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:: 16/fev/2015 . 13:08

UMA IMAGEM QUE SIMBOLIZA ILHÉUS ALÉM DO CARNAVAL…

Foto: Maurício Maron.

Foto: Maurício Maron.

O ilheense está plenamente insatisfeito com a atual gestão municipal, capitaneada pelo prefeito Jabes Ribeiro. De todos os bairros da cidade, eclodem indícios de revolta por parte da população, ante um quadro notável de abandono e descaso administrativo.

Analistas políticos afirmam que essa gestão é, disparada, a pior já vista na história do município, suplantando inclusive desgovernos lastimáveis, até então, negativamente imbatíveis, a exemplo das gestões de Valderico e Newton Lima.

E os motivos são muitos: Escolas abandonadas, sem merenda, postos de saúde fechados e entregue às traças, lixo, sujeira nas ruas, muita balela e blá-blá-blá por parte dos secretários e lambe-botas do jabismo, e nada de ações concretas. O que é feito na cidade, parte de ações financiadas pelos governos estadual e federal. Nada mais do que isso.

E para uma cidade abandonada, não poderíamos imaginar um carnaval que destoasse do caos administrativo convencionado. Nas redes sociais e em alguns sites de notícias da cidade, a pequenez do festejo de Momo realizado na cidade, vem envergonhando e causando indignação de muitos ilheenses, que ainda lembram dos grandes carnavais já realizados na outrora princesinha do sul.

Apenas um palco, estrutura mínima e vergonhosa, atrações de quinta categoria, pouca gente prestigiando o festejo, etc. Um verdadeiro carnaval da depressão.

Mas uma imagem simboliza de fato essa situação que Ilhéus vem protagonizando lastimavelmente. Em uma tarde na cidade, em pleno carnaval, sem nenhuma movimentação momesca, turistas transitavam pelo centro histórico, nas imediações da avenida Soares Lopes, e, ao invés de encontrarem a típica alegria que se espera encontrar em circuitos carnavalescos, se depararam com cenas lastimáveis.

Pedintes, crianças em estados deploráveis, moradores de rua mendigando um trocado qualquer, evidenciando que nessa cidade, nem mesmo setores que recebem muita verba federal, a exemplo da secretaria de Assistência Social, conseguem desempenhar dignamente suas funções. Um clima tenso. Um retrato explícito da Ilhéus do ano de 2015, que vai na contramão da história, e trilha passos largos à involução.

Só não vê quem não quer…

SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO ALERTA FOLIÕES SOBRE PROBLEMAS DURANTE O CARNAVAL

Foto: Reprodução.

Foto: Reprodução.

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil ) faz uma alerta neste carnaval sobre os problemas que os foliões podem ter se perderem os documentos ou forem vítimas de roubo, principalmente da identidade ou do CPF. O órgão destaca que três em cada dez brasileiros (28%) já foram vítimas de fraudes incluindo a clonagem do cartão de crédito e o uso de nome falso para fazer compras ou tomar empréstimos.

O ideal é carregar apenas o essencial e manter tudo protegido. É importante também anotar os dados do cartão e do cheque, além do telefone do serviço de atendimento ao consumidor do banco, acrescenta o SPC.O primeiro passo para diminuir o risco de ser vítima de algum tipo de golpe, segundo os especialistas do SPC, é evitar levar documentos pessoais e importantes para os locais do carnaval principalmente onde a concentração de pessoas é maior como nos blocos de rua, nos ensaios de escolas de samba, em festas ou em casas noturnas.

Caso ocorra um imprevisto, fazer um boletim de ocorrência é tão importante quanto cancelar o cartão de crédito por perda ou roubo. A pesquisa mostra ainda que a maioria não adota as duas práticas. Outra recomendação é que o consumidor entre em contato com o Procon e com o SPC Brasil, que evitará assim a liberação de informações para a atuação de pessoas mal intencionadas.

CINCO DICAS PARA NÃO SER VISTO COMO UM BABACA NESTE CARNAVAL

LEONARDO SAKAMOTO

Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

1) Caso tenha faltado às aulas de língua portuguesa na escola, compreenda que o real, objetivo, profundo e simples significado da palavra “não” é “não”. “Não” não significa “talvez”, muito menos “quem sabe” ou ainda “insiste que pode rolar”. Um “não” não te diminui como pessoa, faz parte da vida. Mas deixar de aceitá-lo, faz de você um idiota.

