No carnaval de Cajazeiras, que fez no sábado (15), Kannário reuniu 25 mil pessoas, segundo informações do próprio cantor. “Já fui em vários carnavais em Cajazeiras como anônimo, curtindo e eu nunca vi tão cheio daquele jeito e eu fiquei muito emocionado porque tinha criança, muita gente e família. Isso pra gente não tem dinheiro que pague. A gente precisa do sorriso das pessoas e os olhares delas pra gente”, revelou o cantor.

CANTOR DE AXÉ DECRETA QUE “BLOCO COM CORDA ACABOU”

Manno Goes.

Manno Góes.

Conhecido por não ter nenhum receio de falar o que acredita e suas percepções sobre o axé e o carnaval, Manno Góes mais uma vez deu declarações polêmicas em sua pagina do Facebook.

O cantor da banda Alavonté, afirma que “O bloco de corda acabou”.

Dono de uma agremiação do carnaval de Salvador, Manno parece bem consciente da funcionalidade do modelo “sem cordas”.

Afirma que dividindo os custos entre os setores públicos e privados, é possível a realização, ainda que seja apenas uma redução dos dias de saída de blocos.

“E não venha com esse papo de “quem vai bancar?” Porque poucos, pouquíssimos, se bancam. Minha proposta, que venho defendendo há 4 anos é: redução de dias de blocos com corda. Ou instituição de um espaço privado, onde os artistas se apresentam como quiserem”, disse.

O compositor ainda diz que os cordeiros seriam o maior problema do carnaval de salvador: “São foliões transformados em funcionários que segregam, eles mesmos sendo os segregados. As coisas mudam, mané. Você não está seguro dentro de um bloco. Você acha que está”, continuou. 

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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