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:: 31/maio/2014 . 9:52

PREFEITURA DE ILHÉUS ABRE SELEÇÃO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO NA SEGUNDA

A Prefeitura de Ilhéus publicou edital de seleção pública simplificada para contratação de 38 professores substitutos das áreas de Matemática, Letras, Ciências e Educação Física e educação infantil. As inscrições começam na próxima segunda-feira, 2 de junho, e encerram na quarta-feira, dia 4, podendo ser realizada pelo candidato interessado ou por meio de procuração pública, exclusivamente na secretaria municipal de Educação, situada na av. Soares Lopes, nº 840, Centro, Ilhéus, Bahia, no horário de 9 às 11 horas e das 14 às 17:30h.
No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar os seguintes documentos: currículo vitae, devidamente comprovado, inclusive experiência na docência da Educação Infantil e nas áreas específicas; ficha de inscrição preenchida e assinada; diploma ou certificado de Licenciatura em curso de Pedagogia ou Normal Superior para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental I e EJA e Graduação nas áreas específicas, conforme requisito da função. Maiores informações podem ser obtidas no site oficial da prefeitura: www.ilheus.ba.gov.br.

OPERAÇÃO DA PF PRENDE EMPRESÁRIO DO SUL DA BAHIA POR SONEGAÇÃO

Uma pessoa foi presa e outros sete são procurados sob acusação de participar de um esquema de fraudes fiscais de R$ 90,5 milhões.
A Operação Vesúvio foi deflagrada nesta sexta-feira (30) nas cidades de Caravelas, Ubatã, Itabuna, Ibirapitanga e Ipiaú. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.
O dono de uma das empresas acusadas possui mais de 50 imóveis, entre fazendas, terrenos, casas e pontos comerciais.  
O suspeito também já fora denunciado por crime de ordem tributária na cidade de Jequié.
De acordo com a Secretaria da Fazenda (Sefaz), entre as práticas criminosas identificadas estão blindagem patrimonial por meio de doação de bens a familiares e alterações nos contratos sociais das empresas para modificar o quadro de sócios com o objetivo de confundir a fiscalização.
Participaram da operação ainda o Ministério Público estadual, as secretarias da Fazenda (Sefaz) e de Segurança Pública (SSP) e a Procuradoria- Geral do Estado.

CANDIDATOS PRECISAM SABER A DIFERENÇA ENTRE “ABORTO” E “DIREITO AO ABORTO”

LEONARDO SAKAMOTO/ BLOG DO SAKAMOTO
Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

Eduardo Campos, pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, disse que era contra o aborto e a favor de políticas de contracepção em entrevista à Rede TV.
Ele poderia também ter respondido com outra obviedade, como o céu ser azul e as árvores, verdes.
Pois não há alguém, em sã consciência, que seja a favor do aborto. “Puxa, que dia lindo! Estou tão feliz que vou fazer um aborto hoje! E depois, comprar morangos e creme.” Aborto é uma merda, é um ato traumático para o corpo e a cabeça da mulher, tomada após uma reflexão sobre uma gravidez indesejada ou de risco. Ninguém fica feliz ao fazê-lo, mas faz quando não vê outra saída.
O que se discute aqui é o direito ao aborto e não o aborto em si. A repórter fez a pergunta corretíssima ao candidato, questionando-o sobre a “ampliação do direito à interrupção da gravidez”. Mas ele não respondeu sobre o direito ao aborto, mas sobre o aborto em si, o que são coisas bem diferentes, usando como alternativa políticas de contracepção.
E desde quando uma coisa exclui a outra? Promover métodos contraceptivos são importantes, mas eles só excluem a necessidade do direito ao aborto na concepção fundamentalista de certos políticos que não entendem o caso nem como questão de saúde pública, nem como ponto central na autonomia da mulher sobre o próprio corpo.
Não se exclui e não se opõe. Até porque aborto não é método contraceptivo. Se o direito ao seu acesso fosse ampliado, não seriam formadas filas quilométricas na porta do SUS feito um drive thru de fast food de pessoas que foram vítimas de camisinhas estouradas. Aliás, essa ideia de jerico, de ver o aborto como método contraceptivo, aparece muito mais entre as justificativas daqueles que se opõem à ampliação dos direitos reprodutivos e sexuais do que entre os que são a favor.
Defender o direito ao aborto não é defender que toda gestação deva ser interrompida. E sim que as mulheres tenham a garantia de atendimento de qualidade e sem preconceito por parte do Estado se fizerem essa opção. Estado este que deveria ser célere e não fazer lambança quando emite portarias para assegurar a efetivação do direito ao aborto já previsto em lei.

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dom eduardo

lm mudancas













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