2) As frases “Onde você acha que vai vestida assim?”, “A culpa não é minha, olha como você tá vestida!”, “Se saiu de casa assim, é porque está pedindo”, “Mas é carnaval, vadia! Quem está aqui sozinha é porque quer isso” e “Me dá um beijo que eu te solto” não devem passar nem perto da boca de maridos, pais, irmãos, filhos, netos, namorados, amigos e outros barbados. Ou de outras mulheres.

3) Mulheres, em nenhuma hipótese, devem ser chamadas de “prostitutas” e “vadias” como xingamento genérico para qualquer comportamento em desacordo com seus planos de “conquista”. E as prostitutas serão tratadas com o mesmo respeito despendido a qualquer outra trabalhadora.

4) Não segure mulheres pelos cabelos, braços, pescoço, cintura ou qualquer outra parte do corpo a menos que ela tenha lhe dado autorização para tanto. Na dúvida se a autorização foi expressa, não faça nada. Na dúvida se é capaz de interpretar corretamente uma autorização, não faça nada. E na dúvida se consegue controlar seus instintos bizarros, não saia de casa.

5) O que alguns chamam de “brincadeira de carnaval” pode se configurar como assédio ou violência sexuais. Sim, uma “molecagem” pode levar você a responder legalmente por isso. Então, trate as mulheres, cis e trans, que estão na folia com respeito. Elas não são prêmios de gincana ou carne em açougue.

E se seus amigos te chamarem de “frouxo” caso você siga essas dicas, ria da cara deles. “Frouxo” seria se você precisasse seguir a opinião deles para ser feliz.

INFECTOLOGISTA ADVERTE PARA BEIJAÇÃO NO CARNAVAL: ‘O MOMENTO É MAIS PROPÍCIO ÀS DOENÇAS’

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Mais do que comum nesta época do ano, o beijo também o principal meio de transmissão da mononucleose, uma doença viral que, em geral, não é grave, mas pode tirar o brilho da festa.  

A “doença do beijo” é assim chamada porque os principais reservatórios do vírus Epstein-Barr (EBV) estão na saliva. Ou seja, a troca dela na beijação carnavalesca torna a chance de transmissão alta.

Cerca de 80% da população adulta no país já teve contato com o EBV, mas muitos casos passaram despercebidos, porque foram confundidos com uma gripe forte ou, simplesmente, não apresentaram sintomas.

“O EBV penetra na orofaringe, cai no tecido linfático e se multiplica no fígado, no baço, nos pulmões e na medula óssea. Alguns pesquisadores acreditam que as parótidas (glândulas localizadas no pescoço) servem de “santuário” do vírus, justificando, dessa forma, a presença na saliva” detalha a infectologista Danielle Provençano.

Os principais sintomas são febre, dor muscular, cansaço, manchas no corpo, gânglios aumentados de tamanho, dor de garganta, cefaleia e perda de apetite.

Ao ser examinado, o paciente apresenta também aumento do fígado e do baço. Ao contrário do que as músicas falam no carnaval, Marise Fonseca, professora do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG, dá a dica: nada de ficar beijando todo mundo estes dias.

“Quanto mais exposto você tiver, mais riscos terá de ficar doente. Esta é uma geração que tem por característica contar quantos beijos foram dados na festa. O momento, claro, é mais propício ao encontro amoroso. E às doenças”, explicou.

FILHOS DE GANDHY ADERE CAMPANHA CONTRA VIOLÊNCIA COM AS MULHERES

Filhos de Gandhy adere campanha contra violência com as mulheres

O primeiro dia de desfile dos Filhos de Gandhy, teve um toque especial. O bloco abraçou a campanha de enfrentamento à violência contra a mulher no carnaval, realizada pela Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), e misturou a cor lilás ou tradicional tapete branco.  

Durante o percurso, o jingle da campanha foi tocado no trio do bloco, além da distribuição de material de divulgação da campanha para os associados. Este ano, a campanha tem como slogan ‘Vá na moral ou vai se dar mal. Violência contra a mulher é crime’. 

O clássico Ajayô, que simboliza a paz, o amor e o respeito, foi emitido por todos após os pronunciamentos de apoio à campanha.


primark
cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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