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:: 8/fev/2014 . 13:40

ILHEENSE ESTREIA INTERNACIONALMENTE NO MMA GANHANDO POR NOCAUTE

Lutador ilheense Balbino Júnior.

Lutador ilheense Balbino Júnior.

Como noticiamos aqui, o ilheense José Balbino Júnior estreou sua carreira internacional no MMA, ontem (07), em Fort Lauderdale, Florida (EUA), pelo Fight Time 18: Guts & Glory.
E o resultado não poderia ter sido melhor.
Em luta contra o também brasileiro Frederico Moncaio, Balbino venceu por nocaute, após ter conseguido encaixar um espetacular chute “rabo de arraia” no rosto do adversário, que caiu imediatamente logo no primeiro round.
Veja o vídeo clicando AQUI.

MULHER SE JOGA DA PONTE DO PONTAL E…

…Sobrevive. A mulher, identificada apenas como Suzane, de 23 anos, se jogou da ponte na noite de ontem (sexta, 07). Segundo informações do radialista Thiago Rapôso, a moça foi socorrida por um pescador.
Sem ferimentos graves, ela foi retirada da água e socorrida por uma equipe do SAMU. Os motivos para a tentativa de suicídio ainda são desconhecidos.

UM DOS MAIORES GOLPES DA INDÚSTRIA DE BEBIDAS

Para quem é muito jovem para se lembrar, garrafinha d´água é uma invenção relativamente recente.
No passado, se alguém chegasse pra você e dissesse que queria vender água engarrafada, você provavelmente ia achar a ideia maluca, tipo vender areia na praia.
Isso até eles bolarem um plano para fazer a gente acreditar que a gente precisava disso…

SELEÇÃO DA SAÚDE EM ILHÉUS: CRITÉRIO PARA CONSEGUIR VAGA É SER AMIGO DE VEREADOR ALIADO DO PREFEITO

risada
Competência? Experiência na área? Melhor desempenho na prova? Demonstração de conhecimento?
Nada disso caros leitores. Para que uma pessoa fosse agraciada com uma das vagas na seleção pública da secretaria munipal de Saúde em Ilhéus, os critérios em voga eram outros.
Vejamos um caso que se sucedeu.
Duas nutricionistas apresentaram seus documentos. Uma, com bastante experiência na área, e a outra, recém saída da faculdade, foi estagiária da primeira.
Acontece que, a estagiária, tinha uma carta na manga: Em meio aos documentos apresentados estava a cópia da sua nomeação como assessora de um vereador da base aliada do prefeito Jabes Ribeiro.
Aí a parada ficou fácil. Quem ficou com a vaga foi a amiga do vereador. E, segundo informações, foi uma regra estabelecida pela alta cúpula do Paranaguá, e, todos da base aliada foram beneficiados com a prática.
Estão vendo só como são as coisas? Em Ilhéus, mais vale ser apaniguado de um vereador jabista do que ter competência profissional.
Tá certo isso produção?

MÉDICOS SÃO PRESOS POR RETIRAR ÓRGÃOS DE MENINO AINDA VIVO EM MINAS GERAIS

O juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro disse em coletiva nesta sexta-feira (7) que os médicos presos por envolvimento na “Máfia dos Órgãos” sabiam que o menino Paulo Pavesi, morto aos 10 anos no ano 2000, estava vivo enquanto retiravam seus órgãos. A entrevista foi concedida no Fórum de Poço de Caldas, em Minas Gerais.
“Eles sabiam que a criança estava viva. Eles retiraram os órgãos do garoto enquanto ele ainda estava vivo. A tese apresentada pela defesa não me convenceu. Eles tinham plena consciência da ilicitude do ato. O único exame de arteriografia feito no Hospital Pedro Sanches e apresentado por eles à Justiça mostra, claramente, que havia circulação de sangue no cérebro do garoto o que comprova que ele não tinha sido morte encefálica”, diz o juiz.
O pai do menino Paulo Pavesi, que vive na Europa, disse ao portal G1 que já esperava pela condenação dos médicos. “Eles sabiam que o Paulinho estava vivo quando retiraram os órgãos. Eles tinham todo o conhecimento da ilegalidade que estava sendo praticada e continuaram fazendo o que fizeram. Eu honestamente não estou sendo informado sobre nada, não sei do que está acontecendo e muito menos qual será o próximo passo. Eu hoje tenho certa maturidade para saber que é mais uma etapa porque tem muito ainda pela frente. Isso pode levar mais uns três anos. Honestamente, eu acho que não é a conclusão”, comentou Paulo Airton Pavesi.
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“O EMPREGADO TEM CARRO E ANDA DE AVIÃO. ESTUDEI PRA QUÊ?”

MATHEUS PICHONELLI/ CARTA CAPITAL
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente ‘revoltada’ porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Mais à frente, ele contava como a moça havia se transformado na peça central de um esforço fiscal. Seu carro-ostentação era a prova de que havia margem para cortar custos pela folha de pagamento, a começar por seu emprego. A ideia era baratear a taxa de condomínio em 20 reais por apartamento.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta.
Dias atrás, outro amigo, nascido na Colômbia, me contava um fato que lhe chamava a atenção ao chegar ao Brasil. Aqui, dizia ele, as pessoas fazem festa pelo fato de entrarem em uma faculdade. O que seria o começo da caminhada, em condições normais de pressão e temperatura, é tratado muitas vezes como fim da linha pela cultura local da distinção. O ritual de passagem, da festa dos bixos aos carros presenteados como prêmios aos filhos campeões, há uma mensagem quase cifrada: “você conseguiu: venceu a corrida principal, o funil social chamado vestibular, e não tem mais nada a provar para ninguém. Pode morrer em paz”.
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dom eduardo

lm mudancas













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