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:: 2/fev/2014 . 14:56

CERVEJINHA GELADA, CHURRASQUINHO NA BRASA E O INFERNO PARA OS VIZINHOS

espetinho2Uma leitora do Ilhéus 24h, que ressalta ser idosa, afirma que na rua Maria Calazans, 16, entre a rua 7 de Setembro e o Carneiro da Rocha, um bar, com o sugestivo nome de “Aconchego”, se instalou no local como quem não queria nada, vendendo sua cerva bem gelada, além de um apetitoso espetinho de carne. Só que, aos poucos, mostrou que sua interferência iria um pouco além do serviço inicialmente oferecido.
A senhora de idade, que reside bem próximo ao estabelecimento, afirma que as mesas e cadeiras do bar espalham-se caoticamente pela calçada, impedindo que os pedestres transitem. Além disso, ela ressalta, o fator “som em altíssimo decíbeis”, está tirando a paz e a tranquilidade da vizinhança.
Segundo ela, carros param em frente ao “Aconchego Bar”, ligam seus sons no volume máximo, para pleno azar de quem estiver incomodado. Um dos veículos, de acordo com a idosa, é um Kadet de cor azul, que, quando resolve ligar o som, o barulho infernal adentra em sua casa, a impedindo de falar ao telefone, assistir TV e até mesmo de descançar.
A moradora afirma que trata-se de uma situação constante, e, lamenta que apesar de já ter denunciado a situação às autoridades competentes, o problema prossegue, como se a cidade, pelo menos no quesito poluição sonora, fosse uma terra sem leis.

PP, DEM, PMDB E PSD SÃO OS PARTIDOS COM MAIS OPOSITORES À PEC DO TRABALHO ESCRAVO

trabalho escravo
Quatro partidos concentram 23 dos 29 deputados federais que votaram contra a Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, a PEC do Trabalho Escravo, na última quarta-feira, 22.
Contrariando a orientação de seus líderes, que defenderam publicamente a aprovação, oito integrantes do PSD, sete do PMDB, quatro do DEM e quatro do PP se declararam publicamente contra a medida que determina o confisco de propriedades em que for flagrado trabalho escravo e seu encaminhamento para reforma agrária ou uso social.
Após praticamente oito anos parada, a proposta obteve nesta semana 360 votos, bem mais dos que os 308 necessários para sua aprovação.
As informações são parte de um levantamento feito pela ONG Repórter Brasil. A proposta agora será apreciada no Senado Federal, onde deve ser discutida também sua regulamentação.
O governo se comprometeu a criar uma comissão mista formada por cinco senadores e cinco deputados para discutir o trâmite necessário para a expropriação e confisco. Os parlamentares que têm se oposto ao combate à escravidão insistem que é necessária a revisão do Artigo 149 do Código Penal, que define e detalhe este crime.

PROCURADOR GERAL SE MANIFESTA FAVORÁVEL AOS TUPINAMBÁ

Em agosto do ano passado, índios protestaram pedindo celeridade no processo de demarcação de terras no sul da Bahia. Foto: Blog Agravo.

Em agosto do ano passado, índios protestaram pedindo celeridade no processo de demarcação de terras no sul da Bahia. Foto: Blog Agravo.

Na última quinta-feira (30), o procurador geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de liminares e sentenças de reintegração de posse de fazendas ocupadas por índios tupinambá no sul da Bahia. As terras em questão pertencem a agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema e são ocupadas pelos indígenas desde 2012.
Segundo o procurador-geral da República, o caso demanda a intervenção excepcional do STF para atuar como agente pacificador. De acordo com ele, “aliado ao conflito agrário em si, há enorme instabilidade no exame da questão pelo juízo na origem. São inúmeras as ações possessórias que buscam a retirada dos indígenas das terras na região”.
O pedido da PGR veio um dia depois de índios e agentes da Força Nacional trocarem tiros durante uma reintegração de terra na região conhecida como Serra do Padeiro, uma área pertencente a Ilhéus, Una e Buerarema.
De acordo com o MPF, “a manutenção das decisões impugnadas mina, novamente, o direito dos Tupinambá e protela o exercício da posse e ocupação de suas terras originárias, com tudo o que isso representa para a comunidade e sua subsistência.”
Até agora, segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), 16 propriedades foram devolvidas aos donos, por meio de liminares judiciais. Ainda de acordo com o Cimi, líderes indígenas reclamam da força desnecessária utilizada pela Força Nacional para concretizar as reintegrações.
O pedido ressalta que o deferimento de liminares em ações de reintegração de posse não é solução para o conflito já instalado no sul da Bahia, tampouco o ameniza.
“Ao contrário, a retirada dos indígenas das terras à força, nesse momento, contribuirá para o aumento da tensão e do conflito agrário, porque toca em ponto especialmente sensível aos indígenas”, observa.
Não há prazo para o Supremo se pronunciar sobre o pedido.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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